sábado, 3 de junho de 2017

Um dos maiores clássicos do Genesis ganhou uma linda animação em vídeo


Veja que bela animação ganhou a canção "Supper's Ready", do icônico álbum "Foxtrot", de 1972, da fase Gabriel, claro.

Assista:

As 10 melhores duplas de guitarristas segundo a Loudwire


A revista especializada Loudwire divulgou um vídeo sintetizando imagens de dez grandes duplas de guitarristas do mundo do Heavy Metal.

Assista:

Álbuns lançados em 3 de junho


Deep Purple - "In Rock", 1970
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Bruce Dickinson - "Balls to Picasso", 1994
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Weezer - "Weezer", 2008.
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Saxon - "Call to Arms", 2011.
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Assista George Harrison tocando com o Deep Purple


O site Guitar World resgatou um vídeo em que George Harrison faz uma jam com o Deep Purple. O registro foi feito em dezembro de 1984, durante uma apresentação da banda em Sydney, na Austrália. Na ocasião, eles fazem uma versão para "Lucille", clássico do Little Richard.

George Harrison foi amigo (e vizinho) do baterista Ian Paice e do tecladista Jon Lord. Vale destacar que Lord chegou a participar de um disco solo de Harrison, "Gone Troppo" (1982).

Assista:


Cris Cornell estava sob efeito de fortes remédios quando se matou


Como suspeitava e declarou a viúva de Chris Cornell, Vicky, o frontman do Soundgarden estava sob efeito de fortes substâncias medicamentosas, o que segundo ela, fora o suficiente para desorientá-lo a ponto de subtrair a própria vida.

Conforme o resultado do exame toxicológico foram encontradas amostras do sedativo Butalbital, do ansiolítico Lorapezam, do descongestionante Pseudoefedrina e outros barbitúricos.

"Muitos de nós que conhecíamos bem o Chris percebemos que ele não era o mesmo nas suas últimas horas e que algo estava errado. Aprendemos com esse relatório que várias substâncias foram encontradas em seu sistema. Após anos de sobriedade, esse momento de terrível julgamento parece ter afetado e alterado seu estado mental. Algo claramente deu muito errado e eu e meus filhos estamos com os corações partidos e devastados pelo fato desse momento não poder ser voltado atrás. Apreciamos todo o amor que recebemos durante esse período extremamente difícil e estamos dedicados em ajudar outras pessoas para que esse tipo de tragédia não aconteça", disse Vicky.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Assista ao dueto entre Elton John e Jack White


O vídeo de "Two Fingers of Whiskey" integra o documentário "American Epic Sessions", que será exibido no próximo dia 6 no canal americano PBS.

Nele os artistas renomados de hoje se apresentam tocando em equipamentos dos anos 20.

O filme contou também com números de Alabama Shakes, Beck, Avett Brothers, Los Lobos, Willie Nelson, Merle Haggard, Steve Martin, Edie Brickell, Rhiannon Giddens, Raphael Saadiq.

Pink Floyd: os 45 anos de Obscured by Clouds


Quando o sétimo álbum de estúdio do Pink Floyd, "Obscured By Clouds", fora lançado, o grupo estava prestes a entrar novamente no estúdio para o início das sessões de gravação do gigante e oitavo álbum "The Dark Side Of The Moon".
Dessa forma, apesar de Obscured ser somente mais uma trilha sonora endereçada ao filme "La Valée", do diretor iraniano Barbet Schroeder, o segundo deste diretor que o Floyd musicou ("More" foi o primeiro), o disco apresenta imensa qualidade musical, com músicas de alto nível como "Burning Bridges" (Waters/Wright), "The Gold It's In The..." (Gilmour/Waters), "Wot's Uh The Deal" (Gilmour/Waters), "Mudmen" (a única música assinada pela dupla Gilmour/Wright até o noventista "The Division Bell), "The Childhood's End" (Gilmour), "Free Four" (Waters) e "Stay" (Wright/Waters).
Ou seja, foram supracitadas sete dentre as dez musicas do álbum, o que mostra que a banda estava já a um passo da perfeição atingida enfim no álbum vindouro.
Com "Obscured by Clouds", o Pink Floyd começava a ganhar terreno no mercado fonográfico norte-americano, preparando os yankees para o big bang" do single "Money", que arrebataria a América, assim como todo o álbum seguinte.
Nos anos 2000, David Gilmour ressuscitou esse álbum em seu repertório quando incluira a magnífica canção "Wot's Uh The Deal" no setlist da turnê do álbum "On A Island".  
Quanto ao filme que ele sonoriza? Mantenha bastante distância!

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Tracklist:

Obscured By Clouds
When You´re In
Burning Bridges
The Gold It´s In The ...
Wots ... Uh The Deal
Mudmen
Childhood´s End
Free Four
Stay
Absolutely Curtains.

Álbuns lançados em 2 de junho


Pink Floyd - "Obscured by Clouds", 1972.
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Bruce Springsteen - "Darkness on the Edge of Town", 1978.
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Queen - "A Kind of Magic", 1986.
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Smashing Pumpkins - "Adore", 1998.
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Assista ao trailer do novo documentário sobre o Sepultura


"Sepultura Endurance" chegará no dia 15 de junho próximo.

Ouça a nova música do Nickelback


"Must be Nice" integra o álbum "Feed the Machine", que chegará no dia 16 de junho próximo.


Tracklist:

01. Feed The Machine
02. Coin For The Ferryman
03. Song On Fire
04. Must Be Nice
05. After The Rain
06. For The River
07. Home
08. The Betrayal (Act III)
09. Silent Majority
10. Every Time We're Together
11. The Betrayal (Act I)



Divulgue sua banda: do Rio Grande do Sul, banda Sophia Loren lança seu novo EP


A banda gaúcha Sophia Loren abriu seus trabalhos em 2000 e em 2005 entrou em hiato tendo retomado as suas atividades em 2014.

Com seu trabalho autoral voltado para raízes "aborígenes" como os proprios sugerem, o grupo está no momento lançando seu novo EP Lovers Strangers, contendo quatro canções.

Uma delas é "Baby Come back", que você pode conferir no vídeo abaixo:


Banda Sophia Loren - contatos:

Soundcloud


Quer ver sua banda divulgada na Confraria? Mande seu material pra gente no e-mail: confrariafloydstock@gmail.com

Ouça a nova música da Lorde


"Perfect Places" integra o novo álbum "Melodrama", que chegará no dia 16 de junho próximo.



Ouça a nova música do Accept


A faixa-título do álbum "The Rise Of Chaos", que chegará no dia 4 de agosto próximo, pode ser ouvida no link abaixo:

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Tracklist:

01. Die By The Sword
02. Hole In The Head
03. The Rise Of Chaos
04. Koolaid
05. No Regrets
06. Analog Man
07. What’s Done Is Done
08. Worlds Colliding
09. Carry The Weight
10. Race To Extinction

Ouça música inédita do Radiohead


"I Promise" integra a versão comemorativa dos vinte anos do álbum OK Computer", que chegará em 23 de junho próximo.

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quinta-feira, 1 de junho de 2017

John Mayer e Dead And Company têm show interrompido por ameaça de bomba


John Mayer e os fundadores da banda Grateful Dead - Bob Weir, Mickey Hart e Bill Kreutzmann - passaram por um susto durante a apresentação do tributo Dead & Company nesta quarta (31), no Hollywood Bowl.

Durante a execução da música "He's Gone", uma ameaça de bomba interrompeu o show do grupo, levando os integrantes a saírem do palco para a averiguação da polícia.

Cães treinados para detectarem explosivos inspecionaram a área e não encontraram nenhum sinal de perigo. O processo levou cinco minutos, e logo a banda retornou ao palco para dar continuidade ao repertório.

A polícia de Los Angeles emitiu um comunicado afirmando que a segurança da casa tomou as devidas precauções de segurança. O susto aconteceu poucos dias depois de um ataque terrorista no show da cantora pop Ariana Grande, em Manchester, na Inglaterra, quando 22 pessoas morreram.

Veja abaixo o momento em que o Dead & Company retornou ao palco do Hollywood Bowl após o show ter sido interrompido.

VIA UOL

Álbuns lançados em 1 de junho


The Beatles - "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band", 1967.
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David Bowie - "David Bowie", 1967.
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The Runaways - "The Runaways", 1976.
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George Harrison - "Somewhere in England", 1981.
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Talking Heads - "Speaking in Tongues", 1983.
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The Police - "Synchronicity", 1983.
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Novo clipe do Deep Purple


"Johnny's Band" integra o álbum "inFinite", lançado no dia 7 de abril último.

Veja o novo clipe de música inédita do Foo Fighters


"Run" foi lançada de surpresa com vdeoclipe dirigido pelo próprio Dave Grohl.

Ainda não se sabe se a canção integrará um álbum.


Os 50 anos de Sgt. Pepper's: entrevista exclusiva com o Sargento Pimenta


O GOLPE DE '67! (Pelo confrade Renato Azambuja.)

Sargento Pimenta, militar de meia-idade da reserva, preso por fraude ao ser flagrado vendendo cópias adulteradas do álbum clássico dos Beatles (uma 'reedição de luxo' contendo Strawberry Fields e Penny Lane), resolve romper um silêncio de 50 anos num acordo de delação premiada para tentar recuperar seu prestígio junto às novas gerações, e confessa: 'Sim, foi tudo parte de um grande golpe!'.
O Blog Confraria Floydstock obteve com exclusividade as gravações e uma entrevista de igual teor, que transcreve abaixo, na data do jubileu de Sgt. Pepper´s Lonely Hearts Club Band:

CF: De que tipo de golpe estamos falando, Sargento?
SP: De um golpe militar, ora bolas! Eu sou um sargento!

CF: Ok. E de que trata esse golpe?
SP: Foi um golpe contra o poder estabelecido, contra Abbey Road, contra os Beatles. Eu assumi o controle! Eu e a banda dos corações solitários.

CF: Certo, isso está ficando interessante. Então o álbum não é obra dos Beatles? O golpe está relacionado com a suposta morte de Paul McCartney?
SP: Oh, não! Paul estava bem vivo, e ainda está. A ordem partiu dele, aliás. Eu subjuguei o restante da banda sob o comando de Paul McCartney, e assim o álbum foi gravado!

CF: Meu Deus! Por que ele fez isso? Por que ele procurou o Sr? Quais as suas credenciais, o Sr já lutou em alguma guerra?
SP: Sim, eu e os corações solitários derrotamos os Malvados Azuis e libertamos Pepperland. Paul McCartney queria ser o líder da banda e requisitou meus serviços. O estopim para o golpe foi o primeiro levante ocorrido no seio do grupo.

CF: Levante? O Sr pode falar em termos não militares? Que levante foi esse? Os Beatles já estavam se desentendendo antes do lançamento de Sgt Pepper´s?
SP: Foi mais do que um desentendimento, foi um levante, um motim! Beatle contra Beatle! A banda estava perdendo força, e a estratégia de George Martin mostrou-se inadequada, outro motivo para a necessária tomada de poder.

CF: Que levante foi esse, quando ocorreu?
SP: O caos se instalara na banda, as gravações se estendiam por tempo demais. Faltava disciplina. Pra piorar, Martin, num ato impensado, lançou o single de 'duplo lado A' com Strawberry Fields e Penny Lane, que acabaram não sendo incluídas no Long Play. Não até esse ano, quando resolvi por bem fazer justiça e 'terminar o serviço', junto com essa confissão.

CF: Ah, o 'levante' em questão foi a competição entre as canções do mesmo single, uma lutando contra a posição da outra nas paradas de sucesso.
SP: Você me entendeu....

CF: Houve outros fatores? O que mais desencadeou o golpe?
SP: Sim, os Beatles não tocavam mais ao vivo, ninguém precisaria saber quem estava por trás do projeto. Não havia 'aparências' a manter. Além disso, John virou um pai de família suburbano, fraco e indisciplinado. 'A fish in a barrel', como dizemos na caserna.

CF: Houve outros envolvidos?
SP: Sim, o Sr Wilson.

CF: Wilson...?
SP: Brian Wilson!

CF: 'O' Brian Wilson, dos Beach Boys? Ele participou do golpe?
SP: Indiretamente. Paul e Brian vinham conspirando já há algum tempo, desde o lançamento de Rubber Soul. Pet Sounds foi o código para a eclosão do golpe, para irmos além e tomar o poder.

CF: Ir além?
SP: Exato! Brian demonstrou que a banda era desnecessária, gravando o PS com músicos de estúdio, a 'Wrecking Crew', enquanto os Beach Boys excursionavam. Apesar de ser um gênio, Brian não tinha a disciplina e a fibra necessários para dar o próximo passo....

CF: E qual foi esse passo? O golpe?
SP: O golpe, que consistia em eliminar a barreira entre a arte e o pop. O Sr Wilson, na verdade, criou uma obra de arte pura, inviável do ponto de vista mercadológico. Os Beatles foram além, ultrapassando as limitações de estúdio da época, criaram novas técnicas de gravação e reinventaram os conceitos de pop, de álbum e, de quebra, Os Anos Sessenta!

CF: Quando você diz 'os Beatles', quer dizer que os demais também colaboraram? Qual foi sua real participação na concepção do álbum e das canções?
SP: Enorme. Meu nome está na capa, não está?

CF: Sim, o Sr teve a ousadia de colocá-lo lá, sem o menor receio de que fosse descoberto.
SP: A maior façanha do diabo foi convencer a todos da sua inexistência.

CF: Muito bem. E o Sr tem esperanças de recuperar seu prestígio com essa delação?
SP: Na verdade, eu não me preocupo com isso. As gerações passam, mas eu não. Se escolhem passar sem mim, o problema é delas. E eu também posso muito bem pular algumas, como um atavismo.

CF: Então por que o Sr resolveu fazer a confissão?
SP: Eu devia esse pequeno favor a um amigo."



quarta-feira, 31 de maio de 2017

Oasis: Ouça o primeiro single da carreira solo de Liam Gallagher


"Wall of Glass" integra o álbum "As You Were", que chegará em outubro próximo.

Allman Brothers: Gregg será enterrado ao lado de Duane


Gregg Allman descansará ao lado do seu irmão, Duane, morto em 1971, e de Berry Oakley, baixista do Allman Brothers, que morreu em 1972.

O músico, falecido dia 27 de maio, será enterrado em Macon, na Geórgia, cidade que acolheu a banda. Os irmãos Allman nasceram em Nashville e cresceram em Daytona Beach, mas Macon tornou-se a base do Allman Brothers durante as décadas ao longo dos anos.

Segundo Michael Lehman, manager de Gregg, a cerimônia, que acontecerá no Macon Telegraph, será aberta a um público entre 75 e 100 pessoas, limitando-se a familiares e amigos próximos. A pedido do próprio Gregg Allman, as pessoas não devem vestir ternos, mas jeans ou casacos esportivos.

Glastonbury: o maior festival do planeta!


Indubitavelmente o festival bretão Glastonbury sobra em tamanho e dimensões.

Para  a edição deste ano que ocorrerá entre 21 e 25 de junho próximo em Pilton, Inglaterra, foram elencadas nada menos que mil bandas em cem palcos diferentes. Nababesco.

Confira a programação completa AQUI

Sabe-se lá porque: estátua de Tom Araya é inaugurada em Zoológico da Ucrânia


Inaugurada em 28 de maio último no XII Months Zoo, na vila de Demidiv, Ucrânia, com tamanho natural e acompanhada por um pilar de pedra onde estão trechos da letra de “Dead Skin Mask”.

Qual o contexto? Quem souber, comente!


Possível reunião do Oasis neste fim de semana em Manchester


Após o atentado ocorrido durante o show da cantora Ariana Grande em Manchester no dia 22 de maio, a artista norte-americana anunciou um show beneficente especial no próximo dia 4 de junho. O concerto já tem as presenças confirmadas de Coldplay, Justin Bieber, Pharrell Williams, Miley Cyrus, Katy Perry, Usher, Take That e Niall Horan, e terá toda a sua renda revertida a entidades que estão auxiliando as famílias das vítimas.

Desde o anúncio do show, circulam rumores sobre uma possível reunião do Oasis para participar do evento, rumores esses que ganharam mais força após um dos integrantes do Black Eyes Peas, Taboo, listar o grupo como uma das atrações. O músico, segundo a NME, publicou uma foto em seu perfil no Twitter marcando todos os grupos que vão participar do show, incluindo o Oasis. Mais tarde, provavelmente após levar uma chamada da organização por estragar a principal surpresa da noite, ele apagou a imagem.

Não custa relembrar que Manchester é a terra natal do Oasis, a principal banda de rock inglesa da década de 1990, e que uma das cenas mais marcantes dos tributos às vítimas do atentado foi a de uma garota cantando “Don't Look Back in Anger” e sendo seguida pela multidão.

Álbuns lançados em 31 de maio


Steely Dan - "The Royal Scam", 1976.
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Electric Light Orchestra - "Discovery", 1979.

Whitesnake - "Ready An’ Willing", 1980.

Stone Temple Pilots - "Purple", 1994.

The Beatles: Polícia acha corpos em casa de John Lennon


Os corpos de uma mulher e duas crianças foram encontrados em um flat onde viveu John Lennon, dos Beatles, em Liverpool. A informação é da BBC.

Segundo a rede britânica, a polícia foi chamada por volta das 19h30 locais para o imóvel e encontrou os corpos. Um homem de 30 anos foi preso, suspeito de assassinato.

As autoridades de Merseyside acreditam que o caso se trata de uma tragédia familiar. A autópsia está sendo realizada para esclarecer a causa das mortes.

A casa, localizada na Falkner Street, no bairro de Georgian Quarter, é frequentemente visitada por fãs dos Beatles e faz parte do roteiro de passeios de quem deseja conhecer mais sobre a banda inglesa.

Em entrevista à BBC, um homem, que preferiu não se identificar, disse que uma família com duas crianças vivia no flat. "Eu não os conhecia, eu só sabia que tinha uma família vivendo lá", afirmou.

Segundo a polícia, os moradores da rua precisaram deixar suas casas por alguns instantes devido a um vazamento de gás.

John Lennon viveu no local por alguns anos com sua primeira esposa, Cynthia, logo após seu casamento, em 1962.



Wander Wildner se pronuncia sobre as acusações de machismo e racismo feitas por dono de bar


Seguindo a novela (e espero que seja seu epílogo) que se iniciou na segunda-feira, quando publicamos aqui que Wander Wildner teve show interrompido devido à declarações machistas e racistas e que se sequenciou quando o produtor do cantor se pronunciou, eis que por fim o próprio Wander soltou nota extensa explicando o ocorrido.

A declaração de Wander Wildner está na íntegra abaixo:

"Eu gostaria aqui de me manifestar sobre a bola de neve que se formou em cima de uma opinião postada na rede social por um dono de bar onde me apresentei sábado (na opinião dele eu tinha sido racista e machista). Ele postou isso domingo, eu li e fiz um post dizendo que o que tinha acontecido tinha sido um mal entendido, até porque não sou racista nem machista. Ele retirou o post no domingo mesmo, mas na rede continuou a discussão. Não imaginei que um mal entendido tomasse tamanha proporção, até porque ele retirou o post da rede. Pensei que ele tinha se tocado da besteira que fez e fiquei tranquilo. Mas como na rede a história tomou uma proporção maior tenho que explicar o que aconteceu. O som do lugar estava péssimo e fiquei varias vezes no começo do show tendo que parar e arrumar. Acho quase que certamente que o dono do bar não gostou das minhas reclamações. Meus shows solos são repletos de textos, histórias engraçadas e comentários entre as músicas. No final da música “Eu queria morar em Beverly Hills” eu termino sempre pedindo uma bebida para a Daryl Hannah (personagem da música), e nesse dia eu disse para a personagem da música “Traga-me una IPA, sua vadia”, fazendo uma alusão ao fato de Daryl estar namorando o Neil Young, o que levou ao fim um casamento de muitos anos dele com Pegi Young e como fan isso me tocou. Talvez quase que certamente eu não devesse tratar ela como vadia, sorry Darryl. E aqui estendendo as minhas sinceras desculpas a todas as mulheres. Seguindo a história, em outro momento do show antes da música “Mares de cerveja” eu costumo pedir uma cerveja para brindar com o público. Nesse bar trabalha um amigo e parceiro meu, que é negro, e eu fiz uma cena, olhando pro dono do bar dizendo - aquele teu funcionário negro está aí? Daí olhei para o público e disse – eu chamo ele de negro e ele me chama de alemão, e não temos problema nenhum com isso. Ok, talvez quase que certamente não devesse ter feito esse texto, sinto muito.

No final do show olhei para o dono do bar e disse – já que nenhuma vadia me trouxe uma cerveja vou cantar a última música. Daí ele desligou o som, o show acabou e eu fui embora. Talvez com certeza não devesse me referir ao dono do bar como vadia, mas minha maior chateação na verdade desde o começo era com ele. O Tribunal do facebook de Tom Zé acabará de me julgar... Minha decisão de não falar textos entre as músicas está tomada, porque podem haver mal entendidos, o que não é nada legal. Reforço pedido de desculpas pelo ocorrido.

Aproveito também para colocar o depoimento do jornalista Mauro Garcia Dahmer, presente no show: Eu estava lá e a história foi mais ou menos assim: O show estava marcado para as 19h00. O Wander chegou às 18h30 e a casa estava lotada. Não havia técnico de som e o equipamento não estava montado. O Wander começou ele mesmo a montar tudo e o show começou pontualmente às sete da noite. Às sete e meia chegou o Alan (dono da casa) e surpreso perguntou "já começou?". O som da casa é ruim e começou a apitar e foi apitando até a última música com várias paradas e mesmo assim o público todo se divertindo pra caraca... Mas quem conhece o Wander percebeu que ele estava ficando irritado... Pediu uma cerveja e nada, outra cerveja e nada, nem água... Ele operando o som e tocando... Todo mundo bebendo vinho, cerveja artesanal e a casa ganhando dinheiro. Mais ou menos na metade do show o Wander começou a fazer piadas bem mal humoradas para o dono da casa..."O Negão que trabalha pra ti não pode me trazer uma cerveja? (até onde sei o Malásia e o Wander se tratam de Negão e Alemão desde que se conhecem). O show foi ficando cada vez mais punk mas o público seguia se divertindo e achando tudo engraçado mesmo com as paradas pelo som ruim. Nesse momento eu já estava do lado de fora porque não aguentei tanta microfonia...Começou a tocar Daryl Hanna que é uma música que narra uma paródia de um playboy que quer morar em Beverly Hills. É uma paródia ao machismo consumista e a última fala da letra é "Traga-me tequila babay", e foi aí que o Wander, dentro do personagem, largou um "já que nenhuma vadia me trouxe cerveja vou fazer a última canção". O Alan ficou puto da cara e cortou o som... --> fato: ninguém vaiou ou reclamou de machismo ou racismo durante o show porque era evidente que o Wander estava reclamando da casa e lutava contra o som ruim e a falta de cerveja. O show estava lotado de mulheres e nenhuma me pareceu ofendida ou demostrou isso. O Alan publicou no Facebook só a versão dele sem contar o contexto e depois apagou do mas daí o tribunal já estava armado. A casa é legal e o Alan é gente fina e preocupado com questões sociais mas o Wander, com razão, estava puto da cara com o tratamento e a falta de atenção da casa ao trabalho do artista --> conclusão: se eu fosse feminista não tentaria formular discursos numa briga de dois punkrockers sem ter visto a cena. Foi um bate boca de machos daqueles que qualquer mulher com juízo deveria evitar. A banda do Wander em SP é um trio composto por ele e duas mulheres fodonas que mandam na banda e fica bem difícil acusar ele de machismo, ainda mais porque não houve discurso nenhum... Foi mais ou menos isso. Uma bobagem que o tribunal do facebook repercutiu sem ver ou saber os fatos″.

Show de David Gilmour Live at Pompeii será exibido nos cinemas


A apresentação de David Gilmour nas ruínas de Pompeia em julho de 2016 será mostrada nos cinemas pelo mundo no dia 13 de setembro próximo.

O show pertencente a última turnê de divulgação do álbum "Rattle That Lock", do eterno guitarrista floydiano  se tornou histórico pois reviveu o antológico filme "Pink Floyd Live At Pompeii", filmado em 1972 no mesmo local e disponível em DVD.

Ainda não se sabe qual rede aqui do Brasil fará a exibição.

Para o exterior os ingressos podem ser adquiridos AQUI.

Provavelmente, para não dizer certamente, mais adiante lançamentos nos formatos domésticos, Blu-ray e/ou DVD virão.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Sgt. Peppers 50: Quando o Pink Floyd e David Crosby visitaram as sessões de "Lovely Rita"


Como o antagonismo dos medidores de parquímetro, um Byrd muito chapado e um certo grupo psicodélico em ascensão tomaram parte no clássico de Paul McCartney

Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, que a revista Rolling Stone intitulou como o melhor álbum de todos os tempos, completará 50 anos em 1º de junho. Em honra ao aniversário, e coincidindo com um relançamento de luxo de Sgt. Pepper´s, apresentamos uma série de análises aprofundadas - uma para cada uma das faixas do álbum, excluindo a breve reprise de "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" no Lado B - que exploram os bastidores deste álbum revolucionário e amado.
A seção de hoje revive as reuniões da cúpula do rock que ocorreram durante a gravação de "Lovely Rita".
No início de 1967, Abbey Road era um dos poucos lugares restantes do planeta onde os Beatles podiam assegurar um mínimo de privacidade. Como tal, o estúdio assumiu um significado quase sagrado, e os forasteiros eram vistos com suspeita. Era uma regra tácita que esposas e namoradas não eram bem-vindas, exceto em ocasiões muito especiais, e mesmo o empresário Brian Epstein entrava por sua própria conta e risco. Uma vez durante uma visita ao estúdio, ele ousou sugerir que os vocais soassem ligeiramente 'achatados'. "Você cuida de suas porcentagens, Brian. Nós cuidamos da música", John Lennon revidou. A presença de Epstein tornou-se rara depois disso.
O Studio 2, de 36 metros por 21, tornou-se o centro do mundo da banda, povoado pelos leais confidentes Neil Aspinall e Mal Evans, o produtor George Martin, o engenheiro Geoff Emerick, um punhado de técnicos e, ocasionalmente, o jornalista Hunter Davies, que estava trabalhando na biografia dos Beatles. Além disso, apenas velhos amigos e a elite do rock receberam acesso a este santuário interior. Ao gravar o clímax orquestal para "A Day in the Life" em 10 de fevereiro, os Beatles lançaram um pequeno evento no cavernoso Studio 1 ao lado, convidando Mick Jagger, Keith Richards, Donovan, Marianne Faithfull e Michael Nesmith dos Monkees. Algumas semanas depois, eles receberiam vários outros convidados notáveis enquanto trabalhavam na faixa "Lovely Rita".
A música tinha tomado forma na imaginação de Paul McCartney durante uma viagem para ver seu pai e irmão em Liverpool no início desse ano. "Lembro-me de uma noite, passeando e trabalhando nas letras enquanto caminhava", disse o biógrafo Barry Miles no livro Many Years from Now. "Era a época em que os medidores de parquímetro estavam tomando conta, antes disso podíamos estacionar livremente, então as pessoas tinham um sentimento bastante antagônico em relação a essa gente". Tendo sido multado várias vezes, a sua primeira inclinação foi vingar-se de forma lírica, escrevendo uma sátira anti-autoridade. "Eu estava cogitando que esta deveria ser uma música de ódio:'Você levou meu carro e hoje estou tão triste', e você não veria Rita com bons olhos", ele explicou em uma entrevista com o ilustrador Alan Aldridge. "Mas então pensei que seria melhor amá-la".

Sobre o tema, ele lembrou-se de ter lido que as agentes de tráfego tinham um apelido nos Estados Unidos: empregadas do medidor. "Eu pensei, Deus, isso é tão americano! Além disso, para mim,'empregada' tinha conotações sexuais, como uma criada francesa ou uma ama de leite. Há algo de bom em 'empregada' ". E o 'medidor' fez tudo soar um pouco mais oficial, como o medidor em um táxi; 'o medidor está correndo, empregada'. Ouvir aquilo me divertiu ... 'Rita' era o único nome que eu poderia pensar que iria rimar, então eu comecei com 'Rita', 'empregada do medidor', 'Amável Rita'. E eu apenas fantasiei com a ideia".
"Décadas depois, uma mulher chamada Meta Davis apresentou-se afirmando ser a empregada do parquímetro em questão. Nos anos sessenta, ela serviu como a primeira diretora de tráfico feminino no bairro londrino de St. John's Wood, onde McCartney morava. Mais estranho ainda, Davis diz que uma vez multou o Beatle. "Foi na primavera de 1967 que multei o carro de Paul", disse Rita ao autor Steven Turner em seu livro, A Hard Day's Write . "Ele estava estacionado ao lado de um medidor que indicava excesso de tempo, então eu lhe dei uma multa de dez xelins. ... Eu simplesmente coloquei no pára-brisas quando Paul veio e tirou-o. Ele olhou para aquilo e leu minha assinatura, escrita por extenso, pois havia outra M. Davies na mesma unidade. Quando ele estava se afastando, ele se virou para mim e disse: "Oh, seu nome é realmente Meta?" Eu disse a ele que era. Conversamos por alguns minutos e ele disse: "Esse seria um bom nome para uma música. Você se importaria se eu usar?" E foi isso. E ele se foi... .Então, alguns meses depois, eu ouvi 'Lovely Rita' no rádio. "O próprio McCartney nega que a interação conscientemente inspirou a música. "Não foi baseado em uma pessoa real", disse ele a Miles. "Eu acho que era mais uma questão de coincidência. ... Eu não pensei: 'Uau, essa mulher me deu uma multa, vou escrever uma música sobre ela'. Nunca aconteceu assim".
Depois de gravar a trilha de apoio instrumental, a banda se reuniu no dia seguinte para tratar dos vocais. Enquanto trabalhavam, duas estrelas do pop apareceram para se juntar a eles: Tony Hicks dos Hollies e David Crosby dos Byrds. Os Beatles ficaram íntimos de Crosby durante uma estada prolongada em Los Angeles em sua turnê americana de 1965, inclusive tomando ácido com ele e com o Byrd Jim McGuinn. Os grupos continuariam a compartilhar uma grande afinidade um com o outro - particularmente George Harrison e McGuinn, que se encorajavam um ao outro a introduzir os costumes indianos no pop ocidental com suas dissonantes Rickenbacker de 12 cordas.
Todos os Beatles valorizaram a opinião de Crosby, então, quando ele visitou Abbey Road, eles estavam ansiosos para apresentar a ele um dos seus últimos trabalhos. "Eu estava, tão próximo quanto me lembro, o primeiro ser humano além deles e George Martin e os engenheiros a ouvir 'A Day in the Life'", lembrou Crosby em entrevista a Filter . "Eu estava alto como uma pipa - tão alto que eu estava caçando gansos com um ancinho. Eles me sentaram, eles tinham enormes alto-falantes, como caixões com rodas, que empurraram de cada lado do banquinho. Quando chegou ao fim do acorde de piano, cara, meus cérebros estavam no chão".
Também estava à disposição naquela noite Leslie Bryce, a fotógrafa da revista The Beatles Book Monthly, que tirou várias fotos de Lennon, McCartney, Harrison e Crosby reunidos em torno de um microfone. O artigo que as acompanha insinua que Crosby adicionou vocais de backup em "Lovely Rita", mas sua contribuição, se alguma vez existiu (Crosby nunca o afirmou), não foi usada. No entanto, a câmera de Bryce não conseguiu capturar o cantor Shawn Phillips, que afirma que também estava presente com Crosby e Hicks. O folk-rocker americano era um colaborador musical e um companheiro próximo de Donovan, um amigo dos Beatles. "Nós nos conhecemos num ano a essa época, e Paul nos convidou para Abbey Road, e nós fomos lá", Phillips disse a Goldmine em 2012. "Nós fomos ao estúdio e, em algum momento, Paul disse,' Precisamos de vocais de apoio aqui. Isto é o que eu quero que você cante.'Então David Crosby e eu fomos lá e cantamos vocais de apoio em 'Lovely Rita'." Além de suas próprias afirmações, a presença de Phillips permanece não confirmada.
Os Beatles revisitariam "Lovely Rita" no dia 7 de março, quando utilizaram uma série de overdubs não convencionais. Em suas memórias de 2006, Geoff Emerick recorda-se da banda "de pé em torno de um único microfone cantarolando através de um pente com papel, cada pente inestimável cuidadosamente envolvido com uma única camada do papel higiênico padrão da EMI, extra-áspero, do qual estávamos constantemente reclamando " Para conseguir um efeito kazoo, Mal Evans foi despachado para os banheiros do estúdio para coletar vários rolos, cada peça marcada com as palavras "Propriedade da EMI" para impedir o roubo. O papel higiênico era, de acordo com Harrison, "como linóleo", e suas queixas finalmente alteraram a política de papel higiênico da EMI. (Um rolo do material ofensivo foi posteriormente vendido em 2011 por 1.000 libras por folha).
A música foi completada em 21 de março, depois que o grupo gravou os vocais de apoio para "Getting Better". Na mesma noite, Lennon tomou LSD por acidente, então seu envolvimento na sessão foi mínimo, pois os demais membros da banda lutaram para conceber uma maneira de preencher a lacuna solo em "Lovely Rita".Emerick finalmente teve a idéia vencedora. "Minha sugestão foi que eles tentassem algo no piano. Para minha surpresa, Paul perguntou: 'Por que você mesmo não toca?' Em uma resposta impulsiva - e para meu eterno arrependimento - eu declinei, eu estava simplesmente com muita vergonha de demonstrar minhas habilidades musicais." Paul deu de ombros e testou a sugestão, mas ele ainda não estava cem por cento certo de que era uma boa ideia, então ele tinha George Martin para tocar alguma coisa em vez disso. "Martin empregou um truque que ele usou na faixa de Rubber Soul 'In My Life', gravando uma parte do piano numa velocidade lenta. Quando reproduzida na velocidade apropriada, o efeito era de um riff de Honky-Tonk selvagem".
Durante toda a noite, os Beatles receberam várias visitas, incluindo o editor de música Dick James, o agente administrativo Peter Brown e Ivan Vaughan, que apresentou John Lennon e Paul McCartney pela primeira vez em 1957. Mas talvez o mais notável fosse Norman Smith, que trabalhou como engenheiro dos Beatles até o ano anterior. Desde então, passou a desempenhar um papel de produção e estava trabalhando no Studio 3, nas gravações do álbum de um novo grupo: Pink Floyd.

"Muito educadamente, [Smith] perguntou a George Martin se seus meninos poderiam aparecer para ver os Beatles no trabalho", Davies escreveu na biografia dos Beatles. "George sorriu, inutilmente. Norman disse que talvez devesse pedir a John pessoalmente, como um favor. George Martin disse que não, isso não funcionaria, mas que, se por acaso ele e seus meninos aparecessem às onze horas, ele veria o que seria capaz de fazer".
Isso é exatamente o que Smith fez. Embora Pink Floyd tivesse se tornado a banda oficial da cena underground de Londres, com aparições no ultra-hip clube UFO, eles ainda estavam intimidados pela presença dos Beatles. "Eles eram figuras divinas para nós", lembrou o baterista Nick Mason em uma entrevista de 2011 no The Wall Street Journal. "Todos pareciam extremamente agradáveis, mas estavam em um estrato tão superior a nós que estavam fora da nossa liga". Ele descreveu a reunião em suas memórias de 2004, Inside Out: A Personal History of Pink Floyd. "Nós fomos introduzidos no Studio 2, onde os Fab Four estavam ocupados gravando 'Lovely Rita'. A música parecia maravilhosa e incrivelmente profissional....Havia pouca ou nenhuma brincadeira com os Beatles. Nós nos sentamos humildemente, na parte de trás da sala de controle enquanto eles trabalhavam na mixagem, e depois de um bom (e embaraçoso) período de tempo, fomos levados para fora novamente ".
A lembrança de Roger Waters sobre a breve reunião da cúpula do rock é um pouco menos calorosa. "Eu só conheci John Lennon uma vez, para o meu grande arrependimento, e isso ocorreu na sala de controle número 2", disse ele em uma entrevista com Marc Maron. "Ele estava um pouco azedo. Ele era bastante mal humorado - e eu também!"

Charles Bradley atropela câncer e voltará aos palcos


Ótima notícia: após se submeter a um tratamento contra um câncer no estômago, Charles Bradley anunciou o seu retorno aos palcos.

O soulman tem marcados trinta shows entre os meses de junho e outubro, onde rodará pelos Estados Unidos levando a sua música até os fãs. Algumas das apresentações serão ao lado de Joss Stone e The Roots.

Ritchie Blackmore lança nova música do Rainbow, a primeira em 22 anos


Depois de reunir um grupo de músicos no ano passado e se apresentar três vezes com seu novo Rainbow, o guitarrista Ritchie Blackmore disponibilizou hoje duas canções: a primeira é a inédita "Land Of Hope And Glory" e a segunda é uma releitura, "I Surrender", composta por Russ Ballad gravada pelo próprio Rainbow, lançada em 1981.



A atual formação do Rainbow conta com Ronnie Romero na voz, Jens Johansson nas teclas, David Keith na batera, Bob Noveau no baixo, as backing vocals Lady Lynn e Candice Night (esposa do homem), além da lenda Ritchie Blackmore na guitarra, comandando os trabalhos.

Enorme sucesso faz Bruno Mars anunciar datas extras para shows no Brasil


A procura por ingressos para os até então dois únicos shows de Bruno Mars no Brasil - dia 18/11 no Rio de Janeiro e dia 22/11 em São Paulo - foi tamanha que a produção do evento confirmou mais duas datas extras para saciar a sede dos fãs do cantor norte-americano.

Bruno Mars também tocará dia 19/11 na Praça da Apoteose e no dia 23/11 no Estádio do Morumbi, mesmos locais dos shows anteriormente já confirmados.

A venda de ingressos terá início dia 31 de maio a partir das 00:01 horas para o show de SP, e às 10h para o show no Rio. Tudo através do livepass.com.br

Noel Gallagher comemora seus 50 anos com festa inspirada em Narcos


Noel Gallagher comemorou seus 50 anos em uma super festa, com uma lista de convidados estrelada, durante o último fim de semana. Inspirada na série Narcos, da Netflix, a confraternização contou com a presença de artistas como Madonna, Bono, a estilista Stella McCartney e os atores Michael Fassbender e Alicia Vikander.

Mas sabe quem não estava presente? O irmão mais novo de Noel, antigo vocalista do Oasis, Liam Gallagher, conhecidos por não se darem muito bem. Liam afirmou que nem ele, nem a mãe foram convidados, mas acabou enviando uma mensagem de feliz aniversário para o irmão.

Bono e Noel se divertindo em uma voltinha de Vespa:


Madonna, Bono e a estilista Stella McCartney na festa:


A festa foi inspirada na série Narcos, em que Wagner Moura interpreta o traficante colombiano Pablo Escobar. Por isso, o brasileiro fez um vídeo especial para Noel:

ASSISTA AQUI

Álbuns lançados em 30 de maio


The Rolling Stones - "England's Newest Hit Makers", 1964.
COMPRE AQUI em CD, LP ou MP3

George Harrison - "Living in the Material World", 1973.

Peter Gabriel - "Peter Gabriel 3", 1980.

Bob Dylan - "Down in the Groove", 1988.

Os últimos meses de Gregg Allman e vindouro álbum


O manager de Gregg Allman, Michael Lehman comentou sobre os últimos meses do artista e mencionou o vindouro álbum "Southern Blood", em que Allman vinha trabalhando.

“Eu diria que ele sabia, nos últimos seis meses, que estava chegando ao final de sua vida, e isso o tornou bastante pacífico e resolvido com a situação. Nós cancelamos as datas da turnê em um primeiro momento, jogando os shows para o final de outubro. Esperávamos superar o final do ano, mas ele teve outra crise de pneumonia e outras doenças respiratórias. Mas, para o bem ou para o mal, Gregg conseguiu estar em casa e relaxar, mesmo que sua verdadeira paixão fosse estar na estrada. Ele tinha ouvido música, lido livros, visto seus livros e se casou com Shannon em fevereiro, então ele foi capaz de aproveitar esse tempo com ela e estar em sua casa, sentado à beira da piscina brincando com seus cachorros. E graças a Deus ele não sofreu no final, morrendo pacificamente em casa...

Sobre "Southern Blood":

...“É meu objetivo ter a certeza de que esse será um grande disco e um trabalho especial, mesmo que estivesse claro desde o início que Gregg não seria capaz de promovê-lo. Ele começou a gravar, provavelmente, há um ou dois anos com o produtor Don Was e sua banda solo. Eles passaram cerca de doze dias no Fame Studios em Muscle Shoals, no Alabama, onde discos clássicos de nomes como Aretha Franklin, Wilson Pickett, Rolling Stones e Lynyrd Skynyrd foram gravados. Duane tocou em várias sessões nesse estúdio, antes de morrer em 1971. Sua saúde na época estava boa, ele estava lutando um pouco com a recorrência de seu câncer no fígado. Ele tinha dias bons e dias ruins, e trabalhávamos o melhor possível. Alguns dias foram melhores que os outros, mas foram suficientes para fazermos algo especial. Nós documentamos muitas sessões de gravação, por isso temos uma tremenda quantidade de imagens em vídeo e fotos das sessões. Gregg estava tão feliz por estar em um estúdio tão icônico, onde seu irmão tinha gravado tantas músicas incríveis ao longo dos anos. O disco trará material original e alguns covers, mas eu realmente não posso falar muito sobre isso no momento. Gregg queria manter as informações sobre o disco em sigilo e eu preciso respeitar seu desejo. Ele queria surpreender seus amigos e fãs, e eu acho que é um disco que todo mundo vai ficar realmente animado para ouvir. Seus vocais estão ótimos, e ouvindo-os sabendo que ele estava na jornada final da sua vida é algo bastante confortador”.

Produtor de Wander Wildner rebate acusações de machismo e racismo e dono do bar responde


Conforme publicamos ontem aqui, via matéria vinculada pela Collectors Room soubemos da interrupção do show de Wander Wildner no bar Fatiados Discos em São Paulo, devido às declarações machistas e racistas do cantor egresso dos replicantes durante sua apresentação.

Ocorreu que Alan Feres, o dono do bar, que é ex-baterista do grupo Rock Rockets, ao ouvir tais proferimentos do frontman, mandou cortar seu microfone e encerrar o show.

Ontem a tarde o produtor de Wildner, senhor Paulo Zé Barcelos declarou a Collectors Room e ao site Noisey:

"O dono da Fatiado Discos manipulou e criou um factoide, jogando inverdades na rede de forma irresponsável. Chamou o artista de machista utilizando uma frase fora de contexto, jogando o Wander pra um linchamento público. Eu não tolero injustiças. O que o dono da Fatiado Discos fez com o Wander é um ato de covardia. Houve problemas entre eles desde o começo do show no último sábado, ou seja, começou ruim, andou ruim e no final o cara fez esse ataque infeliz ao Wander, que tem seus defeitos, mas machista e homofóbico ele não é. O post lá da Fatiados foi apagado depois que uma menina postou a letra de uma das músicas da banda Rock Rockets, banda ao qual [Alan Feres] o proprietário do bar, é baterista. Uma coisa não justifica a outra, o Wander não falou aquilo no sentido como foi colocado e o Feres quis se aproveitar de uma luta feminista para auto promover seu bar e posar de bom moço. Alguém aí já viu alguma letra do Wander que fala de machismo ou racismo? Já da banda do dono do bar... (ouça música ‘Eu não queria me casar’ da Rock Rockets e repare na letra). Muito fácil lançar um post fuzilar uma pessoa e correr da raia”.
"O Wander não vai falar sobre o ocorrido", pontuou o produtor. "O post [da Fatiado] foi apagado depois que uma menina postou a letra de uma música da Rock Rocket [banda na qual Alan Feres, proprietário do bar, tocou], dizendo que ele estava querendo se apoderar de uma causa em benefício próprio...

Diz a letra de "Eu quero me casar":

"...te levo para o carro e te tranco no porta malas / amarro sua mão e te dou um tapa na cara" e "lhe atiro no sofá e lhe enfio outro sopapo / só para ver se consigo dizer que te amo e quero me casar / mas você diz que não e eu decido te matar".

Posteriormente veio a réplica de Alan Feres, dono do estabelecimento:

"Eu realmente sinto muito por não poder mudar o passado. Essa música foi feita há 10 anos, numa época em que se falava muito menos em feminismo do que hoje e, consequentemente, a minha visão do mundo era completamente diferente. Essa letra me foi apresentada como transgressora (eu não era o letrista da banda). Violência de um personagem psicopata com estética de filme de terror. Essa era a desculpa da época. Pura idiotice, ridículo. Não sei como deixei isso passar. Realmente, não tem desculpas. Depois percebi que estávamos na verdade reforçando o padrão machista imposto pelo patriarcado, e que isso é na verdade a base desse 'sistemão' que vivemos. Então, não tem nada de transgressor aí. Definitivamente, não me orgulho disso, muito pelo contrário, morro de vergonha e de raiva de mim. Fui me dando conta disso aos poucos, comecei a falar pros outros integrantes que não queria mais tocar algumas musicas ao vivo, até que resolvi sair da banda. De qualquer forma, não sei como eles tão seguindo hoje em dia, mas imagino que não toquem mais essas musicas também. Na época, eu tinha aproximadamente um terço da idade que o Wander tem atualmente e muito menos acesso à informação do que temos hoje em dia. Acho que eu preferia que alguém tivesse feito uma denúncia, pois realmente demorei pra me ligar. Sei que tamanha besteira não tem desculpa, mas, por isso, fico com os ouvidos abertos pra aprender sobre a luta feminina e errar o mínimo possível. É um constante aprendizado. Tenho humildade pra dizer que eu errei e não apontar esse baita vacilo como um 'mal entendido'. Ainda bem que as mulheres se posicionam cada vez mais. Ainda bem que a casa cai para os homens. Dói pra nós, mas só assim a sociedade evolui. E, por mais que eu esteja sempre me informando a respeito do feminismo, ainda tenho muito o que aprender sobre o assunto. Não espero perdão, mas procuro evoluir todo o dia e contribuir como posso para uma sociedade mais justa. Pelos motivos que citei, obviamente não me sinto à vontade (e nem posso) chamar pra mim o protagonismo dessa luta. E, claro, nem da luta racial. Não tenho conhecimento de causa mas, uma vez que eu era o responsável pelo evento, era meu dever terminar com o show e explicar para as pessoas a razão. Não fiz mais do que a minha obrigação. Não quero 'pagar de bom moço', não quero autopromoção, não quero promover a casa em cima de uma polêmica, mas não é porque eu errei no passado que vou deixar que esse tipo de atitude se propague na Fatiado em pleno 2017, pois, felizmente, nos últimos anos esses assuntos evoluíram numa velocidade incrível. Seguimos aprendendo."

segunda-feira, 29 de maio de 2017

John Mayer no Brasil


John Mayer virá ao Brasil em outubro para cinco apresentações. O cantor está divulgando seu novo disco, The Search For Everything. A informação foi publicada na agenda do cantor em sua página oficial.

O primeiro show será em 18 de outubro em São Paulo, no Allianz Park. Em seguida, o artista se apresenta na Esplanada do Mineirão em Belo Horizonte no dia 20 de outubro; na Pedreira Paulo Leminski em Curitiba no dia 22 de outubro; no anfitiatro do Beira Rio em Porto Alegre no dia 24; e, por fim, no Jeunesse Arena do Rio de Janeiro no dia 27.

Mayer já havia divulgado a notícia de ter shows fechados no Brasil durante uma live do Instagram. O cantor liberou este ano a segunda parte de seu disco.

Mais informações:

Toda a venda de ingressos para a tour de John Mayer no Brasil será feita no site Livepass.

John Mayer em SP: 18/10, Allianz Premium R$ 640 e R$ 320 (meia) Pista R$ 320 / R$ 160 Cadeira R$ 400 / R$ 200 Cadeira superior $ 240 / $ 120.
Pré-venda p/ clientes do BB abre à meia-noite de 5ª, dia 1/6 (0h01 de 6ª, 2/6) Venda geral abre à meia-noite de domingo (4).

John Mayer em BH: 20/10, na Esplanada do Mineirão: Premium R$ 500 / R$ 250 (meia) Pista R$ 240 / R$ 120.
Pré-venda p/ clientes do BB abre no dia 20/6, às 10h Venda geral abre no dia 23/6, às 10h.

John Mayer em Curitiba: 22/10, Pedreira Premium R$ 640 / R$ 320 (meia) Pista R$ 400 / R$ 200 Camarote R$ 1.000 / R$ 500 Deck R$ 400 / $ 200.
Pré-venda p/ clientes do BB abre no dia 3/6, às 10h Venda geral abre no dia 6/6, às 10h.

John Mayer em Porto Alegre: 24/10, Anfiteatro Beira Rio Premium $ 400 / $ 200 (meia) Cadeiras $ 115 a $ 420 Lounge $ 700 / $ 350 Tribuna $ 520 / $260.
Pré-venda p/ clientes do BB abre no dia 20/6, às 10h Venda geral abre no dia 23/6, às 10h.

John Mayer no Rio: 27/10, Jeneusse Arena Premium R$ 590 / R$ 295 (meia) Pista R$ 290 / R$ 145 Cadeiras $ 120 a $ 400 Camarote $ 540 / $ 270.
Pré-venda p/ clientes do BB abre no dia 19/6, às 10h Venda geral abre no dia 22/6, às 10h.

Wander Wildner tem show interrompido devido à declarações machistas e racistas


O show realizado por Wander Wildner neste final de semana em São Paulo foi marcado por uma polêmica envolvendo declarações machistas e racistas do músico gaúcho, dono de extensa carreira solo e ex-vocalista da banda punk Os Replicantes.

Durante a apresentação no bar Fatiado Discos & Cervejas Especiais, na Pompeia, segundo relatos da produção do show e das pessoas presentes Wildner foi ao microfone e soltou “já que nenhuma vadia me traz uma cerveja”, descontente com a demora para a bebida chegar até o palco. Além disso, teria também preferido declarações racistas. O fato levou a produção do evento a desligar o microfone de Wildner e cancelar imediatamente a apresentação.

Tanto a Fatiado Discos quanto Wander Wildner soltaram declarações em suas redes sociais sobre o ocorrido. No entanto, a “defesa" de Wildner, informando que as frases fazem parte do seu show, não convence. Para um músico que vem de uma banda punk e sempre teve um discurso de contestação em relação ao sistema, as palavras de Wander soam no mínimo estranhas. E, na boa, em pleno 2017 supostamente inserir frases machistas e racistas no roteiro de um show de rock mostra uma assustadora desconexão e falta de percepção da realidade.

Abaixo estão os comunicados da Fatiado Discos e de Wander Wildner sobre os incidentes:


Álbuns lançados em 29 de maio


Crosby, Stills & Nash - "Crosby, Stills & Nash", 1969.
COMPRE AQUI em CD, LP, K7 ou MP3

Warlock, "Hellbound", 1985.

Pink Floyd - P.U.L.S.E., 1995.

Iron Maiden - "Brave New World", 2000.