sexta-feira, 21 de abril de 2017

Ouça a nova e excelente música de Roger Waters


“Smell The Roses” integra o vindouro álbum "Is This The Life We Really Want?", que chegará dia 2 de junho próximo.

Pois é, a canção soa como se ele desse continuidade à sonoridade floydiana do ponto onde ele parou, como uma sequência e evolução natural do seu legado intrínseco.



Tracklist:

1. When We Were Young

2. Déjà Vu

3. The Last Refugee

4. Picture That

5. Broken Bones

6. Is This the Life We Really Want?

7. Bird In A Gale

8. The Most Beautiful Girl

9. Smell the Roses

10. Wait for Her

11. Oceans Apart

12. Part of Me Died

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Let's Dance! Earth Wind & Fire e Chic com Nile Rodgers em turnê conunta


Earth, Wind & Fire e Chic com Nile Rodgers vãoo cair na estrada juntos para o Tour 2054. A caminhada começará em 12 de julho próximo em Oakland, Califórnia.

De acordo com um comunicado conjunto dos grupos populares e lendários, um convidado especial, um ainda não revelado DJ convidado fará parte do show e cada local terá uma configuração de assentos adaptados para a frente para permitir a dança.

A turnê será oficialmente encerrada em 22 de agosto em Detroit, no DTE Energy Music Theatre.

"Houve uma época em que só poderíamos sonhar em ver o Earthy, Wind & Fire ao vivo, agora temos a honra de compartilhar o palco juntos", disse Rodgers em um comunicado. "Prepare seus pés para um dilúvio de sucessos."

Earth, Wind & Fire estão atualmente em sua própria turnê, com várias datas marcadas para maio, incluindo uma no New Orleans Jazz e Heritage Festival.

Rodgers recentemente recebeu o Prêmio de Excelência Musical do Rock and Roll Hall of Fame,

Aversão a Donald Trump pode reunir Crosby, Stills, Nash & Young


Inclinado a deixar as rusgas de lado, especialmente com David Crosby, Graham Nash falou à Revista Variety que ambos, juntamente com Stephen Stills e Neil Young, poderão se reunir em apresentação a fim de protestar contra o presidente norte-americano Donald Trump, odiado pelos quatro.

"Acredito que as questões que nos mantêm separados são menores do que podemos fazer se chegarmos lá e começarmos a falar sobre o que está acontecendo", disse Graham Nash à publicação."Então eu estaria totalmente preparado para isso mesmo que eu não esteja falando com David e nem Neil. Acho que somos pessoas inteligentes e, no final, acho que percebemos o que podemos fazer."

Para Nash os grandes influentes da mídia, especialmente os com milhões de seguidores tais como Lady Gaga, precisam se mobilizar e usar tal influência contra o radicalismo de Trump:

"Não podemos deixar que esse homem minar tudo o que temos lutado ao longo dos últimos 30 anos, que é o que está acontecendo. Você não poderia escrever este roteiro e oferecê-lo aceito a Hollywood. Eles ririam de você: 'Então, esse cara se torna presidente e faz o quê? É uma história maluca".

Primeiras datas do São Paulo Trip estão definidas


Segundo o confiabilíssimo até aqui, Jornal Destak, o mini-festival paulistano realizar-se-á no Allianz Parque, contendo as seguintes atrações e datas:

21/9 The Who, Alter Bridge e The Cult
24/9 Aerosmith e Def Leppard
26/9 Guns N’ Roses e Alice Cooper


Ainda não foi divulgada a data para o Bon Jovi.

Aguardemos.

Graças ao Deus do Trovão, Led Zeppelin retorna às paradas americanas


Como efeito direto da canção "Immigrant Song" embalar o trailer do vindouro filme "Thor - Rgnarok", o Led Zeppelin foi novamente alçado na parada Hot Rock Songs da Billboard, onde aparece na 16ª colocação, tendo sido realizadas mais de 7 mil novas compras digitais via downloads.

ASSISTA AQUI

LEIA TAMBÉM: 
Cinema e rock and roll: algumas interações de impacto entre cena e música



Juíza barra EP póstumo de Prince que seria lançado amanhã


Ontem noticiei aqui que o EP póstumo de Prince terá seis faixas gospel-blues .

Pois bem, teria.

Acontece que a família do astro saudoso que detém o seu espólio conseguiu que uma juíza do estado de Minnesota barrasse ao menos em caráter provisório o lançamento de "Deliverance", que ocorreria amanhã, quando se completa um ano de sua morte.

A argumentação foi que as gravações quebravam um acordo de confidencialidade entre o cantor e seu ex-engenheiro de som, Ian Boxhill.

A juíza Wilhelmina Wright ainda determinou que Ian Boxhill entregue todas as "gravações originais, cópias analógicas e digitais e qualquer trabalho derivado delas", para o administrador do espólio de Prince.

Aerosmith e Def Leppard confirmados no São Paulo Trip


Com nome análogo ao Desert Trip, festival estadunidense que ocorrera no ano passado reunindo grandes artistas e bandas septuagenárias, o mini-festival que acontecerá em Sampa entre os dias 21 e 26 de setembro faz uma espécie de comensalismo cultural com o Rock in Rio,

Os principais nomes veteranos que se exibirão no Rock in Rio e outros tocarão também no Trip à mesma época.

 E a primeira confirmação é o Def Leppard que já definiu seu dia de show, 24 de setembro, e data para a venda de ingressos. Começará no dia 26 de abril próximo, através do site www.ingressorapido.com.br

Agora fica a grande expectativa para as confirmações de The Who, Guns N' Roses, Aerosmith, The Cult, Bon Jovi e Alice Cooper.

Aguardemos...

Atualizando em 15:50

O Aerosmith acaba de publicar a sua confirmação. Atente para o detalhe indicando um convidado especial junto ao nome Bon Jovi.


Metal Open Air: cinco anos do Grande Festival da Enganação


VIA COLLECTORS ROOM

Era para ser um festival histórico. Mais de 40 bandas tocando em três dias em São Luiz, no Maranhão, no maior evento dedicado ao heavy metal já realizado no Brasil, tendo como mestre de cerimônias o ator Charlie Sheen e a presença de bandas como Megadeth, Symphony X, Exodus, Destruction, Blind Guardian, Grave Digger, Anthrax, Rock and Roll All Stars, Obituary, Fear Factory, Saxon, Venom e outras. Mas é o Brasil, né, então tudo é possível - menos o que foi anunciado.

Sem receber o pagamento previamente combinado, as bandas começaram a cancelar suas apresentações no MOA por não terem recebido o cachê. Já os fãs, as chegarem no local do show, vendido como um ambiente diferenciado e com ótimas acomodações, foram surpreendidos, entre outros absurdos, com um camping montado dentro de um estábulo e com o cheiro de excrementos de cavalo impregnado em cada centímetro quadrado.

O Metal Open Air foi promovido por Felipe Negri, da Negri Concerts, e pela Lamparina Produções. A Lamparina era uma produtora maranhense com operação regional e que ficou responsável pelo sistema de som - que não funcionou, e teve que ser substituído às pressas por equipamentos locados de bandas de forró locais. Já a Negri Concerts era, em 2012, uma das maiores produtoras e agências de casting de shows internacionais do país. Localizada em São Paulo, tinha relação próxima com toda a cena de metal brasileira, incluindo aí bandas, revistas, sites, jornalistas e todo aquele povo que troca opiniões isentas por credenciais para shows.

As coisas começaram a sair dos trilhos dois dias antes do início do festival, com a chegada dos primeiros fãs em São Luiz e a constatação, in loco, de que tudo que havia sido vendido não passava de uma ilusão. Simultaneamente, as bandas começaram a cancelar os seus shows em um efeito cascata. Dia 19 de abril de 2012, um dia antes do início do MOA,publicamos este texto, que recebeu inúmeras críticas de outros veículos por “não estar apoiando a cena nacional”. E aqui é importante citar um ponto crucial: até o cancelamento do festival, ocorrido somente no sábado, dia 21/04,NENHUM veículo do jornalismo musical especializado em heavy metal aqui no Brasil estava publicando nada sobre o absurdo que estava ocorrendo no Maranhão. As únicas excessões eram a Collectors Room e a Van do Halen - não por acaso, dois sites cujas redações ficam distantes do principal centro metálico do país, São Paulo (a CR em Florianópolis e a Van no interior do RS), e longe da influência e da política “uma mão lava a outra” da qual o senhor Felipe Negri e seus brothers eram tão fãs.

Dia 20/04 explicitamos todos os problemas que estavam acontecendo no MOA, com relatos que recebemos de amigos que haviam se deslocado e viajado milhares de quilômetros para assistor ao festival. Tudo está neste texto aqui, não apenas um dos mais acessados mas também um dos mais importantes da história do site. À medida que mais informações iam chegando, seguimos informando nossos leitores com uma série de posts relatando as condições do local e como os fãs estavam sendo tratados - leia aqui e aqui.

A cobertura de todos os acontecimentos que aconteceram no Metal Open Air em primeira mão foi um dos pontos mais importantes da trajetória da Collectors Room nestes quase dez anos de vida, mas, acreditem ou não, gerou grandes dores de cabeça para o site. Um texto escrito pelo amigo Bruno Sanchez criticando a postura dos vocalistas Thiago Bianchi e Edu Falaschi sobre o evento - ambos se divertiam pra valer e faziam posts em suas redes sociais elogiando o festival enquanto os fãs cheiravam a merda de cavalo na frente do palco - teve que ser retirado do ar após recebermos uma intimação judicial movida por ambos os vocalistas, onde nos ameaçavam de processo caso não calássemos a boca. Diversos jornalistas da cena de São Paulo, amigos do queridão Felipe Negri e que até então tinham uma relação amistosa com a CR, fecharam a cara e começaram a fazer campanha contra o site, cujo ponto alto foi uma peregrinação pelos selos e gravadoras especializados em metal aqui no Brasil solicitando que essas empresas não se relacionassem mais conosco (uma prévia do nós ou eles tão em voga no Brasil atualmente) - fato que nos foi relatado pelos próprios lojistas da Galeria do Rock e por donos de gravadoras amigos nossos.

Hoje, olhando para trás, fica claro que tudo o que aconteceu há cinco anos pode acontecer novamente. E a razão é bem simples: praticamente nada mudou desde então. A política de uma mão lava a outra segue firme e forte. A principal revista especializada em metal do Brasil, ainda que tenha evoluído nos últimos meses, segue oferecendo planos de mídia promocionais onde a compra de um pacote de anúncios em suas páginas garante um nota elogiosa em uma futura resenha. E uma parcela dos fãs, que foram os principais prejudicados por tudo isso, ainda prega que “ao menos foi legal assistir aos show que rolaram, valeu muito a pena, cara …”. Isso sem falar no inócuo Felipe Negri, cuja Negri Concerts fechou as portas mas tentou voltar alguns meses depois com uma empresa batizada de maneira prepotente como Indestructible Productions mas foi descoberto pelos fãs. E que, quero estar enganado, acredito piamente que segue operando na cena acobertado pelos brothers que, como dito antes, seguem vendendo a opinião por meras credenciais para shows.

Infelizmente, ainda seguem sendo poucos os veículos sérios e isentos na imprensa que cobre o heavy metal aqui no Brasil. A Collectors Room teve suas idas e vindas, e segue em frente como pode. A Van do Halen, ao que tudo indica, encerrará as suas atividades nos próximos meses. Poucas novas opções tem surgido nos últimos anos, e a renovação no modo de cobrir a cena é necessária, sempre. Um novo olhar sobre o nosso cotidiano se faz necessário.

Há cinco anos, um enorme capítulo negativo marcou o metal nacional. Passados quase 2 mil dias, pouca gente lembra, pouca gente se importa sobre o que aconteceu e, mais alarmante do que tudo, pouca coisa mudou desde então. Na boa, né gente: dá pra fazer tudo isso com menos jeitinho brasileiro e seguindo práticas mais corretas.

Até lá, o conto do vigário do metau nassionau segue firme e forte …

Bruce Springsteen: o chefe cantou contra Donald Trump


O eterno "The Boss" dividiu o palco com Joe Grushecky para ambos entoarem a canção "That's what makes us great", uma crítica ferrenha e aberta ao atual presidente do Estados Unidos.

"Não conte vantagem comigo porque você nunca lê um livro / Nunca confio", cantou Springsteen em um dos versos e sequenciou juntamente com Joe, convocando um grande coro::

"Depende de mim e de você / Amor pode vencer o ódio / Sei que isso é verdade / É o que nos faz grandes"!

Boa chefe!

Pink Floyd: Qual você prefere, "Animals" x "The Wall" x The Final Cut"?


Após eu perceber a boa participação dos leitores no post 34 anos do epílogo "maldito" The Final Cut. O que você acha deste álbum do Pink Floyd? resolvi aproveitar o ganho e desenvolver aqui uma série bem-humorada, leve e sem maiores profundidades, colocando para você leitor opinar entre álbuns do Floyd que selecionarei post a post, tendo como base uma certa afinidade sonoro-estética ou temporal entre eles.

Detalhe: a princípio deixei de fora o quadrado mágico (Dark Side, Wish You Were Here, Animals e The Wall), além do próprio The Final Cut, que inspirou essa brincadeira toda.

No primeiro embate, "Qual álbum você prefere, Piper ou Saucerful?", Deu "Piper" na cabeça.

No segundo embate, "Pink Floyd: Qual você prefere, "More" ou "Obscured by Clouds"?" deu "Obscured by Clouds".

No terceiro embate, "Pink Floyd: Qual você prefere, "Atom Heart Mother" x "Meddle"?" deu
"Meddle".


Agora iniciando a segunda fase dessa brincadeira, teremos os embates entre os cinco álbuns que ficaram de fora propositalmente no primeiro momento.

E pela primeira vez um confronto triplo, trazendo os três álbuns da fase "dramático-denso-paranóica", amplamente dominada pelo definitivamente líder Roger Waters.

Quinto embate:

"Animals" x "The Wall" x The Final Cut"


"Animals"

 Lançado em 1977, após Roger Waters se consolidar como grande letrista e conceptualista do grupo, o crescente jogo de egos começou a pairar no Pink Floyd, que a essa altura já era um Gigante do show business após o devastador sucesso de seu dois álbuns anteriores.
Aproveitando o gancho desse gigantismo e os problema que dele advém, Waters começou a criar o conceito da grande divisão que separa gente comum de celebridades, no caso principalmente deles próprios.
Adotando o best seller "A Revolução dos Bichos" (The Farm) de George Orwell como fonte de inspiração para o conceito principal do álbum, Waters aproveitara para alfinetar governos e celebridades hipócritas, ex-esposa e porque não dizer seus próprios colegas de Floyd e até ele mesmo.
Foi a partir deste álbum que o porco inflável Algie, que na capa paira sobre a termelétrica de Battersea em Londres, tornou-se mascote da banda.
Apesar da temática mais punk do que prog, o som de "Animals" ainda soa bem rock progressivo, tendo na faixa "Dogs" única em que David Gilmour co-assina a autoria, "Pigs (Three Different Ones)" e Sheep", o tripé que sustenta todo o trabalho.

"Tracklist"

1 Pigs On The Wing 1
2 Dogs
3 Pigs (Three Different Ones)
4 Sheep
5 Pigs On The Wing 2





"The Wall"

Lançado em 1979, fora o projeto indubitalvelmente mais audacioso do Pink Floyd, primeiramente por se tratar de úm álbum duplo de rock progressivo em meio ao domínio midiático do movimento punk e já também do pós-punk.
Não bastasse ser duplo, "The Wall" irrompeu as barreiras do desafio por trazer em seu conteúdo uma ópera-rock, um disco contando uma história cabível de encenação, o que realmente viria a acontecer mais tarde em filme, show e recentemente teatro.
"The Wall" nasceu de seu antecessor, "Animals". Roger Waters criou o conceito de muro a partir das ideias sobre divisão do álbum anterior e adicionou toda uma estrutura dramático-biográfica com elementos da vida enlouquecida de Syd Barrett, dele próprio, do governo bretão e das políticas de guerra que vitimara seu pai, deixando-o orfão ainda bebê.
Nessa época o clima entre Gilmour, Mason, Waters e Wright estava ainda pior, culminando em Waters expulsar o tecladista e fundador Richard Wright no meio do processo e complicar de vez seus embates de egos com David Gilmour, que das 26 canções somente co-assina a autoria em três delas, "Young Lust, "Comfortably Numb" e "Run Like Hell".

Tracklist:

1-1 In The Flesh?
1-2 The Thin Ice
1-3 Another Brick In The Wall Part 1
1-4 The Happiest Days Of Our Lives
1-5 Another Brick In The Wall Part 2
1-6 Mother
1-7 Goodbye Blue Sky
1-8 Empty Spaces
1-9 Young Lust
1-10 One Of My Turns
1-11 Don't Leave Me Now
1-12 Another Brick In The Wall Part 3
1-13 Goodbye Cruel World
2-1 Hey You
2-2 Is There Anybody Out There?
2-3 Nobody Home
2-4 Vera
2-5 Bring The Boys Back Home
2-6 Comfortably Numb
2-7 The Show Must Go On
2-8 In The Flesh
2-9 Run Like Hell 4:20
2-10 Waiting For The Worms
2-11 Stop
2-12 The Trial
2-13 Outside The Wall





"The Final Cut"

Lançado em 1983, iniciamente a ideia seria ser uma continuação literal do disco ópera-rock anterior.
Porém o clima abarrotado de divergências já era tamanho, que este trabalho se tornara praticamente um álbum solo de Roger Waters em homenagem à seu pai, Eric Fletcher Waters, com os outros dois remanescentes do Pink Floyd, David Gilmour e Nick Mason funcionando como coadjuvantes de luxo. Sabe-se inclusive que cada um gravava suas partes em dias separados para não se encontrarem, especialmente Gilmour e Waters.
Amado por uns e odiado por outros, "The Final Cut" não deixa dúvida quanto a ser o álbum mais profundo e desnudado do Pink Floyd, trazendo à tona definitivamente toda a carga neurótica e culpabilização dos governantes por parte do líder de uma das maiores bandas do planeta, que vaticinou o fim do grupo no título da obra, ao menos por três anos.

Tracklist:

1 The Post War Dream
2 Your Possible Pasts
3 One Of The Few
4 When The Tigers Broke Free
5 The Hero's Return
6 The Gunner's Dream
7 Paranoid Eyes
8 Get Your Filthy Hands Off My Desert
9 The Fletcher Memorial Home
10 Southampton Dock
11 The Final Cut
12 Not Now John
13 Two Suns In The Sunset




E aí, qual você prefere?

Paul MacCartney em Belo Horizonte


E o velho Macca irá voltar às terras mineiras, uai!

Isso mesmo. O eterno beatle canhoto Paul McCartney ´se apresentará no estádio Mineirão em Belo Horizonte - Minas Gerais, no dia 17 de outubro próximo, com sua turnê alusiva aos 50 anos do icõnico álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band.

Shows em outras cidades do país estão sendo negociados.

Aguardemos ansiosos.

LÉIA TAMBÉM:
The Beatles: finalmente revelado o tracklist da edição de 50 anos de Sgt. Pepper's

Saiu o podcast 3 da Collectors Room


O jornalista e conhecedor da boa música Ricardo Seelig disponibilizou ontem seu mais novo podcast, o terceiro desde que retornou às atividades com seu site Collectors Room .

Neste programa, muito funk e groove (o verdadeiro). blues-rock e informações e dicas, com direito até a uma devolutiva do Seelig a um questionamento meu sobre Ritchie Blackmore seguir compondo com seu retomado e reformulado Rainbow.

Nessa questão a propósito, Ricardo Seelig se mostrou bem menos otimista que eu, embora ele se mantenha aberto à surpresas.

OUÇA AQUI

Roger Waters divulga tracklist e data de lançamento de seu novo álbum


Roger Waters vai lançar a grande pergunta no álbum "Is This the Life We Really Want?", no dia 2 de junho próximo, primeiro álbum do co-fundador do Pink Floyd desde 1992, quando lançou " Amused to Death".

Nigel Godrich (Radiohead, Paul McCartney) produziu e mixou o álbum, que inclui 12 novas canções que, de acordo com um comunicado de imprensa, contêm "comentário inabalável sobre o mundo moderno e tempos incertos".

O álbum sairá em LP 180 gramas, em CD e digitalmente e está disponível para pré-encomenda a partir de sexta-feira.

Além de Waters, que canta, toca baixo e guitarra acústica no álbum, os músicos incluem Godrich (arranjo, colagens de som, teclados, guitarra), Gus Seyffert (baixo, guitarra, teclados), Jonathan Wilson (guitarra, teclados) Joey Waronker (bateria), Roger Mannning (teclados), Lee Pardini (teclados) e Lucius (voz) com Jessica Wolfe e Holly Proctor.

Embora Waters tenha economizado informações sobre o conteúdo do álbum, ele disse Rolling Stone, em fevereiro, que se inspirou na antipatia que ele sente em relação ao governo Trump, bem como uma dramaturgia que ele tinha escrito antes de trabalhar no LP sobre um homem e sua neta investigando por que as crianças estavam sendo mortas em terras distantes. "Duas ou três das canções dessa idéia estão neste álbum", disse ele.

"Nigel Godrich me convenceu de que, para os propósitos de um disco de rock & roll, que é o caso, ele sentiu que devesse ser teatral e eu escrevi tudo como uma peça de rádio, era menos do que ideal."

Eles reformularam algumas das idéias de Waters, embora o cantor-compositor também olhou para fora para buscar a inspiração. A canção "Is This the Life "Wait for Her" foi inspirada por uma tradução inglesa de "Lesson From the Kama Sutra (Wait for Her)" do poeta palestino Mahmoud Darwish.

O álbum será lançado brevemente na próxima turnê norte-americana de " Us + Them ", que começa dia 26 de maio em Kansas City, Missouri. Concertos em arenas em torno dos EUA e Canadá ocorrerão até 28 de outubro, quando a turnê chegará em Vancouver.

Waters disse à Rolling Stone que o conceito da turnê será construído em torno do título do álbum.

"Eu estarei fazendo a ligação entre o ponto que nós estamos vivendo a vida que nós realmente não queremos viver," ele disse. Gosto de pensar que as pessoas ainda gostariam de viver em um mundo onde poderíamos enfrentar os problemas da mudança climática, onde poderíamos entender que, se nos juntarmos com os outros, isso nos fará sentir mais felizes.Talvez devêssemos começar a olhar para índices de felicidade ao invés de ganhar e perder. E se fizermos isso, então podemos começar a entender que a idéia de" nós "e" eles "é realmente uma ilusão".

Tracklist:

1. "When We Were Young"
2. "Déjà Vu"
3. "The Last Refugee"
4. "Picture That"
5. "Broken Bones"
6. "Is This the Life We Really Want?"
7. "Bird in a Gale"
8. "The Most Beautiful Girl"
9. "Smell the Roses"
10. "Wait for Her"
11. "Oceans Apart"
12. "Part of Me Died"

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Guardiões da Galáxia 2: Baby Groot divulga a trilha sonora do filme


Mantendo o ótimo nível da trilha do primeiro filme, o repertório do segundo também promete ser mais um diferencial da película.

A trilha sonora completa chegará depois de amanhã (21), trazendo Fleetwood Mac, Cat Stevens, Electric Light Orchestra, George Harrison, Cheap Trick e outros.

"Guardiões das Galáxias 2" chegará no dia 27 de abril próximo aos cinemas brasileiros.

Mais essa agora: Jedis e Siths serão barrados em show do Guns N' Roses


Poucos mais de um mês antes da apresentação do Guns N’ Roses em Dublin, Irlanda, a organização do show soltou uma nota pública com uma série de restrições ao público. Quem comparecer não poderá portar “sabres de luz, lanternas, pau de selfie, mochilas, tridentes, iPads, comida e animais, além de câmeras profissionais e semi”. Tudo será confiscado e não haverá devolução. Também será proibido crowd surfing e mosh. O evento acontece dia 27 de maio e faz parte da Not In This Lifetime Tour.

The dark side of the Roses - vai vendo...

Fonte: VAN DO HALEN

Novo CD/LP/DVD/Blu-ray acústico de Joe Bonamassa virá por aí


"Live At Carnegie Hall – An Acoustic Evening" chegará no dia 23 de junho próximo trazendo o seguinte conteúdo:

Cold Streets
This Train
Drive
The Valley Runs Low
Dust Bowl
Driving Towards the Dayllight
Black Lung Heartache
Blue and Evil
Livin’ Easy
Get Back My Tomorrow
Band Introductions
Mountain Time
How Can a Poor Man Stand Such Times and Live
Song of Yesterday
Woke Up Dreaming
Hummingbird
Encore Farewell
The Rose


O material em vídeo trará mais 45 minutos de extras.

Os dois primeiros álbuns de Cartola serão relançados em vinil


Os dois primeiros álbuns individuais do cantor, compositor e músico carioca Angenor de Oliveira (1908 – 1980), o Cartola, estão sendo reeditados no formato original de LP na série Clássicos em vinil. Lançados em 1974 e em 1976 pela gravadora Discos Marcus Pereira, companhia pioneira no mercado fonográfico independente do Brasil, ambos os discos foram batizados com o nome artístico deste sambista que foi um dos fundadores da escola de samba Estação Primeira de Mangueira – uma das pioneiras agremiações do Carnaval da cidade do Rio de Janeiro (RJ) – e que despontou como compositor na década de 1930.

Apesar do sucesso relativamente precoce, Cartola precisou esperar até os anos 1970 para ter a oportunidade de gravar o primeiro álbum solo. Lançado quando o sambista já contabilizava 66 anos de vida, o álbum Cartola de 1974 atualmente soa como coletânea de sucessos do compositor por trazer no repertório sambas já famosos como Acontece (Cartola, 1972), Alvorada (Cartola, Carlos Cachaça e Hermínio Bello de Carvalho, 1968), O sol nascerá (Cartola e Elton Medeiros, 1964), Corra e olhe o céu (Cartola e Dalmo Castello, 1974), Tive sim (Cartola, 1968) e Sim (Cartola e Oswaldo Martins, 1952). O disco foi produzido por João Carlos Botezelli, o Pelão, com arranjos e regências do maestro Horondino José da Silva, o violonista Dino Sete Cordas (1918 – 2006).

Já o Cartola de 1976 foi produzido por Juarez Cardoso e também contou com arranjos de Dino Sete Cordas para valorizar repertório tão extraordinário quanto o do álbum de 1974. Afinal, o Cartola de 1976 apresentou As rosas não falam (faixa gravada com a caixa de fósforos percutida por Elton Medeiros) e O mundo é um moinho (faixa gravada com o toque do violão do então estreante Guinga), músicas compostas por Cartola em 1975 que passariam a figurar entre os maiores sucessos da obra autoral do artista a partir de 1976. Outra bela novidade do Cartola de 1976 foi Cordas de aço, música composta por volta de 1966, mas somente registrada naquele ano de 1976.

Leia mais no G1


Ouça a nova música do Iggy Pop


"Ashole Blues" é segundo o próprio Iggy, "cheia de energia negativa. Escute por sua conta e risco. É divertido tocar o Blues."

OUÇA AQUI

Veja o novo lyric video do Ayreon


“Star Of Sirrah” integra o vindouro álbum "The Source", que chegará no dia 28 de abril próximo.

ASSISTA AQUI

A obra é mais uma promissora do projeto capitaneado pelo multi instrumentista Arjen Lucassen, que aqui deixa apenas a bateria a cargo de Ed Warby.

Como de praxe Arjen conta com uma penca de convidados de luxo, a maioria deles nos vocais, sendo doze vocalistas neste trabalho, além de outros músicos.

Na primeira canção disponibilizada em vídeo, “The Day That The World Breaks Down”, onze dos doze vocalistas podem ser vistos em ação, a exceção é Zaher Zorgati (Myrath), que não aparece.

Dentre os convidados temos James LaBrie (Dream Theater), Simone Simons (Epica), Floor Jansen (Nightwish), Tobias Sammet (Eduy, Avantasia), Paul Gilbert (Mr. Big), Russel Allen (Symphony X, Adrenaline Mob), entre outros.


Tracklist:

CD 1

Chronicle 1: The ‘Frame
01. The Day That The World Breaks Down
02. Sea Of Machines
03. Everybody Dies

Chronicle 2: The Aligning Of The Ten
04. Star Of Sirrah
05. All That Was
06. Run! Apocalypse! Run!
07. Condemned To Live

CD 2

Chronicle 3: The Transmigration
08. Aquatic Race
09. The Dream Dissolves
10. Deathcry Of A Race
11. Into The Ocean

Chronicle 4: The Rebirth
12. Bay Of Dreams
13. Planet Y Is Alive!
14. The Source Will Flow
15. Journey To Forever
16. The Human Compulsion
17. March Of The Machines

DVD

Videoclips: Everybody Dies, Star Of Sirrah, Run! Apocalypse! Run! and The Day That The World Breaks Down
Interviews
Behind The Scenes
5.1 Audio Mix


ABSURDO! Banda Loudness tem entrada nos EUA negada e cancela turnê


Donald Trump e seus homens parecem viver em 1945 ou sei lá.

Devido às medidas débil-restritivas do governo yankee atual, a banda japonesa Loudness teve sua entrada no país negada e foi obrigada a retornar, deixando de realizar os shows marcados no país.

Por muito tempo os EUA criticaram pesadamente uma ilha ao lado e agora estão caminhando para ilharem-se.

Leia a transcrição dos discursos de Alex Lifeson e Geddy Lee em homenagem ao Yes


A dupla de músicos do Rush anunciou a indução do Yes à Calçada da Fama do Rock and Roll Hall of Fame no dia 7 de abril último, em cerimônia realizada em Nova Iorque.

Leia abaixo os discursos:

Alex Lifeson:

Nós estamos honrados de estar aqui essa noite fazendo isso. É muito, muito bom. Todos nós começamos em algum lugar. Para mim, minha jornada com o Yes começou quando eu era um adolescente retirando gentilmente o álbum Yes [homônimo] de sua caixa me sentindo um pouco assustado pela cabeça decapitada em sua capa, colocando a agulha no disco, me sentando e deixando a música me levar. Eu talvez tenha fumado um cigarro ou algo do tipo, mas o Yes foi a minha ‘porta’ de tantas maneiras. Não existe nada tão fugaz como também duradouro sobre a maneira em que você escuta música quando se tem 17 anos de idade.

Enquanto o Yes tocava no meu quarto, eu tocava também. Eu passei horas aprendendo canções como ‘Starship Trooper’ e “Yours Is No Disgrace”. O quão maravilhoso é aquele outro em ‘Starship Trooper’? Eu devo ter tocado aquilo um milhão de vezes. Mas eu amava a música deles. Ainda mais quando eu comecei a tocá-las… Mas eu nunca realmente consegui. Eu nunca fiz justiça à elas. Mas eu as amava ainda assim. Yes me deu o presente da música, o que é tudo, como vocês sabem. Eles me fizeram querer ser um músico melhor, e isso me deu um pouco da determinação de, um dia, estar em cima desse palco fazendo um tributo a essa banda incrível.

Eu vou deixar vocês com isso: as escolhas musicais que fazemos na nossa juventude ajudam a moldar quem nos tornamos. Escolha a intro de guitarra para ‘Going for the One’. Escolha aprender como tocar ‘Starship Trooper’ em uma guitarra barata de segunda mão. Escolha o tom de baixo incrível de Chris Squire. Escolha os vocais etéreos de Jon Anderson. Escolha Fragile. Escolha vestir uma capa antes de Rick Wakeman. Escolha ficar fora durante a noite inteira para assistir à sua banda favorita. Escolha ‘Roundabout’. Escolha o trabalho glorioso de guitarra em ‘Owner of a Lonely Heart’. Tão lindo. Escolha o Hall da Fama do Rock & Roll. E, definitivamente, escolha o Yes.


Geddy Lee:

Eu gostaria de pedir ao Hall da Fama do Rock & Roll para me dar alguns minutos para compartilhar experiências pessoais do Yes, a banda. Então imaginem isso: no começo dos anos 70, eu passei de um a três anos na décima série no ensino médio sentado no fundo da minha sala com meu novo amigo Oscar. Ele sentava bem do meu lado, e as palavras do professor passavam despercebidamente por nós enquanto Oscar encenava por algumas das nossas cenas favoritas de Monty Python. Ele me fazia rir com a piada do papagaio morto. Como que não poderíamos nos tornar amigos? Não era somente no Ministry of Silly Walks em que nós nos conectávamos.

Eu ainda lembro de um dos dias em que nós saímos da escola e estávamos sentados no chão da sala de Oscar enquanto ele me mostrava um álbum chamado Time and a Word por uma banda chamada Yes. Eu ainda me animo com a parte do baixo em ‘No Opportunity Necessary, No Experience Needed’ do mesmo jeito que me animava quando eu ouvi ela pela primeira vez naquele dia. Por anos as pessoas me perguntavam por que eu tocava um baixo Rickenbacker, e tudo o que eu preciso fazer é apontar para aquele álbum, aquela música. Daí o Oscar colocou ‘Yours Is No Disgrace’ para tocar e então ‘I’ve Seen All Good People’. Nós dois sentávamos lá de boca aberta enquanto as músicas cresciam ao nosso redor e nossos mundos musicais mudavam e caíam de seus eixos. Eu posso ter sido um jovem músico fazendo jams em porões de Toronto, mas com o Yes, eu estava me sintonizando num mundo maior de possibilidades onde a música parecia não ter limites.

Foi uma noite de 1972 quando Oscar, eu e esse cara, Alex Lifeson, ficamos acordados de noite perto da quadra onde era o Maple Leaf Gardens de Toronto para finalmente ver o Yes ao vivo. A noite era um grande domo de estrelas, e do jeito que eu me lembro, Alex nos fazia continuar indo até a loja e nos trazendo drinks. Eu consigo fechar meus olhos agora e lembrar daquela noite. Intelectualmente, visualmente, visceralmente sentado na fila 10. Não era como nada que eu já havia presenciado antes. Era realmente profundo. Não é exagerar dizer que eu mudei o jeito que eu toco e escuto música para sempre. Então estamos aqui, décadas depois, e a música do Yes ainda me mostra que música realmente é um continuum. Em nome de Oscar, meu grande amigo, e Leo, amigo de Alex que não está aqui essa noite, e de mim e Alex, eu digo ‘obrigado’, Yes. É nosso grande, grande privilégio e nossa grande honra de acertar um erro total e finalmente dar boas vindas ao Yes no Hall da Fama do Rock & Roll.

EP póstumo de Prince terá seis faixas gospel-blues


O primeiro aniversário de morte de Prince, nesta sexta-feira, 21 de abril, será marcado pelo lançamento de "Deliverance", um EP com seis faixas nunca lançadas pelo cantor. As músicas, de gospel-blues, foram compostas e gravadas em um momento em que Prince estava sem gravadora, entre 2006 e 2008, e nunca vieram a público.

As faixas são "Man Opera, I Am" e uma versão estendida da mesma música, "Touch Me", "Sunrise Sunset" e "No One Else", além da faixa-título, uma eufórica balada gospel de pegada blues, que pode ser ouvida abaixo, pelo Soundcloud:

OUÇA AQUI

Fonte: VEJA

Veja trailer do novo DVD do Rammstein


"Rammstein: Paris" chegará no dia 19 de maio próximo, contendo dois shows gravados na cidade da luz em 2012.


The Who, Guns e outros do Rock in Rio também tocarão no "Rock in São Paulo"


De 21 a 26 de setembro, o gramado do Allianz Parque não vai ter disputas de bola, mas um festival de acordes. Uma maratona de shows acontece no estádio, no período. Bandas que vêm ao Brasil para o Rock in Rio e outras que não estão no evento formam a programação. A noite de abertura reúne The Who, Alter Bridge e The Cult.

Guns N' Roses, que no Rock in Rio divide a noite com The Who, está escalado para uma das datas em São Paulo. O Def Leppard também toca em uma das noites.

As demais atrações e a venda de ingressos devem ser anunciadas nos próximos dias.

Espaço próprio.

A noite de 21 de setembro surge como o espaço de honra para a banda inglesa The Who, que após mais de 50 anos de carreira, vem pela primeira vez ao Brasil. A escalação como headliner de um dos dias da maratona no Allianz põe fim aos boatos de que a dobradinha com o Guns N' Roses se repetiria em São Paulo, rumor propagado por blogs e fãs-clubes.

Leia mais em DESTAK

terça-feira, 18 de abril de 2017

Guitarrista do Mastodon dá esporro nos fãs malas das redes sociais


O guitarrista Bill Keliher literalmente perdeu a paciência:

"Nossos fãs são malucos, ficam analisando cada nota, cada palavra, por qual motivo essa música não parece com a outra, essa música é ruim porque é diferente. Leio esses comentários de pessoas que dizem que a gente se vendeu por causa de músicas como ‘Show Yourself’. Quem diabos é você? O que você quer dizer com 'se vendeu'? Eu toco a porra da música que eu quiser tocar! Eu faço um álbum de música pop se eu quiser. Eu não tenho que dar satisfação a ninguém além de meus colegas de banda e minha esposa. Tem gente que segue o Mastodon no Facebook e fica falando merda. Você quer parecer descolado? Eu fico imaginando um garoto de 14 anos com o rosto cheio de espinhas sentado na frente computador. Cadê a sua banda que já está na estrada há dezessete anos? Cadê suas três nomeações ao Grammy?”.

Pearl Jam salvou a vida de astro da NBA


Em entrevista, Dennis Rodman, craque aposentado, hoje com 55 anos de idade, cinco vezes campeão da Liga de basquete norte-americana, revelou que em 1993 se encontrava assolado pela depressão, se divorciando da então esposa e deixando o Detroit Pistons, seu time na NBA à época.

Quando resolveu tirar sua própria vida, o Pearl Jam o salvou:

“Aquilo mudou minha vida”. “Algo que me salvou foi o fato de que eu estava ouvindo muito Pearl Jam.”, disse Rodman, que elege a canção "Black" do álbum "Ten", como uma de suas favoritas.

Dois anos mais tarde, Dennis Rodman encontrava-se ao lado de Michael Jordan, brilhando no Chicago Bulls.


Após Canadá, Metallica é Disco de Platina também nos EUA


A RIAA certificou Hardwired… To Self-Destruct com disco de platina nos Estados Unidos. O disco do Metallica ultrapassou um milhão de cópias vendidas no país, tendo chegado duas vezes ao topo do The Billboard 200. Na segunda, graças a uma promoção que dava o disco a quem adquirisse ingressos para shows da próxima turnê norte-americana.

Fonte: VAN DO HALEN

Cinema e rock and roll: algumas interações de impacto entre cena e música

As trilhas sonoras são responsáveis por boa parte das cargas dramáticas das cenas das películas, sobretudo no cinema.

Algumas canções se tornam tão simbióticas com certas cenas que fica difícil depois dissorciarmos uma da outra.

Abaixo elencarei algumas dessas relações onde a música tornou a cena muito mais interessante e emocionante.

Vale lembrar que só coloquei músicas pré-existentes, ou seja, músicas que foram lançadas bem antes dos filmes em questão.

Vamos à elas:


Filme: "Apocalipse Now"
Cena: Sequência de abertura
Música: "The End" - The Doors


Filme: "Platoon"
Cena: Bunker
Música: "White Rabbit" - Jefferson Airplane


Filme: "Quase Famosos"
Cena: "Todos cantando no ônibus"
Música: "Tiny Dancer" - Elton John



Filme: "Robocop - 2014"
Cena: "Training Scene"
Música: "Hocus Pocus" - Focus



Filme: "King Kong - A Ilha da Caveira"
Cena; Kong x Helicópteros
Música: "Paranoid" - Black Sabbath


Filme: "Os Infiltrados"
Cena:  "Sexo entre Billy Costigan e Madeleine"
Música: "Comfortably Numb" - Van Morrison/Roger Waters


Filme: "Homem de Ferro 2"
Cena: "Chegada triunfal de Tony Stark"
Música: "Shoot to Thrill" - AC/DC


Filme: "Exterminador do Futuro 2"
Cena: Perseguição T-1000 x T800 e John Connor
Música: "You Could be Mine" (vale ver também o clipe promocional) - Guns N' Roses


Filme: "Curtindo a Vida Adoidado"
Cena: "Ferris cantando na parada"
Música: "Twist & Shout" - The Beatles


Filme: "Quanto Mais Idiota Melhor"
Cena: "Cantando e pirando no carro"
Música: "Bohemian Rhapsody" - Queen

De quebra cabe muito bem aqui citar dois trailers de filmes vindouros, sonorizados por canções antológicas:


Filme: "Arthur - A Lei da Espada"
Música: "Baby, I'm Gonna Leave You" - Led Zeppelin


Filme: "Thor - Ragnarok"
Música: "Immigrant Song" - Led Zeppelin


Caberiam inúmeras outras cenas não é... Relembre outras nos comentários!

Veja como as crianças reagem ao AC/DC


Em 2017  a trivialidade torna muitas bandas tão importantes para o zeitgeist como o par de meias que você colocar nesta manhã.

Mas algumas bandas resistem ao teste do tempo e sua música vive para sempre. AC/DC é uma delas.

Nenhuma das pessoas no vídeo abaixo existia quando AC/DC fora formado. Eles não existiam quando Bon Scott morreu . Elas só estavam vivas pós lançamento de dois álbuns do AC/DC, mas eles sabem muito bem cada hit no catálogo. De "Thunderstruck" a "Dirty Deeds Done Dirt Cheap" a "Hells Bells", esses pré-adolescentes conhecem tudo que se resume ao poder de influência de seus pais e da publicidade.

Algumas reações:

"Que tipo de nome de banda é esse?"
"Uma música muito boa, mas tudo o que eles estão dizendo é TNT"
"Isso é simplesmente terrível"
"Por que ele está usando shorts altos?"

Paul MacCartney em Salvador


A adminstradora da Arena Fonte Nova confirmou na manhã desta terça-feira (18) que está em negociação para receber o show de Paul McCartney em Salvador, no segundo semestre deste ano.

De acordo com a administradora, produtores do show no Brasil já realizaram uma visita ao espaço disponibilizado para o evento. Caso a apresentação seja confirmada, essa será o primeiro concerto do beatle na Bahia.

Aguardemos...

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