sexta-feira, 7 de abril de 2017

Algumas playlists para as suas orelhas neste fim de semana


Fim de semana chegou.

O blog dá aquela pausa, mas não sem antes deixá-los com o conselho do Velho Richards e muita música através das playlists que a Confraria Floydstock elabora.

Algumas delas já estão fixadas na lateral da página, outras estão nos links abaixo:

"SLOW HEAVY"

"SONGS FOR PATTIE BOYD"

"A HORA E A VEZ DELAS"

"R.I.P. CHRIS SQUIRE"

"SIMPLESMENTE DIO"

Por ora são essas.

Bom final de semana, muito som na orelha e juízo (pero no mucho).

Música é assunto para a vida toda. - André Floyd.

Deep Purple: Ian Paice fala sobre sua isquemia cardíaca no ano passado


"Tive muita sorte. Fui dormir me sentindo mal, mas achei que fosse cansaço. Acordei no dia seguinte sem conseguir mexer a mão direita nem para pentear o cabelo. Havia uma mancha no final do braço. Sabia que algo tinha acontecido. Chamei o manager, arrumaram um médico e, em vinte minutos, estava passando por um exame. Meia hora depois, fui internado e comecei o tratamento. Basicamente, foi um ataque isquêmico transitório, um pequeno derrame. Terei que tomar quatro comprimidos diários para o resto da vida. Recuperei os movimentos, mas ainda não estou 100%. Às vezes, ainda sinto um formigamento na ponta dos dedos. Mas, definitivamente, estou melhor”

Adele quebra recorde na Billboard 200


Com o álbum "21" de 2011, a cantora bretã Adele permanece há 319 semanas na parada, estando atualmente na posição 103 e ultrapassando  Carole King, que com o álbum "Tapestry", de 1971, que permaneceu na parada até 1977, tendo voltado a constar em 2010 e 2016, somando 318 semanas.

Isso faz com que Adele seja a artista feminina que manteve um álbum por mais tempo na Billboard, parada que vigora desde 1956.

Agora só faltam 608 semanas para "21" de Adele atingir o recorde absoluto, que é de "The Dark Side of The Moon", do Pink Floyd, com a marca de 927 semanas na parada da Billboard.

Ouça a nova música do Pearl Jam


"Again Today" é um cover de Brand Charlile e integrará o vindouro álbum de covers "Cover Stories", que chegará no dia 5 de maio próximo e reverterá a sua renda ao War Child UK, entidade que cuida de crianças em zonas de conflito.

OUÇA AQUI

8 Questões sobre a cerimônia de logo mais do Rock and Roll Hall of Fame


A cerimônia de indução do Hall of Fame do Rock and Roll de 2017 está a poucas horas de distância.

O evento do Brooklyn reunirá facções rivais de bandas e honrar grandes nomes de rock que perdemos no ano passado, embora não saibamos exatamente como isso vai acontecer. Aqui estão oito perguntas persistentes.

1. Steve Perry aparecerá?

O Journey não pôs os olhos em Steve Perry desde que ele fez uma aparição inesperada em cerimônia no Hollywood Walk of Fame em 2005. O tecladista Jonathan Cain disse ao Dayton Daily News que Perry virá e não cantará, confirmado. Steve Perry não disse uma única palavra pública sobre o assunto, então o mundo permanece no escuro sobre suas intenções.
Atualizando: Perry apareceu e disse que comparecerá, se irá se apresentar com o grupo, a TMZ diz que vai, mas já é a questão seguinte.

2. Se Perry vier, ele cantará com Journey?

Neal Schon tuitou que o grupo planeja executar "Lights", "Separate Ways" e "Do not Stop Believin". Estas são todas as canções da era Perry. Ele vai realmente ficar nos bastidores ou no público como Arnel Pineda? O grupo deixou bem claro que adoraria que ele se juntasse a eles. Se ele cantasse mesmo uma única canção com Journey, seria um incrível momento do Hall of Fame. Agora, nós simplesmente não temos idéia do que vai acontecer, embora a aposta está em Perry cantar.

3. O que acontecerá com esta reunião do Yes?

O Yes está atualmente em turnê em dois campos diferentes. Apenas dois dos oito indiciados (o guitarrista Steve Howe e o baterista Alan White) estão no grupo, enquanto o ARW tem o vocalista Jon Anderson, o guitarrista Trevor Rabin e o tecladista Rick Wakeman. Ainda há o tecladista original Tony Kaye, o baterista original Bill Bruford e o vácuo enorme deixado pelo falecido baixista Chris Squire. Como exatamente tudo isso vai ficar no palco, veremos, mas vai ser épico. Se os caras do Rush Geddy Lee e Alex Lifeson, que anunciarão a honraria tocarem com eles vai ser um dos grandes momentos na história prog.

4. Como será homenageado Chuck Berry?

O Hall of Fame já anunciou que Lenny Kravitz vai se apresentar em homenagem a Prince, mas é difícil imaginar que eles também não façam uma homenagem a Chuck Berry. O ELO fez um grande sucesso com "Roll Over Beethoven" e Dhani Harrison, que fará o seu discurso de indução, é o filho do homem que cantou na música quando os Beatles gravaram. Podem eles estar envolvidos com uma homenagem ao pai do rock & roll? Até agora, o Hall of Fame não disse nada sobre isso.

5. O que vai acontecer com os bateristas do Pearl Jam?

Cinco homens tocaram bateria no Pearl Jam, mas apenas o membro fundador Dave Krusen e Matt Cameron da atual formação estão sendo apresentados. O grupo convidou os três outros para assistir à cerimônia, mas Matt Chamberlain indicou que não iria. Isso deixa Jack Irons e Dave Abbruzzese. O grupo permanece muito perto de Irons e Eddie Vedder ainda tocou com ele meses atrás, mas Abbruzzese é uma história diferente. Ele realmente não tem estado em contato com eles desde que ele foi demitido em 1994. Ele estava indignado por não fazer parte da indução, então não sabemos se ele aparecerá. Se o fizer, ele terá a chance de apertar as mãos e finalmente fazer a paz?

6. O que Pearl Jam fará com Dave Krusen?

Dave Krusen tuitou que ele vai tocar bateria com Pearl Jam por pelo menos uma canção, marcando a primeira vez que tocará com a banda desde que ele saiu no início de 1991. Ele mesmo posou com Matt Cameron para uma foto recente, possivelmente em ensaios para o Hall of Fame. Ele só aparece no álbum "Ten", então é uma aposta segura que eles escolherão uma canção desse álbum. Será "Even Flow", "Jeremy"? Aposto em "Black".

7. Roy Wood tocará com a Electric Light Orchestra?

Apenas quatro membros do ELO estão sendo induzidos: o frontman Jeff Lynne, o baterista Bev Bevan, o tecladista Richard Tandy e o original multi-instrumentista Roy Wood. Bevan tem um compromisso prévio e não está vindo. Lynne e Tandy estão no lineup atual e tocarão obviamente. Sobra Roy Wood. Ele não tocou com a banda desde que saiu depois do primeiro álbum em 1972. Seria ótimo se ele fosse para tocar "10538 Overture", mas isso é bem duvidoso.

8. O que eles vão tocar na Grande Jam final?

A maioria das cerimônias de indução do Hall of Fame encerra com todos da noite subindo ao palco para uma grande jam. "Rockin' in the Free World" faz sentido este ano, bem como faz "Johnny B. Goode" ou outra canção de Chuck Berry. Eles certamente têm grandes guitarristas suficientes para fazer isso acontecer com Jeff Lynne, Steve Howe, Trevor Rabin, Mike McCready, Neal Schon e Lenny Kravitz no local. Aconteça o que acontecer, a imagem de Pearl Jam, YES, Journey, Joan Baez, Jeff Lynne e Snoop compartilhando o mesmo palco será inesquecível

Assista ao novo clipe virtual da Björk


A porralouquice cult virtual de extremo bom gosto pode ser vista no vídeo da canção "Notget", que integra o álbum "Vulnicura", lançado em 2015.

ASSISTA AQUI

Yestival 2017, o festival itinerante do Yes


Em agosto próximo o Yes sairá pelas estradas norte-americanas com seu próprio festival itinerante.

O Yestival contará ainda com as performances de Todd Rundgren e com o eterno baterista do ELP, Carl Palmer, que agora excursiona com o Carl Palmer's ELP Legacy.

Livro discorre sobre a discografia do Rush


"Rush Album by Album", de Martin Popoff chegará no dia primeiro de maio passando a limpo a carreira discográfica do power trio canadense, incluindo depoimentos de grandes músicos de outras bandas, como Kirk Hammett e Paul Gilbert.

PARA COMPRAR: EDIÇÃO EM INGLÊS

Ouça a nova música de Jack White


"Battle Cry", instrumental de dois minutos e meio foi lançada de forma avulsa.

Ainda não se sabe se integrará ou não um vindouro álbum do músico.

OUÇA AQUI

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Terror true: baixista do Metallica gostou do Grupo Molejo


Em entrevista ao canal do apresentador Cauê Moura, no Youtube, Robert Trujillo, o baixista da banda, ficou “entusiasmado” com a performance de Anderson Leonardo e companhia. “Gosto do ritmo. Tem uma qualidade que lembra um coral, um hino. Essa música te faz se sentir bem”, afirmou ele após ouvir Cilada, um dos clássicos do conjunto brasileiro. O Metallica foi atração Lollapalooza Brasil 2017.


Leia mais no ESTADÃO

A volta dos tribalistas


Enchendo os olhos e ouvidos de Nélson Motta e já nem tanto de Dori Caymmi, os tribalistas estouraram a boca do balão em 2002, à época de seu álbum único auto-intitulado, unindo a tríade Arnaldo Antunes, trazendo toda a sua intelectualidade, Carlinhos Brown, com sua arte percussiva e Marisa Monte e seu belo canto e interpretação.

O disco irrompera a marca de dois milhões de cópias vendidas.

Eis que agora o trinômio se une novamente e já se encontra a compor novas canções para um futuro lançamento e quem sabe vindoura turnê.

Aguardemos.

A guitarra mais cara do mundo!


Nesta semana, a Ultimate Guitar listou as guitarras mais caras já vendidas da história. Em primeiro lugar está uma Fender Stratocaster de cor branca, que foi vendida em 2005 por 2, 7 milhões de dólares (equivalente a 8,3 milhões de reais). O instrumento é assinado pelos músicos mais respeitados do mundo: Mick Jagger, Keith Richards, Eric Clapton, Brian May, Jimmy Page, David Gilmour, Jeff Beck, Pete Townsend, Mark Knopfler, Ray Davis, Liam Gallagher, Ronnie Wood, Tony Iommi, Angus and Malcolm Young, Paul Mccartney, Sting, Ritchie Blackmore, Def Leppard e Bryan Adams. Tá bom ou quer mais?

A guitarra foi adquirida em um leilão em Catar, na Ásia, por Sheikha Mayassa bint Hamad Al Thani, filha do Emir do Catar, e uma das fundadoras da organização Reach Out To Asia. O dinheiro arrecadado foi doado à instituição para ajudar vítimas de Tsunamis.

Leia mais no UOL

Nightwish - "Endless Forms Most Beautiful"


No espaço rememorando desta semana, trago o brilhante texto de 2015, talvez uma das melhores resenhas escritas por Ricardo Seelig em seu site Collectors Room, que infelizmente hoje se encontra em hiato.

A banda finlandesa Nightwish, da frontwoman holandesa Floor Jansen e do mentalmente frutífero líder Tuomas Holopainen se encontra em merecidas férias após o lançamento do muito bem sucedido álbum "Endless Forms Most Beautiful", de 2015, o primeiro com Floor ao microfone e de sua sequente turnê mundial que inclusive passou pelo Brasil no último Rock in Rio e está toda ela registrada no Blu-ray/DVD "Vehicle of Spirit".

Sobre a evolução da banda e "Endless Forms Most Beautiful", Ricardo Seelig escreveu:

Oitavo álbum do Nightwish, Endless Forms Most Beautiful marca o início de um novo capítulo na carreira da banda finlandesa. E esse capítulo tem nome: Floor Jansen. No grupo desde 2012, a holandesa substituiu Anette Olzon, que, por sua vez, entrou no lugar de Tarja Turunen. Aclamada e elogiada em seus trabalhos anteriores no After Forever (mais) e no ReVamp (nem tanto), Floor encara o maior desafio de sua carreira ao assumir papel de destaque no Nightwish.

Os motivos para isso são muitos. De cara, trata-se de uma banda com uma proporção muito maior que suas experiências anteriores. Quando lançou Once, em 2004, o Nightwish estourou a boca do balão e se transformou na bola da vez, extrapolando o público do metal e ganhando novos fãs em uma popularidade ascendente. Puxado pelo single “Nemo”, o disco vendeu pra caramba em todo o mundo e teve seus vídeos executados à exaustão. Quando parecia que os finlandeses iriam mudar de patamar, veio a bomba: desentendimentos levaram à saída de Tarja, e a coisa ficou em stand-by por um longo tempo.

Três anos, pra ser mais exato. Esse foi o tempo que a banda liderada pelo tecladista Tuomas Holopainen levou para montar novamente seu quebra-cabeça com a chegada de Anette e o lançamento de Dark Passion Play (2007), disco que trouxe uma sonoridade bem mais pop e não foi muito bem recebido. Mais quatro anos se passaram e o Nightwish entrou no eixo novamente com o excepcionalImaginareum (2011), um trabalho pra lá de complexo envolvendo todo um projeto audiovisual e com composições repletas de detalhes. Um disco muito acima da média, e que ocupou de imediato um lugar de destaque no catálogo da banda.

Pra então tudo mudar novamente com a saída (ou demissão, sei lá) de Anette Olzon em meio a uma turnê e a surpreendente e saudada chegada de Floor Jansen. Estreando a nova formação, o Nightwish retomou o melhor de seus dois períodos anteriores graças à imensa versatilidade de Jansen, enchendo os fãs de expectativa quanto a um possível novo disco com a holandesa nos vocais.


E ele veio, finalmente. Endless Forms Most Beautiful é tão pretencioso e megalomaníaco quantoImaginareum, porém um pouco mas agressivo e pesado que o álbum anterior. Temático, o disco traz onze canções com letras inspiradas nos livros do biólogo britânico Richard Dawkins, conhecido pelo seu discurso evolucionista e ateu. Tuomas faz de Endless Forms Most Beautiful - título tirado de uma frase do clássico A Origem das Espécies, do naturalista Charles Darwin - um tratado sonoro em defesa da Teoria da Evolução, alcançando um resultado consistente, belo e, mais uma vez, excelente.

As canções caminham pelas diversas características do DNA sonoro do Nightwish, variando entre faixas mais pop, outras mais pesadas e também aquelas mais complexas e cheias de movimentos e dinâmicas, com estruturas e arranjos que variam do progressivo ao clássico e evoluem em canções impressionantes - o caso mais notório está na última faixa do disco, “The Greatest Show On Earth”, uma obra-prima com mais de 20 minutos de duração.

Dosando com equilíbrio os principais elementos dos dois capítulos anteriores de sua trajetória - os vocais operísticos de Tarja e o contagiante apelo pop do período com Anette -, o Nightwish deu a Floor Jansen a oportunidade de gravar o trabalho mais completo de sua carreira, onde fica claro o quão acertada foi a sua escolha para o posto. Transitando com grande naturalidade entre estes dois extremos, Floor tanto pode soar chiclete e acessível em uma canção como “Élan" quanto pode deixar todo mundo com o queixo no chão ao incorporar uma espécie de soprano para as grandes massas cabeludas, como acontece na já mencionada “The Greatest Show On Earth”. E, no meio disso tudo, ainda mostra toda a delicadeza e sutileza de sua voz em canções como a balada “Our Decades in the Sun”, por exemplo.

Mantendo os elementos étnicos e de world music que sempre estiveram presentes em seus discos, o Nightwish tem outra estreia em Endless Forms Most Beautiful: o multi-instrumentista Troy Donockley, que traz para o jogo sopros, gaitas e outros instrumentos não muito comuns ao rock, enriquecendo a musicalidade e contribuindo decisivamente para o resultado final.

Esbanjando bom gosto e criatividade, soando inventivo e sem medo de experimentar e explorando um tema que é um tabu para uma parcela de seus próprios ouvintes - a visão de Dawkins e a Teoria da Evolução -, o Nightwish prova mais uma vez que o que sempre está em primeiríssimo lugar para a banda é a sua liberdade e visão artística. E é justamente esse ar destemido, esse desejo constante de sair do comum e entregar um trabalho diferenciado, que faz do sexteto liderado por Tuomas Holopainen um ponto totalmente fora da curva quando falamos de rock e heavy metal.

Excelente em todos os níveis, Endless Forms Most Beautiful é um disco único e belíssimo, que não fica devendo nada ao que o Nightwish já gravou e, sobretudo, aponta para um futuro onde as possibilidades são excitantes e infinitas. Com ele, a banda mostra que aprendeu um dos grandes ensinamentos de Darwin: a sobrevivência dos mais fortes. E os finlandeses estão, definitivamente, nesse grupo, prontos para liderar os seus seguidores.




Rock and Roll Hall of Fame: animação resume a história do Yes


A indução do Yes para o Rock and Roll Hall of Fame amanhã é o culminar de uma jornada incrível de 50 anos para os gigantes de rock progressivo.

Eles passaram por uma série de mudanças de formação ao longo das décadas, e agora atuam em dois campos rivais. O grupo spinoff  AWR - Anderson Wakeman Rabin,  na verdade tem mais dois Hall of Fame homenageados do que a banda oficial.

O Yes é tão complicado que se criou um desenho animado que conta toda a história.

Temos aqui um pouco de diversão com alguns de seus momentos mais estranhos, mas tudo isso vem de um lugar de amor verdadeiro para a banda.

Faltam alguns álbuns e mudanças de formação: "Relayer, "Tormato", "Talk", "Open Your Eyes", "Magnification", Fly From Here, Patrick Moraz e Igor Khoroshev, para sintetizar, termo pouco a ver com a extensão e magnitude tão adotada pelo Yes, estes álbuns e integrantes foram suprimidos da animação, do contrário a mesma seria maior que Lawrence da Arábia.

ASSISTA AQUI

Rusga entre as irmãs Wilson ameaça o Heart


Engajada em seu novo projeto intitulado Roadcase Royale, a guitarrista Nancy Wilson comentou sobre a improbabilidade de novos trabalhos do Heart:

“Minha ideia era excursionarmos durante o verão (hemisfério norte). Mas Ann (Wilson, vocalista) decidiu explorar outras áreas musicais, das quais o grupo não faz parte..."

A divergência profissional em grande parte pode ter sido acarretada e agravada pelo choque familiar entre ambas as irmãs após o marido de Ann ter agredido os filhos de Nancy nos bastidores de uma apresentação em Seattle e o caso fora aos tribunais.

“Há muitas cicatrizes não curadas ainda, mas acredito que o tempo cura tudo. Espero pelo melhor. Por hora, vamos seguir em frente, sendo positivos”, completou Nancy.

Slash: show transmitido direto de zoológico em realidade virtual


O roqueiro Slash vai se apresentar no Baile Anual da Associação do Zoológico de Los Angeles em 20 de maio. Ele convidou Jack Black, Grace Potter e Bernard Fowler para se apresentarem com ele no evento.

O show, produzido em parceria com o Citi, a Live Nation e a NextVR, faz parte da série de eventos Backstage With Citi, que permite aos clientes do banco o acesso a centenas de eventos anualmente.

O show será transmitido em realidade virtual e os fãs terão acesso a gravações dos bastidores, bate-papo com o guitarrista e imagens do ensaio da apresentação.

"Estou honrado e orgulhoso de fazer parte do aniversário de 50 anos do Beastly Ball. Será o maior já feito, estou muito empolgado para tocar ao vivo com bons amigos”, disse Slash em comunicado.

Slash, colecionador de répteis exóticos, é um ativista de direitos animais e já trabalhou a favor de várias organizações de conservação animal. Ele também faz parte do comitê da Associação do Zoológico de Los Angeles.

Após 28 anos The Who executa "Tommy" na íntegra


Em apresentação beneficente em prol do Teenage Cancer Trust, no icônico Royal Albert Hall, Londres o grupo bretão mandou toda a consagrada ópera-rock "Tommy", o que não acontecia desde o fim da década de 80.

Em setembro eles estarão no Brasil para o Rock in Rio. Já pensou se tocam o mesmo setlist?

Abaixo assista a dois vídeos disponibilizados por expectadores do concerto:

ASSISTA AQUI e AQUI

Setlist:

I Can’t Explain
Substitute
Overture (Primeira vez desde 2002)

It’s a Boy (Primeira vez desde 2002)

1921 (Primeira vez desde 1989)

Amazing Journey
Sparks

Eyesight to the Blind (Primeira vez desde 1989)

Christmas (Primeira vez desde 1989)

Cousin Kevin (Primeira vez desde 1989)
The Acid Queen
Do You Think It’s Alright? (Primeira vez desde 1989)

Fiddle About (Primeira vez desde 1989)
Pinball Wizard
Go to the Mirror! (Primeira vez desde 1989)

There’s a Doctor (Primeira vez desde 1989)

Tommy Can You Hear Me?
Smash the Mirror
It’s A Boy (Primeira vez desde 1989)
I’m Free (Primeira vez desde 2002)

Miracle Cure (Primeira vez desde since 1989)
Sensation (Primeira vez desde 1989)
Underture (Primeira vez desde 1969)
Sally Simpson (Primeira vez desde 1989)
Welcome (Primeira vez desde 1989)
Tommy’s Holiday Camp (Primeira vez desde 1989)

We’re Not Gonna Take It (Primeira vez desde 1989)

See Me, Feel Me
Won’t Get Fooled Again
Join Together

Baba O’Riley
Who Are You

Pink Floyd: Qual você prefere, "Atom Heart Mother" x "Meddle"?


Após eu perceber a boa participação dos leitores no post 34 anos do epílogo "maldito" The Final Cut. O que você acha deste álbum do Pink Floyd? resolvi aproveitar o ganho e desenvolver aqui uma série bem-humorada, leve e sem maiores profundidades, colocando para você leitor opinar entre álbuns do Floyd que selecionarei post a post, tendo como base uma certa afinidade sonoro-estética ou temporal entre eles.

Detalhe: a princípio deixarei de fora o quadrado mágico (Dark Side, Wish You Were Here, Animals e The Wall), além do próprio The Final Cut, que inspirou essa brincadeira toda.

No primeiro embate, "Qual álbum você prefere, Piper ou Saucerful?", Deu "Piper" na cabeça.

No segundo embate, "Pink Floyd: Qual você prefere, "More" ou "Obscured by Clouds"?" deu "Obscured by Clouds".

Agora vamos ao enfrentamento entre dois álbuns que contém músicas que ocupam um lado inteiro do LP.

Terceiro embate:

"Atom Heart Mother" x "Meddle"



"Atom Heart Mother"

O famoso disco da vaca, a encantadora Lulubelle III da capa, este álbum foi lançado em 1970, sendo certamente o mais tranquilo e ameno trabalho do Floyd em sua excelência.
O trabalho é calcado na grande faixa-título, uma sensacional suíte assinada pelos quatro membros e o maestro Ron Geesin, que ocupou todo o lado A do LP. O lado B traz uma parte bem democrática, trazendo uma canção de Roger Waters, outra de Richard Wright, uma de David Gilmour e fecha com um belo gran-finale com uma música dos quatro.

Tracklist:

"Atom Heart Mother"
"If"
"Summer '68"
"Fat Old Sun"
"Alan's Psychedelic Breakfast"





"Meddle"

O famoso disco da orelha na capa e que contém "Echoes", lançado em 1971, foi o mergulho definitivo do grupo no universo progressivo.
Carente de um líder desde a saída do criador, Syd Barrett, aqui o baixista e cada vez mais letrista Roger Waters começa a assumir cada vez mais as rédeas da grande carruagem floydiana.
Ao contrário do álbum antecessor, "Meddle" veio com o lado A trazendo várias canções, incluíndo a ótima "One of These Days" e o blues canino "Seamus" e em todo o lado B a já citada "Echoes", que para muitos é a melhor canção do grupo no conceito melodia-letra.

Tracklist:

"One of These Days"
"A Pillow of Winds"
"Fearless"
"San Tropez"
"Seamus
"Echoes"



E aí, qual você prefere? 

Iron Maiden: falange de Eddies dominam capa da nova Metal Hammer


A edição 295 da revista Metal Hammer traz na capa uma infestação do mascote da Velha Donzela, trazendo em seu conteúdo uma entrevista com o chefe Steve Harris, tudo sobre a vindoura turnê bretã da banda e um top 50 das músicas do grupo.

Que tal um disco de Blues do Black Sabbath? Quase houve e ainda há esperanças


O eterno baixista sabático, Terry Geezer Butler revelou:

“A sequência de 13 seria um disco no estilo. Mas decidimos fazer a turnê, pois levaria em torno de dois ou três anos. Imaginamos que poderíamos não estar mais aqui. Quem sabe, um dia, gravamos”.

Já pensou, que maravilha seria? 

Rock in Rio: começa hoje a venda de ingressos. Confira todas as informações!


Hoje, precisamente às 19:00 horas no horário de Brasília, começam a serem vendidos os ingressos para o festival carioca destinados ao público geral.

Confira abaixo as informações:

Rock in Rio

Local: Parque Olímpico do Rio de Janeiro
Data: 15 e 17 e 21 a 24 de 24 de Setembro de 2017
Vendas online no link:
https://rockinrio.ingresso.com/hotsite
Preços dos ingressos:
Inteira – R$ 455,00
Meia – R$ 227,50

Programação anunciada até o momento:

15 de setembro – Sexta-feira
Palco Mundo: Lady Gaga / Pet Shop Boys / 5 Seconds of Summer / Ivete Sangalo
Palco Sunset: Salve o Samba / Céu & Boogarins / Fernanda Abreu com Focus Cia de Dança & Dream Team do Passinho / SG Lewis & Convidado
Eletrônica: The Black Madonna / Selvagem / Gop Tun DJs (Caio T & Nascii) / Groove Delight / Fatnotronic

16 de setembro – Sábado
Palco Mundo: Maroon 5 / Fergie / Shawn Mendes / Skank
Palco Sunset: Blitz & Alice Caymmi & Davi Moraes / Emicida & Miguel / Charles Bradley & His Extraordinaires / Homenagem a João Donato com Lucy Alves, Emanuelle Araújo, Tiê e Mariana Aydar
Eletrônica: Grandmaster Flash / The Gaslamp Killer / DJ Marky B2B Mau Mau / ZZ’s

17 de setembro – Domingo
Palco Mundo: Justin Timberlake / Alicia Keys / Walk The Moon / Frejat
Palco Sunset: Nile Rodgers & Chic / HMB, Virgul & Carlão / Johnny Hooker, Liniker e Almério
Eletrônica: Luciano, Andhim, Renato Ratier, Chemical Surf, Flow & Zeo

21 de setembro – Quinta-feira
Palco Mundo: Aerosmith / Def Leppard / Fall Out Boy / Scalene
Palco Sunset: Alice Cooper + Arthur Brown / BaianaSystem + Titica / Ana Cañas + Hydon / The Kills
Eletrônica: Rob Garza / Nightmares on Wax / SG Lewis / Leo Janeiro / Ney Faustini / Mumbaata

22 de setembro – Sexta-feira
Palco Mundo: Bon Jovi / Alter Bridge / Jota Quest
Palco Sunset: Ney Matogrosso + Nação Zumbi / O Grande Encontro + Orquestra de Pífanos de Caruaru + Grupo Grial de Dança / Sinara + Mateus Aleluia
Eletrônica: Maya Jane Coles / Paranoid London / L_cio / Tessuto / Manimal / IAO Live

23 de setembro – Sábado
Palco Mundo: Guns N’ Roses / The Who / Incubus / Titãs
Palco Sunset: Ceelo Green / Bomba Estéreo + Karol Conka / Quabales + Margareth Menezes
Eletrônica: Illusionize / Bruno Martini / Nytron / Ely + Sha

24 de setembro – Domingo
Palco Mundo: Red Hot Chili Peppers / Thirty Seconds to Mars / The Offspring
Palco Sunset: Sepultura / Dr. Pheabes & Supla
Eletrônica: Vintage Culture / Gabriel Boni / Cat Dealers / Bruno Furlan / Zerb

Morreu Paul O'Neill, co-fundador, maestro, produtor e compositor do Trans-Siberian Orchestra


Em nota oficial, o Trans-Siberian Orchestra anunciou a morte do maestro, produtor e compositor Paul O’Neill, aos 61 anos. Ele foi responsável, junto de Jon Oliva, pela idealização do projeto, assim como a revolução sonora do Savatage a partir do álbum Hall Of The Mountain King. Também ostenta, em seu currículo, trabalhos com Aerosmith, Badlands e Metal Church. A causa do óbito não foi revelada, apenas que se tratava de uma doença crônica.

Fonte: VAN DO HALEN

quarta-feira, 5 de abril de 2017

David Gilmour recebe prêmio de Concerto do Ano na Alemanha


Em 15 categorias da premiação LEA (Live Entertainment Award) em Frankfurt, Alemanhã no dia 3 de abril último, 500 concertos, shows e apresentações de turnês ou únicas foram avaliadas.

Também foram avaliadas as realizações de destaque de promotores, gerentes de artista, agentes de reserva e operadores locais. Os votos finais contaram com o representante de mídia do júri em um acordo de paridade com profissionais da indústria.

A apresentação do eterno guitarrista floydiano David Gilmour em Viena no ano passado pela turnê do álbum "Rattle that Lock" faturou o premio na categoria Concerto do Ano.

Veja o resultado completo publicado na categoria:

CONCERTO DO ANO

Vencedor: David Gilmour - Vienna, Schonbrunn Palace | Barracuda Music

Indicados:

• Adele - Barclaycard Arena, Hamburg | Marek Caro Konzertagentur
• Andreas Gabalier - Estádio Olímpico, Munique | Manfred Hertlein Veranstaltungsgesellschaft
• Iron Maiden - Waldbühne, Berlim | Promoções Assistente Konzertagentur
• Yello - Kraftwerk, Berlim | Datasound AG / Nitro Booking

Veja todas as categorias e ganhadores

David Letterman substituirá Neil Young em homenagem ao Pearl Jam


Devido a problemas de saúde, Neil Young não poderá comparecer à cerimônia de indução do Rock And Roll Hall Of Fame, onde faria o discurso em homenagem à banda grunge Pearl Jam, uma das agraciadas juntamente com Yes, E.L.O. e Journey, na sexta-feira próxima..

Em seu lugar a organização do evento recrutou o célebre apresentador televiso David Letterman, que pronunciará as palavras enaltecedoras ao grupo de Seattle.


The Beatles: finalmente revelado o tracklist da edição de 50 anos de Sgt. Pepper's


A reedição especial da obra-prima chegará em diversos formatos no dia 26 de maio próximo contendo o seguinte tracklist:

CD 1: ‘Sgt. Pepper’ 2017 Stereo Mix

CD 2: Sessões iniciais, em ordem cronológica de gravação

1. Strawberry Fields Forever [Take 1]
2. Strawberry Fields Forever [Take 4]
3. Strawberry Fields Forever [Take 7]
4. Strawberry Fields Forever [Take 26]
5. Strawberry Fields Forever [Stereo Mix – 2015]
6. When I’m Sixty-Four [Take 2]
7. Penny Lane [Take 6 – Instrumental]
8. Penny Lane [Vocal Overdubs And Speech]
9. Penny Lane [Stereo Mix – 2017]
10. A Day In The Life [Take 1]
11. A Day In The Life [Take 2]
12. A Day In The Life [Orchestra Overdub]
13. A Day In The Life (Hummed Last Chord) [Takes 8, 9, 10 and 11]
14. A Day In The Life (The Last Chord)
15. Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band [Take 1 – Instrumental]
16. Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band [Take 9 And Speech]
17. Good Morning Good Morning [Take 1 – Instrumental, Breakdown]
18. Good Morning Good Morning [Take 8]

CD 3: Sessões iniciais, em ordem cronológica de gravação

1. Fixing A Hole [Take 1]
2. Fixing A Hole [Speech And Take 3]
3. Being For The Benefit Of Mr. Kite! [Speech From Before Take 1; Take 4 And Speech At End]
4. Being For The Benefit Of Mr. Kite! [Take 7]
5. Lovely Rita [Speech And Take 9]
6. Lucy In The Sky With Diamonds [Take 1 And Speech At The End]
7. Lucy In The Sky With Diamonds [Speech, False Start And Take 5]
8. Getting Better [Take 1 – Instrumental And Speech At The End]
9. Getting Better [Take 12]
10. Within You Without You [Take 1 – Indian Instruments Only]
11. Within You Without You [George Coaching The Musicians]
12. She’s Leaving Home [Take 1 – Instrumental]
13. She’s Leaving Home [Take 6 – Instrumental]
14. With A Little Help From My Friends [Take 1 – False Start And Take 2 – Instrumental]
15. Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (Reprise) [Speech And Take 8]

CD 4: ‘Sgt. Pepper’ and bonus tracks in Mono

(Tracks 1-13: 2017 Direct Transfer of ‘Sgt. Pepper’ Original Mono Mix)
14. Strawberry Fields Forever [Original Mono Mix]
15. Penny Lane [Original Mono Mix]
16. A Day In The Life [Unreleased First Mono Mix]
17. Lucy In The Sky With Diamonds [Unreleased Mono Mix – No. 11]
18. She’s Leaving Home [Unreleased First Mono Mix]
19. Penny Lane [Capitol Records U.S. Promo Single – Mono Mix]

DISCS 5 & 6 (Blu-ray & DVD)

Audio Features (both discs):
– New 5.1 Surround Audio mixes of ‘Sgt. Pepper’ album and “Penny Lane,” plus 2015 5.1 Surround mix of “Strawberry Fields Forever” (Blu-ray: DTS HD Master Audio 5.1, Dolby True HD 5.1 / DVD: DTS Dolby Digital 5.1)
– High Resolution Audio versions of 2017 ‘Sgt. Pepper’ stereo mix and 2017 “Penny Lane” stereo mix, plus 2015 “Strawberry Fields Forever” hi res stereo mix (Blu-ray: LPCM Stereo 96KHz/24bit / DVD: LPCM Stereo)
Video Features (both discs):
– The Making of Sgt. Pepper [documentário inédito, registrado em 1992]
– Promotional Films: “A Day In The Life;” “Strawberry Fields Forever;” “Penny Lane” [4K restored]

Veja imagens do fim da turnê do Gojira


O Gojira concluiu a etapa francesa de sua turnê "Magma" no L'Olympia, em Paris, nos dias 1 e 2 de abril últimos. As filmagens do primeiro concerto podem ser vistas abaixo.

ASSISTA AQUI

O último álbum do GOJIRA, "Magma" foi lançado em junho passado via Roadrunner Records.

Lorde revela que "Green Light" foi inspirada por Florence + the Machine


Na primeira parte de sua entrevista com Tavi Gevinson no novo podcast de Gevinson, Lorde falou longamente sobre o processo criativo por trás de seu próximo álbum, "Melodrama".

Ela abordou análises do single do álbum, "Green Light", como um marcante ponto de partida além do trabalho anterior, e explicou a gênese de seu arranjo incomum.

Enquanto explicava como a música se originou, Lorde tocou uma gravação (intitulada "Very first Green Light") de seu telefone dela mesma e do produtor Jack Antonoff que trabalhou no piano de "Green Light".

A direção da música foi em grande parte inspirado por um concerto de Florence + the Machine que ela compareceu com Antonoff.

"Seu pianista fez um grande tipo de movimento com as mãos sobre o piano, e foi literalmente a fisicalidade desse movimento que se tornou a forma como Jack tocou isso", disse ela.

ASSISTA AO VÍDEO DE "GREEN LIGHT"

Os 45 anos de "Graham Nash David Crosby"


"Graham Nash David Crosby" (1972), primeiro álbum da parceria Crosby/Nash, surgiu durante a turnê que Crosby e Nash fizeram juntos após o lançamento de seus respectivos primeiros álbuns solos pós CSNY, “If I Could Only Remember My Name” e “Songs for Beginners”. O sucesso da turnê levou as novas músicas para o estúdio de gravação - sempre rodeados de “grandes amigos”: Jerry Garcia, Phil Lesh e Bill Kreutzmann (do Grateful Dead), Dave Mason, além do quarteto “The Section” (Craig Doerge, Danny Kortchmar, Leland Sklar, and Russell Kunkel).

A veia folk/pop de Nash segue entrecortada pela introspecção reflexiva de Crosby, moldados pelas belíssimas harmonias vocais típicas desses mestres da canção americana.

A primeira canção, “Southbound Train”, é um country tradicional de retorno ao sul em que Nash desafia: “Can you carry the torch that'll bring home the dead?”; e expõe as feridas: “Are you angry and tired that your point has been missed?”… “Fraternity failing to fight back the tears / Will it take an eternity breaking all the fears?”.

Após as duas primeiras pancadas, uma curta balada metalinguística ao piano, “Blacknotes”, desemboca em “Strangers Room”, canção dolorida, com o primor vocal característico da dupla, apresentando um homem perdido em uma sala de estranhos, a suplicar ajuda, sem conseguir encontrar a luz ou ao menos saber pra onde vai, do que está fugindo. Em “Where Will I be?”, Crosby sintetiza o disco em letra, música, delicadeza e angústia, numa interpretação assombrosa de uma canção que poderia fazer parte de “If I could only remember my name”, seu fantástico primeiro lp solo. Fechando a primeira parte, uma das mais belas do álbum, “Page 43”, uma reflexão melancólica sobre aproveitar o que a vida nos apresenta, apesar da repetição da mesma velha história...

O lado b abre com “Frozen Smiles”, mais “animada” ritmicamente, no entanto continuando o peso temático das demais, é um conselho para um amigo que vive “entre muros”, isolado. Em “Games”, um fim de relacionamento é a senha para reflexão do quanto os “jogos” (de poder, do conflito, do ‘querer mais’) matam o amor. “The Wall Song”, retoma a espécie de figura recorrente do álbum, um homem “emparedado” em uma cerca feita de lágrimas onde não pode ser ouvido, um ser a caminhar, tropeçando meio cego e seco como o vento.

Nessas onze canções, David Crosby e Graham Nash conseguiram, através de um misto de escuridão e beleza, um panorama atemporal de um homem angustiado, reflexivo e, acima de tudo, solitário. Ah, “The Wall” (do Pink Floyd) veio bem depois...


COMPRE AQUI em CD e LP 

Tracklist:

Side one

1 "Southbound Train"
2."Whole Cloth"
3."Blacknotes"
4."Stranger's Room"
5."Where Will I Be?"
6."Page 43"

Side two

1."Frozen Smiles"
2."Games"
3."Girl to Be on My Mind"
4."The Wall Song"
5."Immigration Man"

Por Marcos Filho

Quem é o guitarrista mais subestimado? Satriani responde


Para começar o debate, a opinião de uma das maiores assumidades mundiais no instrumento em questão, o guitarrista mega-virtuoso Joe Satriani.

“George Harrison, sem sombra de dúvida. Pensa nisso: ele era apenas um garoto no início do movimento, e não alguém que algum dia sonharia em ser um virtuoso da guitarra. Ele era um músico impecável, e estava destinado a escrever duas das mais populares músicas dos Beatles de todos os tempos – 'Something' e 'Here Comes The Sun'...
...Seu jeito de tocar guitarra foi só melhorando ao longo do tempo, até o dia da sua morte. No começo, eles queriam soar como Carl Perkins ou o Chuck Berry, mas veja sua evolução e você vai até o Traveling Wilburys, quando ele ainda estava trazendo ótimas influências...
...Eu quero enfatizar isso, pode colocar em letras maiúsculas – ELE FOI SEMPRE, SEMPRE MUSICAL! Muitas pessoas conseguem se dar bem na guitarra fisicamente, realmente não é tão difícil, mas musicalmente é diferente. Essa é a grande questão...
...Existem milhares de guitarristas que poderiam tocar de forma parecida ao George, mas quais deles tocaram algo que realmente tocou o seu coração?”

E pra você? Quem o é o guitarrista mais subestimado da música?


Tears for Fears confirmado no Rock in Rio 2017


A dupla se apresentará no festival carioca na noite do dia 22 de setembro no Palco Mundo.

Wagner Tiso e Victor Biglione: "The Finland Concert" - uma obra-prima


Ouça pra ontem e não percam os shows dessa turnê!!!

Neste álbum gravado ao vivo em março de 2014 em concerto no Martinus Concert Hall, em Vantaa, cidade da Finlândia, Ricardo Queiroz assina com  o pianista e arranjador mineiro Wagner Tiso e o guitarrista e violonista argentino e já quase brasileiro, Victor Biglione, a produção deste disco instrumental de repertório predominantemente nacional. Ao piano e ao violão de aço, respectivamente, Tiso e Biglione caem no samba ao tocarem temas como Saudade da Bahia (Dorival Caymmi, 1957), Sonho de um Carnaval (Chico Buarque, 1964), Na cadência do samba (Ataulfo Alves e Paulo Gesta, 1962) e Samba de uma nota só (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça, 1960). Outra joia do repertório nacional é a lírica As rosas não falam (Cartola, 1976).

Com a liberdade do improviso, eles também tocam Variações sobre "Doce de coco", tema baseado no choro de Jacob do Bandolim (1918 – 1969), lançado em 1954. Fora da safra brasileira, os músicos abordam Autumm leaves (Joseph Kosma e Jacques Prevert, 1945). Tiso e Biglione pretendem retomar a turnê para promover o álbum "The Finland Concert".

Leia mais no G1


Paul McCartney no Brasil


O Jornal Destak cravou a vinda do eterno beatle canhoto para o último trimestre deste ano.

Paul trabalha atualmente em seu vindouro álbum de estúdio e na edição comemorativa dos 50 anos do álbum Sgt. Pepper's... .

Sua última passagem pelo Brasil foi em 2014.

Aguardemos.

terça-feira, 4 de abril de 2017

The Beatles: vindoura edição de 50 anos de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band


"Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band" está com edição convencional e deluxe marcadas para chegar no dia 26 de maio próximo e a suspeição de que “Strawberry Fields Forever” e “Penny Lane” integrarão o tracklist desta vez, corrigindo o erro apontado pelo eterno produtor e quinto beatle, George Martin.

Maiores detalhes virão... Aguardemos.

Assista ao novo clipe de Imelda May


Filmado no Brixton Market em Londres - em uma tomada contínua e com um grupo de fãs de May, que responderam a um post no Facebook, o clipe foi inspirado pela Marcha das Mulheres em Washington, DC, que aconteceu em janeiro e inspirou outras marchas e eventos de protesto em todo o mundo.

May disse a Rolling Stone Country que as mulheres do clipe "representam uma seção transversal de mulheres maravilhosas todos os dias - super-mulheres de todas as esferas da vida. Não são vítimas ou agressivas para os homens, mas são poderosas e positivas representações do espírito feminino e solidariedade".

"Eu queria fazer a pergunta, 'Quem cuida de nós? Somos 50 por cento do mundo e é da responsabilidade do poder de cuidar de mulheres também. Eu escrevi 'Should've Been You' como uma história pessoal de desgosto, arrependimento e eventual empoderamento, mas ao fazer este vídeo o que eu queria era refletir sobre os sentimentos atuais de solidariedade entre muitas mulheres em todo o mundo em resposta a eventos que se desenrolam em torno de nós, como a abordagem da administração Trump para questões de saúde e maternidade acessíveis. Ainda parece que é um mundo de homens e em 2017 é chocante."

No entanto, pensar na frente não era necessariamente parte da equação quando se tratava de elaborar seu último álbum, "Life Love Flesh Blood", que tece uma tentadora tapeçaria de blues jazzístico ("Call Me", "Black Tears") borbulhando com sensualidade ("How Bad Can a Good Girl Be "," Sixth Sense ") e toques de agridoce (" The Girl I Used to Be ").

"Eu basicamente escrevi o que eu precisava escrever.Eu sempre fiz isso. Não planejei uma mudança de direção. Mas eu tenho tocado desde que eu tinha 16 anos. Acho que muitas pessoas só me conheceram nos últimos sete a dez anos. Então, eles me teriam nesse nicho, aquela caixa de rockabilly, e pensariam: 'Oh, é isso que ela faz'. Mas eu comecei cantando blues, jazz, country, rock and roll, todas as músicas de raízes, então entrei em rockabilly e punk e já estive em muitas bandas diferentes, então continuo fazendo isso ".

ASSISTA AQUI

Má notícia para quem usa o Spotify gratuito


O número um mundial da música em streaming, Spotify, anunciou nesta terça-feira a assinatura de um novo acordo que dará acesso ao catálogo da Universal Music Group, o que melhorará a remuneração dos artistas.

Segundo o acordo, cujos detalhes não são ainda conhecidos, os assinantes do Spotify free poderão ter acesso a um novo álbum de um artista da Universal durante duas semanas depois da difusão, indicaram as duas companhias em um comunicado conjunto.

Entretanto, os "'singles' estarão disponíveis no Spotify para todos" os usuários, explicou seu diretor-executivo, Daniel Ek, em comunicado.

Desde a sua fundação 2008, a plataforma de música nunca conseguiu gerar luvro líquido, pois a maior parte de seu faturamento acaba nas mãos de proprietários dos direitos, como artistas, produtores e gravadoras.

O Universal Music Group (UMG), maior gravadora do mundo, também terá um acesso sem precedentes aos dados, "criando as bases para novas ferramentas para os artistas e discográficas para estender, começar e construir vínculos mais profundos com seus seguidores".

Lucian Grainge, presidente do UMG, ressaltou a necessidade da indústria musical de fazer do Spotify uma empresa rentável.

"Hoje, [a música] streaming representa a maioria do negócio. Nosso objetivo é transformar essa melhora em um crescimento sustentável", disse Grainge.

O Spotify, presente em 60 mercados, superou os 50 milhões de assinantes no início de março.

A companhia está crescendo e consolidando sua posição como número um do mundo frente à concorrência, como as da Apple Music e do Deezer.

A empresa não se pronunciou sobre as negociações com outras duas gravadoras, Sony e Warner.

Fonte: EM.COM.BR

Que tal ser membro do Deep Purple por ao menos um acorde?


O felizardo foi o produtor e guitarrista sueco Tommy Denander:

“Bob Ezrin (produtor do álbum "inFinite") entrou em contato e pediu que eu aproveitasse a folga da banda em Estocolmo, pois não tinham muito tempo entre as turnês para finalizar o trabalho. Registramos vocais e partes de teclado, mas falta um acorde de guitarra na música ‘Top Of The World’. Bob disse para eu mesmo fazer. Fui até meu estúdio, peguei o instrumento, emulei o estilo de Steve e fiz três takes. Durou menos de um minuto. Fiz milhares de sessões, mas nada pode ser mais legal ou divertido que um acorde em um álbum do Deep Purple. Minha participação aparece logo após a parte falada, ao final da canção”.

Entrou para a história da púrpura profunda.

Pertences de Bruce Springsteen vão a leilão


Itens de colecionador da carreira de Bruce Springsteen foram colocados a leilão por US$ 7,5 milhões. A empresa responsável pela venda, Moments in Time, reuniu 300 itens, entre guitarras, letras, roupas e mais.

De acordo com o CEO da empresa, Gary Zimet, as peças foram acumuladas por um período de sete anos, desde que ele adquiriu o Chevrolet Bel Air conversível de 1957 em que Springsteen compôs “Born To Run”. Desde então, o empresário começou a colecionar itens do artista, chegando a contribuir com exposições no Rock And Roll Hall Of Fame.

Entre os itens também estão o cartão que liberava Springsteen de ir para a Guerra do Vietnã, vários rascunhos da letra de “Born To Run” e a camisa de flanela original usada na capa do disco The River. O conversível não está incluído no pacote.

Os rascunhos das letras de “Born In The U.S.A.”, “Rosalie”, “Tenth Avenue Freeze-Out” e um caderno escrito em 1968 com algumas de suas primeiras composições também estão sendo leiloados.

A carteira de motorista temporária de Springsteen de 1974, um boletim da oitava série (com notas baixas!), uma foto de passaporte e a jaqueta de couro usada na capa de Born To Run podem ser adquiridos.

O preço foi definido para que todos os itens sejam comprados juntos, mas Zimet considera a venda separada.

30 Seconds to Mars confirmado no Rock in Rio 2017


O site oficial da banda capitaneada pelo ator-cantor Jared Leto confirmou sua participação na edição deste ano do festival carioca no dia 24 de setembro, dividindo o Palco Mundo com Offspring e headliner Red Hot Chili Peppers.

Essa é a segunda vez do grupo no festival. Em 2013 eles tocaram no Palco Mundo com direito ao vocalista Jared Leto à tirolesa (vide imagem abaixo).


Assista à performance do Mastodon no Jimmy Kimmel Live


A banda executou ontem no talk-show norte-americano a canção "Show Yourself", que integra o álbum "Emperor of Sand", lançado na última sexta-feira.

ASSISTA AQUI

Leia Também"Emperor of Sand", o novo bom álbum do Mastodon"

Para Roger Glover, o Led Zeppelin definiu o heavy metal. E para você?


“Ouvi o Led Zeppelin antes de entrar no Deep Purple. O primeiro disco deles mudou meu pensamento sobre música. Quando escutei ‘Dazed And Confused’ e ‘How Many More Times’, descobri que Heavy não significava alto e grandioso, era uma questão de atitude. Jimi Hendrix e Cream pavimentaram o caminho, mas eles definiram”

Essas foram as palavras do baixista do Deep Purple a respeito da tão antiga questão: "Quem criou o heavy metal?".

Continuando aqui o debate, explano minha opinião de que o Led, Purple e o The Who contribuiram para a criação e expansão do hard rock, mas foi o Black Sabbath, nas mãos e dedos de Mr. Tony Iommi que criou, com o pedal peculiar da distorção em riffs como da música "Black Sabbath", "N.I.B.", "War Pigs" e "Iron Man", a sororidade, temática e atmosfera do que se desenvolveria com a alcunha de heavy metal e posteriormente e simplesmente Metal e seus afluentes.

E para você? O que acha?

Menino de 11 anos estreia como regente de orquestra sinfônica britãnica


Neste domingo, o jovem Matthew Smith, de apenas 11 anos, estreou como regente da Orquestra Sinfônica de Nottingham, na Inglaterra, conduzindo os 75 músicos durante a opereta "Die Fledermaus", de Johann Strauss, no Royal Concert Hall da cidade.

Em entrevista ao "Nottingham Post", Smith, que já atingiu o quinto grau de violino e toca ainda bateria, violão, piano e viola, disse que ouve a opereta de Strauss desde os sete anos e que estava ansioso para ouvir todos os instrumentos se juntando para criar um único som sob seu comando.

"Eu sou meio famoso, agora. Algumas pessoas pedem meu autógrafo quando eu estou indo para a escola!", revelou. "Eu não sei se meu futuro vai ser como maestro, mas eu vou continuar fazendo música. Eu sei que, um dia, vou reger de novo. Manter-se no tempo certo e saber quando ir e quando parar: é isso que faz um bom regente".

Veja um trecho da apresentação da Orquestra Sinfônica de Nottingham e imagens do ensaio de Smith:

Ouça música gravada por Eddie Van Halen para uma trilha sonora em 1984


"Strike" foi gravada pelo icônico guitarrista para a Comédia de 1984 "The Wild Life",

OUÇA AQUI

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Brian Johnson terá membros do Pink Floyd, Led Zeppelin, Metallica e The Who em seu programa de entrevistas


Essa é imperdível!

Brian Johnson, o eterno vocalista do AC/DC conduzirá um programa de entrevistas pela Sky Arts, intitulado "Life On The Road", onde receberá ícones do mundo da música.

A agenda já conta com:

Episódio 1 – Roger Daltrey (The Who)
Episódio 2 – Lars Ulrich (Metallica)
Episódio 3 – Nick Mason (Pink Floyd)
Episódio 4 – Sting
Episódio 5 – Joe Elliott (Def Leppard)
Episódio 6 – Robert Plant (Led Zeppelin)

A estreia está marcada para 28 de abril próximo.

Aguardemos ansiosos!