sábado, 5 de agosto de 2017

Roger Waters manda os baba-ovos de Trump irem assistir Katy Perry e as Kardashians


Antes da notícia, um comentário:

O eterno gênio floydiano, Roger Waters há exatos 40 anos vem ferrenhamente vomitando política em sua obra, começando veementemente no álbum "Animals" do Pink Floyd, de 1977, sequenciando em "The Wall" e "The Final Cut" e jamais perdendo tal hábito na sua carreira solo de 1984 até os dias de hoje.

Isso sem contar as inserções políticas já em "The Dark Side of The Moon", de 1973.

Roger Waters perdeu o avô nos combates da Primeira Grande Guerra e o pai na Segunda, teve uma mãe ultra conservadora e super protetora do Partido Comunista, portanto imaginem o que o cara pensa e sente a respeito de políticos e estadistas autoritários que fomentam a segregação e o apego à filosofia belicista.

Pronto, agora vamos aos recentes fatos...

Waters em entrevista à CNN rebateu alguns "fãs" que vêm se retirando de alguns de seus espetáculos da atual turnê "Us + Them", que divulga o recém-lançado álbum "Is This Life We Really Want", por ficarem avessos às imagens do atual presidente norte-americano, Donald Trump, chacoteado no telão, com lábios pintados, com gorro da Ku Klux Klan ou caracterizado como um porco (em alusão ao álbum "Animals").

Ora, convenhamos. Em primeiro lugar, Donald Trump representa exatamente tal filosofia e fora eleito por quem assina embaixo disto. O cara chegou a falar em muro para separar EUA x México. Faça-me o favor.

Em segundo, qual a surpresa? Waters iria bater pesado mesmo como sempre fizera. E o faz porque lhe dão um infindável combustível para tal, como já expus anteriormente no texto "Pink Floyd The Wall: como os governantes gostam de manter a obra viva".

Mas Roger Waters segue cagando e andando para os baba-ovos de plantão e disse à CNN:

"Surpreende-me um pouco que alguém que tenha ouvido as minhas músicas há 50 anos não tenha percebido (sobre o que elas tratam)."

Sobre os "fãs" irem a seus shows para se divertirem e não para ver politica ele mandou:

"Vão ver a Katy Perry ou [o programa] das Kardashians. Não quero saber".

Assista tudo isso no vídeo abaixo:





Pink Floyd: Ouça Nick Mason falando à Rádio BBC sobre os 50 anos de "The Piper at Gates of Dawn"


O baterista floydiano discorreu sobre o aclamado álbum de estreia do Pink Floyd, seu contexto psicodélicoe relevância à época e claro, sobre o poder criativo do Criador, Syd Barrett, em entrevista à Elizabeth Alker.

OUÇA AQUI (EM INGLÊS)

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Assista ao grandioso show do Accept no Wacken Open Air 2017 (ATUALIZADO)


Conforme publiquei anteriormente aqui, o Accept realizou um show em dose tripla ontem no festival germânico Wacken Open Air.

Numa apresentação grandiosa, elegante e imponente o grupo brindou o público com três atos:

Na primeira, os clássicos antológicos da carreira.

Sequenciando, o guitarrista Wolf Hoffmann executou algumas faixas do seu excelente disco lírico solo "Headbangers Symphony", lançado em 2016 acompanhado da Czech National Symphony Orchestra.

E finalizando os trabalhos, um gran finale com grupo, orquestra e canções do álbum novo, "The Rise of Chaos", lançado hoje, além de componentes multimídia.

A Vovó do Rock


Aos 81 anos, Mary Ho irá tocar no dia 9 de agosto próximo no o National Day Parade, evento que marca o Dia da Independência de Cingapura.

"Eu me sinto ótima. É uma honra e um privilégio poder me apresentar. Eu vivi em Cingapura por toda a minha vida. A parada é como se fosse o meu aniversário", disse Mary.

Mary Ho é auto-didata musical. Aos 60 anos de idade, depois que seus netos cresceram, ela com enorme aplicação e praticando diariamente até seus dedos serem tomados pelas dores, aprendeu a tocar violão sozinha com ajuda apenas de livros de música. Passou para a guitarra cinco anos depois.

"Foi muito difícil, porque eu nunca tinha segurado numa guitarra. Foi prática, prática, melhorando pouco a pouco", contou à BBC.

Este é o seu primeiro show de maior porte e para tal apresentação ela que já tem um álbum lançado, preparou duas canções em um mês para a ocasião.

Ouça a nova música do Living Colour


"Program" integra o álbum "Shade" que chegará no dia 8 de setembro próximo.

OUÇA AQUI

COMPRE NA AMAZON.COM

Tracklist:

1."Freedom of Expression (F.O.X.)" 2:54
2."Preachin' Blues" 4:20
3. "Come On" 3:22
4. "Program" 4:43
5. "Who Shot Ya" 3:38
6. "Always Wrong" 4:04
7. "Blak Out" 2:29
8. "Pattern in Time" 2:56
9. "Who's That" 4:10
10. "Glass Teeth" 2:59
11. "Invisible" 3:45
12. "Inner City Blues" 4:00
13. "Two Sides" 5:12

Rolling Stones: novo lançamento Ao Vivo traz "Sticky Fingers" na íntegra


"Sticky Fingers: Live at the Fonda Theatre 2015" chegará no dia 29 de setembro próximo em DVD, Blu-ray, CD e LP, trazendo a apresentação Stoneana no dia 20 de maio de 2015 no teatro de Los Angeles, ocasião em que a banda executara na íntegra p álbum "Sticky Fingers" de 1971.

Tracklist:

DVD

1) Start Me Up   2) Sway   3) Dead Flowers   4) Wild Horses   5) Sister Morphine   6) You Gotta Move   7) Bitch   8) Can’t You Hear Me Knocking   9) I Got The Blues   10) Moonlight Mile   11) Brown Sugar    12) Rock Me Baby   13) Jumpin’ Jack Flash

CD

1) Start Me Up   2) When The Whip Comes Down   3) All Down The Line   4) Sway   5) Dead Flowers   6) Wild Horses   7) Sister Morphine   8) You Gotta Move   9) Bitch   10) Can’t You Hear Me Knocking      11) I Got The Blues   12) Moonlight Mile   13) Brown Sugar   14) Rock Me Baby   15) Jumpin’ Jack Flash   16) I Can’t  Turn You Loose

3LP

Side A:

1) Start Me Up   2) When The Whip Comes Down   3) All Down The Line  

Side B:

1) Sway   2) Dead Flowers   3) Wild Horses  

Side C:

1) Sister Morphine   2) You Gotta Move   3) Bitch

Side D:

1) Can’t You Hear Me Knocking   2) I Got The Blues  

Side E:

1) Moonlight Mile   2) Brown Sugar  

Side F:

1) Rock Me Baby   2) Jumpin’ Jack Flash   3) I Can’t  Turn You Loose

Pink Floyd: Os 50 anos de The Piper At Gates Of Dawn


A fotografia de Vic Singh, trabalhada com o efeito de caledoscópio, eis a capa do álbum de estréia do Pink Floyd que chegava nas lojas inglesas no dia 4 de agosto de 1967, alcançando o sexto lugar em vendas no país, instituindo o art rock e redimensionando todo o conceito de psicodelia que existia até então.
Gravado no mitológico estúdio da Abbey Road, na sala ao lado da que os Beatles gravavam o especialíssimo "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band", com direito à visitas de Paul e Ringo, que depois de findados os trabalhos do dia, iam assistir Syd Barrett, Nick Mason, Richard Wright e Roger Waters fazerem algo que soava para lá de inédito.
O título foi baseado em "O vento nos Salgueiros", de Kenneth Grahame, um conto infantil que Syd apreciava, que tratava de um rato e uma toupeira que buscavam por um animal perdido e passaram por uma experiência transcedental, onde o deus grego Pan aparece como flautista.
Praticamente toda a concepção do álbum saiu da mente psicodélico-criativa de Syd Barrett, que escreveu sozinho oito das onze faixas e co-assinou duas juntamente com os outros três membros. Apenas "Take Up Thy Stethoscope and Walk", de Roger Waters, não tem sua participação na composição.
Barrett também desenhou a figura da contracapa
A temática psico-lúdico-espacial é recorrente pelo disco, tornando-o leve, criativo e louco de se ouvir, podendo causar enorme estranheza a um ouvinte desacostumado (isso aconteceu comigo, na primeira audição, mas depois de dois dias seguidos ouvindo, a mente absorvera o som por completo).

OUÇA AQUI

COMPRE NA AMAZON.COM

Tracklist (Standard Version):

Side One

"Astronomy Domine" (4:12)
"Lucifer Sam" (3:07)
"Matilda Mother" (3:08)
"Flaming" (2:46)
"Pow R. Toc H." (4:26)
"Take Up Thy Stethoscope and Walk" (3:05)

Side Two

"Interstellar Overdrive" (9:41)
"The Gnome" (2:13)
"Chapter 24" (3:42)
"The Scarecrow" (2:11)
"Bike" (3:21)

Tracklist (US Version):

Side One

"See Emily Play" (2:53)
"Pow R. Toc H." (4:26)
"Take Up Thy Stethoscope and Walk" (3:05)
"Lucifer Sam" (3:07)
"Matilda Mother" (3:08)

Side Two

"The Scarecrow" (2:11)
"The Gnome" (2:13)
"Chapter 24" (3:42)
"Interstellar Overdrive" (9:41)

Bonus Disc (40th Anniversary Edition):

"Arnold Layne"
"Candy and a Currant Bun"
"See Emily Play"
"Apples and Oranges"
"Paintbox"
"Interstellar Overdrive (Alternate Mix)"
"Apples and Oranges (Stereo Version)"
"Matilda Mother (Alternate Version)"
"Interstellar Overdrive (Alternate Version)"

A Banda:

Syd Barrett - vocais principais, guitarra, efeitos de fita
Nick Mason - bateria, percussão, címbalos, sinos tubulares, blocos de templo, copos de metal, timpani, carrilhões, efeitos de fita
Roger Waters - baixo, vocais principais e apoio, assobios, gongos, efeitos de fita
Richard Wright - órgão, vocais principais e apoio, piano, celeste, teclado, pianet, violão, harmonium, flauta, violino, aderência de piano, cravo, efeitos de fita.

Morreu Luiz Melodia


O cantor, compositor e músico carioca Luiz Carlos dos Santos, o Luiz Melodia, morreu na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), aos 66 anos, em decorrência de complicações de um câncer que atacou a medula óssea. Melodia morreu na madrugada de hoje, 4 de agosto, por volta das cinco horas da manhã. A informação foi confirmada ao colunista musical do G1 por Renato Piau, guitarrista que tocou com Melodia, após ligação para a família do artista. Melodia chegou a fazer um transplante de medula óssea e resistiu ao procedimento, mas não vinha respondendo bem à quimioterapia. O câncer voltou e o estado de saúde de Melodia se agravou bastante ontem. O artista estava internado no hospital Quinta D'Or.

VIA G1

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

A Confraria Floydstock entrevista Ricardo Seelig da Collectors Room


Eu, André Floyd, comecei a mexer com blog em 2011, no extinto Free Four que posteriormente dera origem à Confraria Floydstock.

Na época a referência maior para quem queria acompanhar tudo que acontecia no universo do rock era o já famoso e sedimentado site Whiplash.net e também a Van do Halen que já começava com muita bagagem e tarimba.

Essa era a base. Até que rodando a internet me deparei com um site intitulado Collectors Room, feito por um jornalista lá de Santa Catarina e que com um estilo bem diferenciado de publicar suas matérias, primando muito mais pela qualidade e rebuscado das informações do que propriamente ser um rolo compressor de notícias instantâneas.

Esse sujeito, chamado Ricardo Seelig, influenciou muito meu modo de fazer blog e afins, passando a ser minha maior referência dentro do jornalismo musical.

E eis que ele topou a me conceder uma entrevista que você pode ler nas linhas abaixo:

Primeiramente, parabéns por ultrapassar a marca de 10 milhões de pageviews com a Collectors Room. Como surgiu a ideia lá em 2007 de montar a Collectors, como surgiu à mente o nome do site e houve algum site que lhe inspirou no início?

Opa, obrigado. A ideia veio de uma sessão que a infelizmente extinta revista Bizz publicava, chamada Minha Coleção, onde eles mostravam as coleções de discos de músicos brasileiros. Sempre gostei de conhecer coleções de outras pessoas, e adorava aquela coluna. Isso foi em 2005, e o site ainda não existia. Na época eu estava começando a escrever sobre música, algo que sempre quis fazer, e colaborava com o Whiplash. Propus então a ideia da coluna para o João Paulo, editor do Whip, que era realizar entrevistas com colecionadores de discos de todo o Brasil, e ele curtiu. O sucesso foi imediato, com as pessoas se identificando com as entrevistas, o que tornou a Collectors Room uma das colunas mais populares do Whiplash. Essa aceitação levou à criação de uma comunidade no finado Orkut, onde conheci muitos colecionadores e trocávamos ideias. Foi lá que surgiu a ideia de transformar a coluna do Whip em um blog, algo que fez com que o desejo de escrever sobre música que sempre tive fosse levado mais a sério. A ideia para o nome da Collectors Room provavelmente surgiu da troca de ideias e informações com outros colecionadores, ainda na época do Orkut. Gostei, e a coisa foi indo.

Sabemos da árdua missão que é conduzir um site de notícias musicais voltado especialmente para um público, digamos, seleto. Recentemente tivemos a divulgação do vídeo do dono do Whiplash.net contando a sua história e o encerramento das atualizações da Van do Halen. Hoje, o que lhe motiva?

Focar o site em notícias é algo que demanda um comprometimento enorme. Quem tem que dividir o trabalho do site com outra profissão, como é o meu caso, acaba não tendo condições de se dedicar exclusivamente a isso. Já tentei ser mais focado em news, mas não dá. Hoje publico apenas as que acho mas relevantes e alinhadas com o perfil do público do site. Criei uma rotina para que essa atividade não interfira no meu trabalho, que é a coordenação de criação de uma agência de propaganda aqui em Florianópolis. Faço os posts do site em três períodos: cedo da manhã, ao meio-dia e no final do dia, com o objetivo de conseguir manter a Collectors atualizada e não perder o foco na minha profissão, que é o que paga as contas efetivamente. Infelizmente, apesar de ter uma média de mais de 150 mil acessos mensais, o site é inviável financeiramente, talvez por incapacidade minha em torná auto suficiente ou por contingências de mercado mesmo. O que me motiva a seguir com a Collectors Room é uma soma de fatores: a história que construí em todos esses anos de trabalho, o contato com outras pessoas tão apaixonadas por música quanto eu e o amor que eu sinto pela música. No final das contas, a Collectors Room acabou se transformando em uma espécie de documento pessoal sobre a minha relação com a música, e não quero perder isso.

Quem lhe acompanha na Collectors Room sabe que você é um incansável entusiasta e nada preguiçoso minerador de novos e bons sons. Nesses dez anos, qual foi a mais grata surpresa musical que você conhecera?

Muitas e inúmeras. O sucesso do site fez com que eu começasse a receber bastante material de gravadoras, e muitas bandas que eu não iria atrás por não conhecer acabaram sendo apresentadas aos meus ouvidos desta maneira. O desejo de produzir um material interessante e diferenciado para os leitores também intensificou o meu lado de pesquisador musical e me fez manter o ouvido sempre atento. Um dos meus maiores temores é me tornar um ouvinte saudosista e cheio de preconceitos, e faço tudo para que isso não aconteça. Por isso, estou sempre pesquisando novos sons, característica que sempre tive desde que comecei a me interessar por música e penso que é comum e fundamental para todo ouvinte de música. Em relação às bandas, acho que o Rival Sons é um bom exemplo. Uma banda que descobri lendo a revista inglesa Classic Rock, adorei, trouxe para o site e hoje e é um dos nomes mais legais do rock atual.

Tal qual a Confraria, você na Collectors defende uma abertura de fronteiras no tocante aos estilos musicais, fazendo questão de frisar que o site é sobre música e não somente de rock. Você acha que para muitos, há uma enorme dificuldade de reconhecer a qualidade em diversos estilos musicais ao mesmo tempo? Por que?

Há uma grande quantidade de fãs de rock que possuem uma postura bastante arrogante e acreditam que não existe nada com qualidade fora do estilo. Isso é uma tremenda bobagem e só mostra a limitação de pensamento desse povo. Temos bons artistas, discos obrigatórios e ótimas músicas em todos os gêneros musicais, assim como temos coisas ruins feitos em todos eles. Além do mais, ouvir estilos diferentes tira o ouvinte de sua zona de conforto, apresenta novas abordagens sonoras e o ajuda a entender melhor o próprio rock. O jazz, nesse aspecto, é quase didático, pois funciona como força motriz para derrubar barreiras e abrir de vez cabeças limitadas musicalmente. Claro que cada um ouve e gosto do que quer, mas também é óbvio que existe música de qualidade sendo produzida nos mais variados gêneros, e o fato de você gostar ou não daquilo não quer dizer que trata-se algo necessariamente ruim.

Recentemente o rapper Emicida disse que existe a música feita para a indústria e a feita para a arte. Na sua opinião, onde esses caminhos podem se cruzar? Hoje em dia onde encontrar sucesso e qualidade concomitantemente? Existe uma fórmula para unir o pop altamente vendável com o som elaborado?

O próprio Emicida faz música para a indústria e para a arte. Ao mesmo tempo em que formata o seu som para colocá-lo em uma embalagem mais agradável para uma fatia maior de público - o fator “indústria" -, segue mantendo o necessário discurso de denúncia racial e social de sua música. No meu modo de ver esses dois pontos podem andar juntos, sim. Pegue um disco como Thriller, do Michael Jackson, ou o mais recente do Daft Punk, Random Access Memories. Ambos são trabalhos com conseguem apresentar composições com intrincados arranjos sem jamais perder a acessibilidade. O fato de uma música ser um hit, de uma música soar como pop, não quer dizer que ela é pobre musical e harmonicamente. Ouça “Beat It”, ouça “Billie Jean”, ouça “Get Lucky”: todas trazem inovação sonora, são elaboradas musicalmente e soam agradavelmente pop.

Ainda com base na questão anterior, o que é uma boa música e uma música ruim para você?

Eu não gosto de analisar a música de uma forma apenas teórica e fria. O que eu gosto na música é que ela me faz sentir algo. Que ela me arrepia. Gosto muito de bandas e artistas que trazem um elemento emocional bastante evidente, e isso se percebe desde Miles Davis até Baroness. A resposta para essa questão é bastante subjetiva, assim como a própria relação que temos com a música: cada um sente de um jeito diferente. Há sempre um forte fator sentimental e pessoal na relação de cada um com a música, então a resposta para essa pergunta sempre passará por isso.

Na crescente onda do digital e streaming, como é ser um grande colecionador de produtos fonográficos físicos? Você acaba por ter uma relação de estima com os objetos da coleção e os deixa guardados até para não correr o risco de danificá-los ou os coloca sempre para tocar? Há o momento do físico e o momento do digital?

Sempre comprei discos. A vida toda. Com a chegada do streaming, me encantei com a comodidade e a praticidade do serviço, e deixei a minha coleção meio de lado. Porém, aos poucos fui retomando a paixão pela minha coleção, e hoje ela voltou a me despertar o desejo que sempre despertou. A música, pra quem convive de maneira tão intensa com ela como a gente, é e tem que ser mais do que um arquivo intangível dentro de um computador. Ela precisa ter a sua personificação física através dos discos. Ter uma enorme coleção de discos é reconfortante em diversos momentos, pois além de transmitir a sensação de que você nunca está sozinho, funciona como um livro de memórias da sua vida. O que eu penso em relação aos discos é que eles nunca podem ser objetos de decoração: uma coleção existe para ser ouvida, tocada, remexida. Ela precisa ser viva, precisa respirar. Nunca tive esse cuidado intenso que percebo com diversos colecionadores em relação aos seus itens. Ouço música, toco os discos, mexo nos encartes, bebo minha cerveja perto deles: música é isso, não algo frio em que você precisa usar luvar para tocar seus discos. E sim, acho que existem momentos onde o digital é muito mais prático - como no celular e na rua - do que o formato físico.

Em essência, o que é o rock and roll para você?

O rock é, em essência, a própria música para mim. Foi através dele que me apaixonei pelos sons. Foi o rock que atiçou a minha curiosidade sobre novas bandas, novos discos e novos estilos musicais. É uma forma de música que jamais irá se esgotar, pois consegue sempre se renovar inserindo elementos de outros gêneros para criar sonoridades originais. O rock é um companheiro e a trilha da minha vida, literalmente.

Tal qual Elvis, Beatles e toda aquela geração 50-60-70 foi um dia, você acredita que alguma gama de artistas e/ou bandas de rock ou seus afiliados, um dia voltarão a ser a música mais ouvida e consumida do planeta?

Acredito que a música é cíclica. As coisas se repetem, sempre. O último grande momento do rock, comercialmente falando, foi nos anos 1990 com o grunge. Depois disso, ele foi sendo empurrado para baixo do tapete gradualmente, tanto no Brasil como no mundo. Nos Estados Unidos, o rap ultrapassou o rock como a música mais ouvida pelo público. No Brasil, nem se fala. O fato é que a maior parte do público consome música de maneira casual, sem se preocupar com quem está tocando e coisas do tipo. Esse público consome apenas o que está na moda, o que é sucesso no momento. E agora, aqui no Brasil, a música pop é o sertanejo universitário, o funk carioca e afins, estilos bastante distantes do rock. Mas sim, acredito que é um gênero que sempre se renovou e que, como falei, habita um mercado historicamente cíclico. O que nos resta é aguardar e ver quando ele ressurgirá como música de massa - o que não quer dizer que ele esteja morrendo, longe disso, já que o que não faltam são ótimas bandas surgindo todos os anos.

Para fechar descontraidamente, algumas rapidinhas na lata sobre seu gosto musical: 

Beatles ou Stones?

Beatles.

Led ou Purple?

Led Zeppelin, melhor banda do mundo.

Metallica ou Megadeth? 

Metallica, sempre.

Frank Zappa ou Lou Reed?

Zappa, gênio.

Yes ou Pink Floyd?

Pink Floyd. Uma banda que extrapolou totalmente o rock progressivo e se tornou muito maior do que ele.

Etta James ou Billie Holiday?

Etta.

Tarja ou Floor?

Floor.

Mutantes ou Secos e Molhados?

Secos e Molhados.



Metallica: James Hetfield se enfurece e mete a bica no violão em show


Emputecido por seu violão estar fora do tom no início da execução da canção "Fade to Black", durante a apresentação do Metallica em nos EUA, o frontman primeiramente reclamou para seu roadie e pediu uma outra "E", a corda mais grossa, para Kirk Hammett.

E ainda brincou ácidamente:

"Vocês já viram 'Spinal Tap'?", em referência documentário fictício da década de 80 sobre uma banda que não sabia tocar nada e apenas posava de rockstar.

Vendo seu roadie todo atolado e o público começar vaiar irritado, Hetfield perdera a paciência e emendou um belo chute no tal violão, partindo para executar a canção na guitarra mesmo.

Pink Floyd: veja maquetes da banda feita pelo nosso leitor Junior Campos

Aderindo a nossa campanha para nos enviar materiais sobre o Pink Floyd, o nosso leitor e seguidor Junior Campos nos enviou via e-mail confrariafloydstock@gmail.com algumas maquetes sobre a banda feitas por ele próprio, com direito à cenografia e iluminações de palco e tudo mais.

Valeu Junior!

Veja algumas delas abaixo:












Mande seu material floydiano para nós no e-mail confrariafloydstock@gmail.com

Arcade Fire no Brasil


A banda canadense aportará por aqui para duas apresentações até aqui no Rio, dia 8 de dezembro próximo na Jeunesse Arena (ex-Arena Olímpica do Rio); e em São Paulo, no dia 9 na Arena Anhembi, como parte da perna sul-americana de sua turnê "Infinite Content", referente ao seu quinto álbum "Everything Now".

Os ingressos custam a partir de R$260,00 e podem ser comprados no site LIVEPASS

A banda passará também por Chile, Peru, Colômbia e Argentina.

Iron Maiden: Steve Harris e Blaze Bayley juntos novamente?


Quando perguntado recentemente sobre a possibilidade da Velha Donzela executar as canções da fase Blaze Bayley, dos álbuns "X Factor" e "Virtual XI", O chefe Harris mandou essa:

  “Seria muito fácil fazer isso, mas acho que algumas músicas da era Blaze jamais verão a luz do dia com o Maiden novamente. As pessoas me perguntam o tempo todo, mas acho que, se eu decidisse tocá-las novamente, teria que fazer isso em um novo projeto. São coisas bem mais rock and roll do que o metal, e se eu resolvesse tocá-las teria que chamar o próprio Blaze ou outra pessoa para isso. Não sei, não é algo que eu esteja pensando em fazer, e nem tenho tempo para isso no momento. Mas se você quer saber o que penso, acho que o caminho seria esse, trazendo Blaze para um novo projeto, porque é uma coisa totalmente separada do Iron Maiden atual”.
Aguardemos...

Assista ao lindo clipe de "Heroes" de David Bowie na versão do Motörhead


O clássico de Bowie é a única canção ainda não lançada que integra o álbum " Under Cover", que compila regravações feitas pelo trio de Lemmy Kilmister e que chegará no dia 1º de setembro próximo.



Tracklist:

1. Breaking the Law (Judas Priest) 2008
2. God Save the Queen (The Sex Pistols) 2000
3. Heroes (David Bowie) 2015
4. Starstruck (Rainbow) 2014
5. Cat Scratch Fever (Ted Nugent) 1992
6. Jumpin’ Jack Flash (The Rolling Stones) 2001
7. Sympathy for the Devil (The Rolling Stones) 2015
8. Hellraiser (Ozzy Osbourne) 1992
9. Rockaway Beach (Ramones) 2002
10. Shoot ‘Em Down (Twisted Sister) 2001
11. Whiplash (Metallica) 2005


Só tem coisa boa no podcast 7 da Collectors Room


O sétimo podcast da Collectors Room, de Ricardo Seelig está o fino da bossa, ou ou fino do rock and roll.

Hard setentista, prog e rock alternativo de primeira linha.

Confira o "tracklist":

James Gang - Funk #49
Blue Öyster Cult - Cities on Flame with Rock and Roll
Ted Nugent - Hey Baby
Johnny Winter - Good Morning Little School Girl
Free - The Hunter
Cream - Tales of Brave Ulysses
Creedence Clearwater Revival - (Wish I Could) Hideaway
Led Zeppelin - Down by the Seaside
Grand Funk Railroad - I Can Feel Him in the Morning
Concrete Blonde y Los Illegals - La Llorona
Concrete Blonde - Bajo la Lune Mexicana
Concrete Blonde - Tomorrow, Wendy
Concrete Blonde - Joey
Jethro Tull - Too Old to Rock ’n' Roll, Too Young to Die!
Jethro Tull - Rocks on the Road
Scorpions - Big City Nights
Bon Jovi - Runaway
Survivor - Burning Heart

BAIXE AQUI

OUÇA AQUI

Pink Floyd: Mande seu material floydiano para a Confraria Floydstock


Como o próprio nome entrega, esta confraria foi fundada por um fã de Pink Floyd desde criancinha.

Ainda que este blog, o nosso twitter e a nossa página do facebook sejam abertas à música num todo, tudo aqui tem uma raiz, essência e atmosfera floydiana.

Por isso decidi embeber ainda mais a Confraria Floydstock em Pink Floyd, e para isso, conto com a ajuda de todos os nossos leitores e seguidores.

Se você tem fotos de sua coleção de Pink Floyd, fotos e/ou vídeos de shows do grupo ou integrantes da banda que você tenha presenciado, visitas à exposições sobre o Pink Floyd, tais como a atual Their Mortal Remais, que está em exibição em Londres, animações, humor envolvendo o Floyd e toda e qualquer mídia que achar interessante para todo fã floydiano contemplar, mande tudo isso para nós no nosso e-mail confrariafloydstock@gmail.com .

Na medida em que forem selecionados, os materiais serão mostrados em postagens com textos neste blog ou em postagens diretas na nossa página no facebook e em nosso twitter, com o nome do remetente evidenciado, claro.

Vamos floydizar cada vez mais este mundo...

André Floyd - Presidente da Confraria Floydstock.

Confraria Floydstock: nossos primeiros 180 dias


Hoje este blog completa seus primeiros seis meses no ar.

É um bebê engatinhando ainda, mais que felizmente está crescendo rápido.

Tenho procurado nesses primeiros cento e oitenta dias, dar uma cara e dinamismo que se tornem peculiares este site, que é constantemente propagado através de suas redes sociais Twitter e Facebook, esta última já contando com mais de 6000 seguidores.

Nestes seis meses já são mil e trinta e seis postagens contando com esta, onde você poderá encontrar o universo da boa música dissecado em inúmeras resenhas de álbuns e DVDs, opiniões, notíciais agéis sobre vindouros lançamentos e shows, vídeos, imagens, livros e humor, sim uma dose aguda muitas vezes de jocosidade e até uma pitada de sarcasmo em alguns textos.

Claro, essa engrenagem toda só se movimenta porque existe a mola propulsora chamada você, leitor que prestigia os posts, curtindo-os, compartilhando-os e divulgando-os.

Portanto, meu muitíssimo obrigado a todos os leitores que integram a grande família, ou melhor Confraria Floydstock, que como o próprio nome se auto-explica, foi enraizada e alicerçada no Pink Floyd, mas aberta a todas as bandas e artistas do rock e outros estilos que fazem bem aos nossos ouvidos.

E vamos caminhando...

André Floyd - Presidente da Confraria Floydstock.


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Jeff Beck: novo álbum ao vivo celébra seus 50 anos de carreira


"Live at the Hollywood Bowl" chegará no dia 6 de outubro próximo em CD/DVD, CD/Blu-ray e vinil triplo e trará as participações especialíssimas de Buddy Guy, Billy Gibbons e Steven Tyler, entre outros.

Tracklist:

“The Revolution Will Be Televised”
“Over Under Sideways Down”
“Heart Full of Soul”
“For Your Love”
“Beck’s Bolero”
“Rice Pudding / Morning Dew”
“Freeway Jam”
“You Never Know”
“‘Cause We’ve Ended As Lovers”
“Star Cycle”
“Blue Wind”
“Big Block”
“I’d Rather Go Blind”
“Let Me Love You”
“Live in the Dark”
“Scared for the Children”
“Rough Boy”
“Train Kept A’Rollin’”
“Shapes of Things”
“A Day in the Life”
“Purple Rain”

Documentário sobre Eric Clapton estreará no Festival de Toronto


O Festival Internacional de Cinema de Toronto, que acontecerá entre os dias 7 e 17 de setembro na cidade canadense, terá entre as suas estreias o aguardado documentário sobre a vida de Eric Clapton.

Com o título de Eric Clapton: Life in 12 Bars, o doc foi dirigido por Lili Fini Zanuck (ganhadora do Oscar em 1989 por Conduzindo Miss Daisy) e está sendo anunciado como “uma jornada implacável e profundamente pessoal pela vida do vencedor de 18 Grammys”. A produção é de John Battsek (Searching For Sugar Man) e a edição ficou com Chris King, dos ótimos Amy e Senna.

O filme traz entrevistas inéditas com Clapton, família e amigos, arquivos pessoais e conversas com os artistas que inspiraram Eric ao longo de sua carreira.

O foco é a vida pessoal de Eric Clapton, passando por seus problemas com drogas e álcool, a perda de amigos próximos e a morte trágica de seu filho Connor, e em como a música sempre foi o combustível que deu forças para o guitarrista seguir em frente.

Ainda não há previsão de quando o documentário chegará aos cinemas, bem como se terá exibição em salas brasileiras, canais por assinatura ou serviços de streaming.

VIA COLLECTORS ROOM

Paul McCartney toca bateria em novo álbum do Foo Fighters


Paul é um amigo. Nós o conhecemos há muito tempo. Ele é ótimo. É a pessoa mais maravilhosa do mundo. Ele sentou na bateria, fez duas tomadas e pronto”. Revelou Dave Grohl.
Vale lembrar que essa é a segunda vez que esse encontro ocorre. a primeira se deu na gravação da música "Cut Me Some Slack" para o documentário "Sound City" (2014) e também contou com os companheiros de Grohl dos tempo de Nirvana, Krist Novoselic e Pat Smear.

"Concrete And Gold"chegará em 15 de setembro próximo.

COMPRE NA AMAZON.COM

Tracklist:

01. T-Shirt
02. Run
03. Make It Right
04. The Sky Is A Neighborhood
05. La Dee Da
06. Dirty Water
07. Arrows
08. Happy Ever After (Zero Hour)
09. Sunday Rain
10. The Line
11. Concrete And Gold


David Gilmour libera música como prévia do DVD Live at Pompeii

"Rattle That Lock" é a faixa-título do álbum que deu origem à turne que rodou o mundo, passou pelo Brasil e contou com duas apresentações históricas: seu retorno às ruínas de Pompeia, junto ao Monte Vesúvio, onde Gilmour tocara juntamente com Roger Waters, Richard Wright e Nick Mason em 1972, ocasião que gerou o filme Pink Floyd Live At Pompeii.

Agora está chegando nos cinemas e em DVD, Blu-ray, CDs e LPs David Gilmour Live At Pompeii, com uma edição especialíssima de ambas as apresentações do seu retorno histórico ao local.

SAIBA MAIS AQUI

ASSISTA RATTLE THAT LOCK:



Zakk Wylde no Brasil


Segundo o jornalista José Norberto Flesch, do confiável jornal DESTAK, o guitarrista Zakk Wylde, líder do Black Label Society e novamente tocando com o madman Ozzy Osboune, aportará por aqui para os seguintes shows de seu atual projeto Zakk Sabbath:

14 /11 Curitiba (Hermes)
15/11 Porto Alegre (Opinião)
17/11 Rio (Circo Voador)
18/11 São Paulo (Carioca Club)
19/11 BH (Music Hall)

O músico também se apresentará nos demais locais da América do Sul:

11/11 Santiago (Hipodromo)
12/11 Buenos Aires (Groove)
21/11 Bogotá (Royal)

Epica vence votação para gravar música com renomada Orquestra Holandesa


A Metropole Orkest (Orquestra Metrópole), vencedora de três Grammys e mais 17 indicações na bagagem, organizou uma votação em seu site desde o dia 31 de janeiro último, querendo saber dos internautas qual banda e/ou artista eles gostariam de ver a orquestra gravar uma música conjuntamente.

Os votantes poderiam escolher entre uma lista pré-estabelecida ou até mesmo votar em um artista que julgasse melhor, fora da lista. Mais de 650 mil artistas entre cantores, rappers, bandas e instrumentistas foram votados, tendo a maior banda holandesa de metal sinfônico, Epica, conseguido mais de 67 mil votos.

O multi-instrumentista neerlandês Arjen Lucassen, líder do Ayreon, ficou em segundo lugar.

Portanto, em breve a banda vencedora entrará em estúdio com a Orquestra Metropole para gravar uma música, que ainda não se sabe se será uma nova composição ou alguma canção já existente.

Todo esse processo será mostrado pelo site da orquestra - https://www.mo.nl/met/ .

Acompanhemos.


A nova música do Black Country Communion

"Collide" integra o álbum "BCCIV", que chegará no dia 22 de setembro próximo.



COMPRE NA AMAZON.COM

Tracklist:

1 Collide
2 Over My Head
3 The Last Song For My Resting Place
4 Sway
5 The Cove
6 The Crow
7 Wanderlust
8 Love Remains
9 Awake
10 When the Morning Comes


Box traz dois shows inéditos do Grateful Dead


"RFK Stadium 1989 Box" chegará no dia 10 de novembro próximo trazendo duas apresentações de Jerry Garcia e cia nos dias 12 e 13 de julho de 1989 no Robert F. Kennedy Stadium, em Washington.

Tracklist:

R.F.K. Stadium, Washington, D.C. (7/12/89)

1. Touch Of Grey 
2. New Minglewood Blues 
3. Mississippi Half-Step Uptown Toodeloo 
4. Just Like Tom Thumb's Blues 
5. Far From Me 
6. Cassidy 
7. Friend Of The Devil 
8. Promised Land 
9. Sugaree
10. Man Smart, Woman Smarter 
11. Ship Of Fools 
12. Estimated Prophet 
13. Eyes Of The World 
14. Drums 
15. I Need A Miracle 
16. Dear Mr. Fantasy 
17. Black Peter 
18. Turn On Your Lovelight 
19. Black Muddy River 

R.F.K. Stadium, Washington, D.C. (7/13/89)

1. Hell In A Bucket 
2. Cold Rain And Snow 
3. Little Red Rooster 
4. Tennessee Jed 
5. Stuck Inside Of Mobile With The Memphis Blues Again 
6. To Lay Me Down
7. Let It Grow
8. He's Gone 
9. Looks Like Rain 
10. Terrapin Station 
11. Drums 
12. Space 
13. I Will Take You Home 
14. The Other One 
15. Wharf Rat 
16. Throwing Stones 
17. Good Lovin' 
18. U.S. Blues 

Metallica libera vídeo de "Fuel" ao vivo


A banda executou a canção no último sábado, 29 em Pasadena, Califórnia.



Na mesma noite o grupo homenageou o Van Halen, banda que nasceu na cidade, tocando o clássico Runnin ‘With the Devil

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Ouça a nova e bela canção de David Crosby


"Sell Me a Diamond" integra o novo álbum "Sky Trails" que chegará no dia 29 de setembro próximo em CD e LP duplo, trazendo faixas co-escritas com Michael McDonald e Joni Mitchell.

OUÇA AQUI

COMPRE NA AMAZON.COM

Tracklist do LP:

Disc: 1
  1. She's Got To Be Somewhere
  2. Sky Trails
  3. Sell Me A Diamond
  4. Before Tomorrow Falls On Love

Disc: 2
  1. Here It's Almost Sunset
  2. Capitol
  3. Amelia

Disc: 3
  1. Somebody Home
  2. Curved Air
  3. Home Free

Disc: 4
  1. She's Got To Be Somewhere
  2. Here It's Almost Sunset

Conheça Genie, a nova bezerra do KISS


Não, desta vez não é nenhum lance de marketing da turma de mascarados do KISS.

Genie é uma bezerra que nasceu no Texas e impressiona com a tamanha semelhança com a pintura alvi-negra usada pelo baixista linguarudo.

O próprio Gene Simmons ressaltou em seu Twitter:


"Isso é real, caras!".

A família proprietária do animal já garantiu vida longa ao bovino, que não irá para o abate, se tornando seu animal de estimação.

Será que o velho Simmons inventará um modo de ganhar dinheiro com isso?


UFO lançará seu álbum de covers


"The Salentino Cuts" chegará em 29 de setembro próximo em CD e LP splatter e branco, contendo versões de clássicos que influenciaram a banda.

COMPRE NA AMAZON.COM

Tracklist:

 1. Heartful of Soul
2. Break on Through (To the Other Side)
3. River of Deceit
4. The Pusher
5. Paper in Fire
6. Rock Candy
7. Mississippi Queen
8. Ain't No Sunshine
9. Honey-Bee
10. Too Rolling Stoned
11. Just Got Paid
12. It's My Life

Radiohead divulga três vídeos de shows completos


O canal oficial do Radiohead no youtube disponibilizou três vídeos contendo as íntegras de suas apresentações ao vivo, nos festivais Best Kept Secret na Holanda, I-Days na Itália e no Open'er na Polónia.

Assista-os respectivamente abaixo:



Pink Floyd: ouça o disco "Doom Side of the Moon" na íntegra


"Doom Side of the Moon", projeto do guitarrista do The Sword, Kyle Schutt, um tributo à obra nababesca do Pink Floyd na sonoridade Doom, chegará no dia 4 de agosto próximo em CD digipak e LP azul.

Além de Kyle Schutt nas seis cordas, completam a banda Bryan Richie (baixo) e Santiago Vela III (bateria), além do vocalista Alex Marrero (Brownout), do saxofonista Jason Grey (Black Joe Lewis) e do tecladista Joe Cornetti (Croy & The Boys).

O trabalho será mostrado ao vivo no dia cinco, sábado próximo em Austin.

Você pode ouví-lo na íntegra no player abaixo: