sexta-feira, 31 de março de 2017

Vindouro CD/DVD/Blu-ray traz o The Who na Ilha de Wight em 2004


A performance do Who no Festival de Ilha de Wight em 1970 é lendária.

Em 2004, a banda retornou naquele cenário para dar outro show emocionante.

Tal apresentação já está pronta para ser lançada no dia 2 de junho próximo em CD/DVD/Blu-Ray como "Live at the Isle of Wight 2004".

O Who fez um retorno triunfal ao seu palco: Roger Daltrey e Pete Townshend foram acompanhados pelo guitarrista Simon Townshend, o baixista Pino Palladino, o baterista Zak Starkey e o tecladista John "Rabbit" Bundrick.

Tracklist:

“I Can’t Explain”
“Substitute”
“Anyway, Anyhow, Anywhere”
“Who Are You”
“Behind Blue Eyes”
“Bargain”
“Baba O’Riley”
“The Punk And The Godfather”
“5:15″
“Love, Reign O’er Me”
“Eminence Front”
“Drowned”
“Naked Eye”
“Real Good Looking Boy”
“You Better You Bet”
“My Generation”
“Old Red Wine”
“Won’t Get Fooled Again”
“Medley: Pinball Wizard / Amazing Journey / Sparks”
“Medley: See Me, Feel Me / Listening To You”
“Magic Bus”

Em 31 de março de 1958 Chuck Berry lançava "Johnny B. Goode"


Em 31 de março de 1958 anos era lançada “Johnny B. Goode”, icônica canção de Chuck Berry que revolucionou o Rock and Roll
Sem dúvida “Johnny B. Goode” é uma das canções mais conhecidas no mundo do Rock e seu riff, imortalizado por Chuck Berry está presente em várias outras músicas ao longo desses quase 60 anos de criação. A letra fala de um jovem músico no início de carreira e foi inspirada no pianista Johnny Johnson, parceiro de Chuck Berry
Meio mundo regravou a faixa, e até o filme “De volta Para o Futuro” , de 1985 fez referências à música, quando um suposto primo de Chuck, Marvin Berry, ligava para dizer "Sabe aquele novo som que você estava procurando? Então escute isto!". Uma curiosidade interessante é a faixa foi incluída no "Voyager Golden Record", num disco de 12 polegadas de ouro levado pela sonda Voyager como representação do Rock And Roll entre grandiosas realizações da humanidade. (Vai que alguma vida inteligente venha a descobrir o Rock and Roll no espaço!).
Em 2008 a revista Rolling Stone colocou a canção como número um, numa lista entre as 100 melhores músicas de guitarra de todos os tempos e hoje é difícil encontrar uma banda de Rock que não tenha reproduzido o riff de Johnny B. Goode, ao uma vez em sua trajetória. Outra curiosidade que vale ser citada, Angus Young, guitarrista do AC/DC, e fã declarado de Chuck Berry nasceu no dia 31 de Março. Sem dúvida essa pérola vai continuar chacoalhando o esqueleto de muita gente!

                         Feliz aniversário Angus Young!


Há 50 anos Jimi Hendrix queimava a guitarra pela primeira vez no palco


Distinguir-se no colorido clima musical de 1967 não foi fácil. Apenas ser um dos músicos mais inovadores e excitantes, tocar guitarra nunca foi suficiente. Jimi Hendrix teve que literalmente destruir o instrumento.

De acordo com o gerente (e ex-Animals) Chas Chandler, a carnificina da guitarra de Hendrix começou durante uma turnê européia no começo de 1967.

Em março, quando a Jimi Hendrix Experience iniciou uma turnê britânica, que incluiu os irmãos Walker, Engelbert Humperdinck e Cat Stevens, Hendrix e Chandler prepararam uma maneira inteiramente nova de chamar a atenção dos fãs e da imprensa. E tinha a ver com uma nova música que o Experience estava executado em seus shows: "Fire".

Chandler, Hendrix e escritor Keith Altham estavam saindo antes do primeiro show da turnê em 31 de março no Finsbury Park Astoria de Londres, quando o jornalista sugeriu que seria legal se o guitarrista tocasse "Fire", e realmente brincasse com fogo. Um roadie foi enviado para comprar um fluido mais leve e Chandler inventou o plano.

Depois que o Experience terminou seu jogo da abertura com "Fire," Hendrix colocou para baixo sua guitarra pelos amplificadores e jogou-a para trás à parte dianteira do palco e Mitch Mitchell e Noel Redding continuaram a tocar.

Enquanto Hendrix estava distraindo a multidão, Chandler molhou a Stratocaster no combustível. Hendrix a agarrou, ajoelhou-se ao lado dela e, depois de alguns fósforos queimados, acendeu-a.

Devido à quantidade de fluido no instrumento, as chamas subiram a uma altura de quatro pés, queimando as mãos do guitarrista no processo. O roadie, correndo para extinguir o fogo, também sofreu pequenas queimaduras. Embora Hendrix fosse capaz de executar o final em outra guitarra, ele foi tratado mais tarde por seus ferimentos no hospital.

Meses depois Hendrix repetiria o feito no Monterey International Pop Music Festival.

Em 2008 a Stratocaster Fender que Hendrix queimara naquela noite de março fora vendida por mais de $ 450.000 em leilão.

"Emperor of Sand", o novo bom álbum do Mastodon


O Mastodon se firmou ao longo de sua existência como um grupo de metal que se impõe pela extrema competência e segurança no que entrega.

Hoje chegou o seu novo lançamento, "Emperor of Sand", o qual discorrerei sobre em algumas palavras sem me ater à algumas comparações pejorativas com antecessores como já andei lendo por aí.

Focando apenas neste trabalho e nas sensações que ele me trouxe, digo que adorei ouví-lo.

As três primeiras canções, "Sultan's Curse", "Show Yourself" e "Precious Stones" já são porradas diretas no estômago para chegar se impondo.

Aí o disco vai se encaixando naquele status dos álbuns que vão melhorando ainda mais conforme o sequenciar da audição, do jeito que eu gosto, ganhando mais elaboração e variações de cadência, chamando o ouvinte a contemplá-lo.

É o que ocorre nas faixas "Steambreather", "Roots Remain", "Word to the Wise", "Ancient Kingdom", "Clandestiny" e "Andromeda".

Atentem para as linhas de baixo de Troy Sanders, especialmente em "Word to the Wise", pura categoria.

O guitarrista Brent Hinds navega impecável por todo o trabalho destilando seus solos classudos.
Sem perder o requinte, "Scorpion Breath" volta a pesar mais ainda as coisas e finalizando tudo o grupo entra na música que fala a minha língua, a mais extensa e profunda "Jaguar God" que se inicia com o toque de um belo violão, desembocando numa tenra melodia e canto para enfim se chegar à visceralidade.

Negativamente apenas destaco a mixagem da parte vocal, a qual achei um tanto pasteurizada, tirando o encanto das vozes naturais, deixando-as carregadas de efeitos pós-gravados.

Mas não chega a comprometer. Temos mais um puta som para ouvir e isso é bom, isso é Mastodon.

OUÇA AQUI

COMPRE AQUI EM CD E LP

Tracklist:

1. Sultan's Curse
2. Show Yourself
3. Precious Stones
4. Steambreather
5. Roots Remain
6. Word to the Wise
7. Ancient Kingdom
8. Clandestiny
9. Andromeda
10. Scorpion Breath
11. Jaguar God

A Banda:

Brann Dailor (bateria, baixo, vocais)
Brent Hinds (guitarra solo, vocais)
Bill Kelliher (guitarra rítmica)
Troy Sanders (baixo, vocais)

Feliz aniversário Angus Young!


No dia 31 de março de 1955 nascia o guitarrista e um dos fundadores do AC/DC, Angus McKinnon Young.
Angus nasceu em Cranhill, Glasgow, na Escócia, e começou a tocar violão quando tinha apenas 5 anos de idade. Seu vizinho tinha um violão e Angus costumava tocar sempre que o visitava.
Angus passou a tocar guitarra mais seriamente em 1963, ano em que sua família mudou-se daEscócia para a Austrália. Ele comprou uma Gibson SG após tê-la visto em um catálogo de um amigo. Enquanto não tinha sua Gibson SG, ele tocava numa velha Höfner que era de seu irmão Malcolm. Um dos irmãos de Young, George (que tocava na banda The Easybeats), dava aulas de guitarra para Angus e Malcolm quando estava em casa após as turnês.
Antes de formar o AC/DC, Angus tocou num grupo chamado Kantuckee,que tinha como formação: Bob McGlynn (Vocal) Angus Young (Guitarra) Jon Stevens (Baixo). Foi a primeira banda a gravar uma fita demo para Stevie Wrights, classicamente conhecido como “Evie”, num pedido de George Young. A banda cresceu e mudou o nome para Tantrum, com outro vocal, Mark Sneddon.
Angus e Malcolm Young formaram o AC/DC em 1973. A primeira formação incluia Angus como guitarra solo, Malcolm como guitarra base, Colin Burgess na bateria, Larry Van Kriedt no baixo e Dave Evans nos vocais. A primeira música da banda chamou-se “Can I Sit Next To You Girl”. Eles criaram o nome AC/DC após ter visto que estava escrito AC/DC atrás de uma máquina de costura da irmã Margaret. AC/DC é uma sigla em inglês que significa corrente alternada/corrente contínua de eletricidade.
Após tocar com a banda por um tempo, Angus desenvolveu a imagem de Schoolboy (Garoto da escola). Antes de ter a imagem de Schoolboy, Angus tentou outras imagens, como Spider-Man, Zorro, Gorilla e uma paródia do Super Man, nomeado de Super-Ang. A imagem de Schoolboy veio a ser uma marca registrada de Angus Young. O uniforme original foi retirado de sua escola secundária, Ashfield Boys High School, em Sydney. Há rumores de que ele não tinha tempo de trocar sua roupa antes de ir para os shows. Sua irmã Margaret sugeriu que ele vestisse o uniforme da escola, após Malcolm ter dito que cada membro da banda teria que ter uma vestimenta. Isso pode parecer um tanto quanto irônico, mas Angus não gostava muito de ir a escola, gostava de tocar guitarra.
No ano de 2003, esteve presente na lista dos 100 melhores guitarristas de todos os tempos, ficando na 96º colocação. Um ano mais tarde, foi considerado o 24º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone. Sua guitarra elétrica predileta é a Gibson SG que conseguiu na Austrália e usa há mais de 30 anos de carreiras. Um dos maiores guitarristas da história do Rock 'n Roll e considerado pela grande maioria como um dos maiores riffers de todos os tempos, traduzidos em musicas como Back in Black, Highway to Hell, Riff Raff, Black Ice, Let There Be Rock, Hells Bells, Rock 'N Roll Train, Thunderstruck, Shoot to Thrill, entre outros.



quinta-feira, 30 de março de 2017

The Who: Roger Daltrey diz que até "um cão morto teria batido Hillary Clinton na eleição presidencial dos EUA"


Roger Daltrey disse que mesmo "um cão morto" teria batido Hillary Clinton nas eleições presidenciais dos EUA.

O frontman lendário do The Who disse ao site britânico de notícias musicais NME que o presidente Donald Trump "realmente não ganhou" a eleição, os democratas que a "jogaram fora".

O cantor britânico também se pronunciou em favor da mudança de seu país para sair da União Europeia.

"Eu acho que será visto que é a coisa certa para este país."

Os comentários de Daltrey seguem os da lenda punk britânica Johnny Rotten, que disse à Good Morning Britain no início da semana que apoiou a votação da Brexit. O ex-cantor dO Sex Pistols disse que a classe trabalhadora falou e ele é "um deles e ... com eles".

Do trash ao hard: ouça versão do Anthrax para música do Kansas


“Carry On Wayward Son” integra a versão estendida do box comemorativo do álbum "For All Kings", contendo dez discos em 7 polegadas.

Conheça o "Pink Floyd" alemão


Eles começaram a carreira em 1997 como banda cover da gigante bretã Pink Floyd.

Três anos mais tarde, o RPWL (nome concebido através das iniciais dos sobrenomes de seus membros fundadores Phil Paul Rissettio, Chris Postl, Karlheinz Wallner e Yogi Lang) lançavam seu primeiro álbum de canções próprias, o espetacular e aclamadíssimo pela crítica internacional, "God Has Failed", o melhor da carreira até hoje, embora há de se destacar a excelência de mais outros dois belos trabalhos de estúdio, o sucessor "Trying To Kiss The Sun" e "The Gentle Art of Music”, de 2010.

O grupo germânico, como não poderia deixar de ser, devido a sua influência, mergulha em arranjos sofisticados e pacientes, com guitarras afiadas e bem colocadas.

Isso fica denotado no duplo ao vivo "Live: Start the Fire" (2005) gravado no Rockpalast.

Recentemente o grupo voltou a focar seu talento na banda de inspiração e gravou dois discos como tributo, "RPWL plays Pink Floyd" (2015) e "RPWL plays Pink Floyd's «The Man and The Journey»" (2016)

OUÇA AQUI: "God Has Failed", "Trying To Kiss The Sun" "The Gentle Art of Music” e RPWL plays Pink Floyd's «The Man and The Journey»

COMPRE AQUI: "Live: Start the Fire" , "RPWL plays Pink Floyd"

Rush lançará single comemorativo na Record Store Day


Comemorando os quarenta anos do lançamento do álbum "A Farewell to Kings", o Rush anunciou para a Record Store Day no dia 22 de abril próximo, a comercialização de cinco mil cópias do single "Cignus X-1", em vinil 12 polegadas, contendo no lado A a canção “Book I: The Voyage” e no lado B, "“Book II: Hemispheres”.

Sem direito à reedições. quem comprar comprou...

Lynyrd Skynyrd, Deep Purple e ZZ Top no Brasil em turnê conjunta


Em resposta a um fã no Instagram, o guitarrista Rickey Medlocke anunciou que o Lynyrd Skynyrd deve passar pela América do Sul em outubro, com Deep Purple e ZZ Top. Ainda não há confirmação oficial, mas a The Long Goodbye Tour, da banda de Ian Gillan, possui um espaço em aberto justamente no mês em questão. A agenda pode ser conferida aqui

Aguardemos.

Fonte: VAN DO HALEN

No dia de seu aniversário, surge a imagem de Eric Clapton em cadeira de rodas


É uma merda mesmo.

Hoje pela manhã publiquei aqui um texto homenageando os 72 anos de Eric Clapton e horas depois me deparo com a nova imagem e notícia circulando na internet que o mesmo está atualmente de cadeira de rodas, sendo flagrado desta forma no aeroporto de Los Angeles com uma de suas filhas.

Ele sofreu uma crise de bronquite aguda e cancelou os shows que faria na cidade.

Clapton revelou em junho do ano passado que sofre de problemas incuráveis em seu sistema nervoso:

"Senti muita dor durante o último ano. Começou com uma dor na região sacral e se transformou no que chamam de Neuropatia Periférica, que é quando você sente pequenos choques na perna".

Força Clapton e desde já Muito Obrigado por tudo!

Vem aí: álbum solo e póstumo de Lemmy Kilmister com Dave Grohl


O músico e produtor Jim Voxx (Skew Siskin) confirmou ao MetalTalk.net que o álbum solo de Lemmy Kilmister está em vias de ser finalizado. As gravações tiveram início em 2003 e foram sendo feitas aos poucos e em diferentes localidades. Dave Grohl gravou a bateria de várias faixas. Reverend Horton Heat também participou de algumas sessões. A ideia é lançar o trabalho ainda este ano, porém, a decisão definitiva está nas mãos dos empresários do Motörhead.

Fonte: VAN DO HALEN

Pink Floyd: Qual você prefere, "More" ou "Obscured by Clouds"?



Após eu perceber a boa participação dos leitores no post 34 anos do epílogo "maldito" The Final Cut. O que você acha deste álbum do Pink Floyd? resolvi aproveitar o ganho e desenvolver aqui uma série bem-humorada, leve e sem maiores profundidades, colocando para você leitor opinar entre álbuns do Floyd que selecionarei post a post, tendo como base uma certa afinidade sonoro-estética ou temporal entre eles.

Detalhe: a princípio deixarei de fora o quadrado mágico (Dark Side, Wish You Were Here, Animals e The Wall), além do próprio The Final Cut, que inspirou essa brincadeira toda.

No primeiro embate na semana passada, "Qual álbum você prefere, Piper ou Saucerful?", Deu "Piper" na cabeça.

Agora vamos ao enfrentamento entre duas trilhas sonoras feita pelo Pink Floyd:

Segundo embate:

"More" x "Obscured by Clouds"




"Music from the Film More"

Lançado em julho de 1969, este álbum compila as músicas que foram encomendadas pelo cineasta iraniano Barbet Schroeder.
Roger Waters assina boa parte das canções, que vão da suavidade de "Cirrus Minor" e "Green is The Colour", até pedradas como "The Nile Song" e "Ibiza Bar". Destaque também para "Up The Khyber", a única composição do grupo feita pela dupla Wright/Mason.
Ah! O filme vale a pena assistir.

Tracklist:

Cirrus Minor
The Nile Song
Crying Song
Up The Khyber
Green Is The Colour
Cymbaline
Party Sequence
Main Theme
Ibiza Bar
More Blues
Quicksilver
A Spanish Piece
Dramatic Theme

OUÇA AQUI

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"Obscured by Clouds"

Lançado em 1972, como trilha do filme "La Valée", do mesmo diretor Barbet Schroeder. Este álbum destaca-se por abrir caminho para o Pink Floyd no mercado norte-americano, sendo até então o mais bem sucedido por lá.
Novamente todos os quatro membros se envolveram bem nas composições que se vão das instrumentais, a faixa-título, "When You're In", "Mudmen" e "Absolutely Curtains", passando pelas belas canções de Wright, "Burning Bridges" e "Stay" e a dobradinha "Gilmour/Waters na belíssima "Wot's Uh The Deal", música que David Gilmour essuscitou em 2005 no Royal Albert Hall.
Ah! Neste caso, esqueça o filme.

Tracklist:

Obscured By Clouds
When You're In
Burning Bridges
The Gold It's In The...
Wots... Uh The Deal
Mudmen
Childhood's End
Free Four
Stay
Absolutely Curtains

OUÇA AQUI

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E aí, qual você prefere?

Billy Idol cancela apresentação no Rock in Rio


O jornal Destak acaba de divulgar que o cantor Billy Idol cancelou a sua participação no Rock in Rio, programada para o dia 21 de setembro. A informação ainda não foi confirmada pela organização do evento e o motivo do cancelamento também não foi informado.

Só publiquei porque o jornalista José Norberto Flesch e seu DESTAK vem acertando todas!

Aguardemos...


Veja o apartamento de David Bowie em Nova Iorque avaliado em $20 milhões e agora à venda


O apartamento onde David Bowie morou em Nova York com sua mulher Imam Bowie foi colocado à venda. O imóvel fica em frente ao Central Park e é avaliado em 6,5 milhões de dólares

O imóvel onde o casal viveu de 1992 e 2002 possui três quartos e três banheiros.



Segundo a imobiliária responsável pelo anúncio, o imóvel ainda guarda um piano que o artista usava, prateleiras escondidas na sala e um closet feito especialmente para Bowie guardar seu acervo de roupas.



Segundo o anúncio, como o imóvel fica dentro de um condomínio, os moradores podem contar com serviços do tipo de um hotel de luxo, cobrados a parte.



Fonte: ESTADÃO

Feliz Natal! Clapton is God!


Hoje o deus das mãos lentas e de extremo feeling completa 72 anos de idade.

Para todo amante de blues-rock hoje é Natal, pois está devidamente grafado num muro nas adjacências do Royal Albert Hall em Londres: "Clapton is God".

Reza a lenda que um expectador de um concerto do Cream no local, de tão atônito e estupefacto que ficara com a performance de Eric Clapton no palco, produziu tal inscrição no primeiro muro branco que encontrara por ali.




Para mim "Just One Night" foi o momento apical da carreira do Slowhand.



Talvez o maior registro ao vivo de blues-rock de todos os tempos.

Gravado no templo nipônico Budokan em dezembro de 1979 e lançado em abril do ano seguinte, "Just One Night", me apresentou a Eric Clapton em vinil, na versão da época, ainda com a ditadura militar vigorando no Brasil, onde a música "Cocaine", aparecia grafada como "She Don't Lie".
Por sinal, considero esta a versão conclusiva de "Cocaine", que aqui está para "Sultains Of Swing"na versão ao vivo de "Alchemy" do Dire Straits. Em ambos os casos, tais canções nunca mais seriam as mesmas.
Dire Straits que fora aqui alavancado por Clapton ao tocar e mostrar ao mundo a country-rock "Set Me Up", de Mark Knopfler, do debut do Straits.

Tracklist:

Tulsa Time
Early In The Morning
Lay Down Sally
Wonderful Tonight
If I Don't Be There By Morning
Worried Life Blues
All Our Past Times
After Midnight
Double Trouble
Setting Me Up
Blues Power
Rambling On My Mind
Have You Ever Loved A Woman
Cocaine
Further On Up The Road


OUÇA AQUI

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Feliz Natal e como diria B.B King: "God Bless Eric Clapton"!

Nos tempos de Yardbirds

Com Jerry Garcia do Grateful Dead, tempos de Cream

Com Buddy Guy

No Royal Albert Hall, comemorando seus 70 anos

Hoje, ao lado de uma de suas filhas, de cadeira de rodas devido à neuropatia periférica

quarta-feira, 29 de março de 2017

Scorpions: 35 anos de "Blackout", para quem tem saudade do bom peso


Creio que como eu, quem gosta de um bom hard-heavy clássico deva preferir a fase scorpiana com o guitarrista Uli Jon Roth.

Pois bem, ele saiu após cinco álbuns de estúdio e um ao vivo, por discordar do caminho comercial-radiofônico que o grupo estava tomando.

Após sua saída, de fato o Scorpions ascendeu na escada do sucesso, com dois ótimos e grudentos álbuns: "Lovedrive" e "Animal "Magnetism" trouxeram uma nova sonoridade marcada pela combinação de uma guitarra rítmica de Rudolf Schenker que fazia toda a diferença e a voz singular de Klaus Meine,

Meine que teve que recuperar-se de um acometimento na sua garganta que lhe custou a voz e um tratamento na Áustria, a fim de sua restauração e prosseguimento das gravações do álbum seguinte.

Nesse contexto, em 29 de março de 1982 chegou "Blackout", talvez o último grande disco de bom peso em sua maior duração.

Claro que o som já dava sinais claros de rumos crescentes radiofônicos, mas ainda nem tanto "Transamérica".

A própria capa já não traz uma ideia muito pop com a figura de Schenker urrando com dois garfos cravados nos olhos e uma faixa de curativo na cabeça.

Num supetão inicial excelente, o disco nos apresenta duas pedradas ótimas: a faixa-título e "Can't Live Without You", de rítimo intenso e acelerado, puro rock and roll.

Seguindo, chegamos à terceira e mais famosa música do álbum: a chicletona mas muito boa "No One Like You", que se tornaria uma canção-modelo de vindoura fórmula sonora a ser adotada pelo grupo germânico dali para frente.

A próxima faixa "You Give Me All I Need", apesar de menos famosa que a anterior, repete a fórmula.

A pancada volta a bater em "Now!", sonzeira pura, rápida e direta, com Matthias Jabs arrebentando nos solos de guitarra e Meine mostrando aos bons berros que sua garganta estava recuperada.

Isso continua em "Dynamite", outra pedrada em moldes parecidos, tanto no vocal como nas guitarras base e solo.

"Arizona" cai novamente na dinâmica rock-radio 80, mas não chega a ser ruim, não compromete.

Agora, "China White" e "When the Smoke Going Down" ´que fecham o trabalho são ambas, músicas fodásticas, das melhores da carreira do grupo.

A primeira, que se inicia com uma batida marcante de Herman Rarebell com o baixo de Francis Bucholz, até entrar as guitarras numa nuance quase "Iommi-sabática", num lindo riff e fraseado.
Meine canta inspirado, eliminando quaisquer dúvidas quanto ao seu restabelecimento. Daquelas músicas para se ouvir tomando whisky, luz apagada e volume no máximo.

Pois sirva outra dose, não acenda a luz e ouça a canção que fecha o trabalho como uma grande homenagem à recuperação da voz de Klaus Meine:"When the Smoke Going Down" é uma linda balada, cheia de estilo e emoção, meio blues e recheada de belo canto e melodia.

Para concluir, digo que "Blackout" fechou uma era em que o Scorpions era irretocável, quando se podia ir na loja e comprar seus discos de olhos fechados, sob a certeza que estaria levando um ótimo disco de rock pra casa, integralmente. Após esse o grupo se manteve muito bom e sempre será, mas com alguns tropeços.

OUÇA AQUI 

COMPRE AQUI EM CD e LP 

Tracklist:

1. Blackout - 3:49
(Schenker/Meine/Rarebell)
2. Can't Live Without You - 3:47
(Schenker/Meine)
3. No One Like You - 3:57
(Schenker/Meine)
4. You Give Me All I Need - 3:39
(Schenker/Meine)
5. Now! - 2:35
(Schenker/Meine/Rarebell)
6. Dynamite - 4:12
(Schenker/Meine/Rarebell)
7. Arizona - 3:56
(Schenker/Rarebell)
8. China White - 6:59
(Schenker/Meine)
9. When The Smoke Is Going Down - 3:51
(Schenker/Meine)


A BANDA:

Vocal: Klaus Meine
Guitarra Rítmica: Rudolf Schenker
Guitarra Solo: Matthias Jabs
Baixo: Francis Buchholz
Bateria: Herman Rarebell


Primeiros artefatos da Exposição do Pink Floyd em Londres chegam ao Museu


Na imagem acima vê-se o primeiro dos artefatos floydianos sendo levado para o Museu Victoria & Albert em Londres para a Pink Floyd Exhibition - Their Mortal Remains.

A vindoura exposição floydiana que se iniciará no dia 13 de maio próximo no Victoria And Albert Museum, de Londres, ficará lá em cartaz pelas próximas 20 semanas, até o dia 1º de outubro.

O evento será uma verdadeira antologia do grupo, desde seu início, em 1965, através de imagens e objetos selecionados pelos próprios integrantes do grupo.

Um ótimo motivo para se visitar a capital bretã.


Tributo a Tony Iommi agora em vinil duplo


Originário de 2015 em CD, "Great Lefty: Live Forever" chega agora em LP trazendo:

LP 1

“Never Say Die” – Dario Mollo featuring Mark Boals
“Time Is Mine” – Maniac Rise
“Heaven And Hell” – Kyle Cousins
“Scarlet Pimpernel” – Mario Parga
“Sabbath Bloody Sabbath” – Children Of The Gravy
“Electric Funeral” – Ironlung featuring Wizard Of Ozz
“Neon Knights” – Tanzan Music Academy
“Orchid” – Nick Didkovsky
“Loner” – Into The Void

LP 2

“Paranoid” – Rekuiem
“You Won’t Change Me” – Place Of Skulls featuring Victor Griffin
“I” – Black Sabbath/Dio Tribute CZ
“Behind The Wall Of Sleep” – Phil Jakes
“Anno Mundi” – Giuntini featuring Tony Martin
“Live Forever” – Tony Reed
“No Stranger To Love” – Kill Van Kull
“Hole In The Sky” – Aplanadora featuring Santiago Cabakian
“Snowblind” – Blood Sabbath
“The Wizard” – Phenomena

John Legend surpreende tocando no metrô de Londres




Os passageiros de trem que passaram na estação de St. Pancras de Londres na manhã de quarta-feira (29 de março) receberam um tratamento inesperado de manhã cedo: a estrela de R&B, John Legend, cantando um par de seus maiores sucessos ao piano, em plena estação.

Legend estava lá para celebrar o Dia Internacional do Piano e fazer algumas promoções rápidas para seu novo álbum "Darkness and Light" e sua turnê.

Ele tocou seus clássicos "Ordinary People" e "All of Me," assim como a balada da escuridão "Surefire."
ASSISTA AQUI

Há 35 anos Paul McCartney e Steve Wonder lançavam “Ebony and Ivory”


Eu tinha dez anos quando ouvi “Ebony and Ivory” pela primeira vez, apesar de não entender sobre o que a música dizia, parava para escutar aquela bela harmonia (que na época tocou bastante nas rádios do país todo). Algum tempo depois na aula de inglês estudamos a canção e passei gostar dela mais ainda (O ébano – ebony - é uma madeira escura e o marfim – ivory- é branco). A música de Sir Paul McCartney fala sobre harmonia racial e passados todos esses anos ainda nos deparamos com manifestações racistas por toda a parte.
No domingo passado, 27, fui ao estádio ver o jogo que é um clássico aqui no Mato Grosso do Sul. O “Comerário”, partida disputada entre o Comercial e meu time local que é o Operário. Na torcida do Operário, um homem xingava o goleiro França, um negro, de “macaco” e de outros impropérios que nem cabem publicar aqui. Meus amigos, eu e mais alguns torcedores repreendemos o torcedor exaltado, que percebeu que estava fazendo a coisa errada e ficou quieto.
O racismo ainda está presente na sociedade, seja velado, ou manifestado às claras. No mundo da música existem várias canções que exaltam a igualdade, ou chamam a atenção sobre a questão racial. Billie Holliday já havia denunciado os linchamentos de negros na espetacular canção “Strange Fruit”, Nina Simone foi militante ativa, quanto aos direitos dos negros e tantos outros trataram o assunto com sensibilidade.
A bela “Ebony and Ivory” foi escrita inspirada nas palavras do escritor, ator e comediante Spike Mulligan, que certa vez disse: "notas pretas, notas brancas, e você precisa tocar as duas para fazer harmonia gente!". O verso abre a canção: “Ebony and ivory live together in perfect harmony
Side by side on my piano keyboard, oh lord, why don't we?”
A música foi composta por Paul McCartney e gravada ao vivo no estúdio com o mestre Stevie Wonder. Primeiro lugar na Billiboard em 1982, atingiu êxitos grandiosos e para Paul foi o maior sucesso alcançado no pós-Beatles.
“Ebony and Ivory” foi lançada em 29 de março de 1982 e está no álbum “Tug of War” de Paul McCartney. Passados esses 34 anos ainda é um importante hino em favor da igualdade racial, e sem dúvida ainda emociona fãs por todo mundo. Que o ébano e o marfim caminhem lado a lado como nas teclas do piano.
Eu encerro esse texto com a frase de Martin Luther King, que cai muito bem para o assunto: “Não importa a cor quando duas mãos juntas estão projetando a mesma sombra”.

(Por Marcelo Rezende)

ASSISTA AQUI

Box-set compila carreira de Rob Halford extra-Judas Priest


"Rob Halford: The Complete Albums Collection" chegará no dia 19 de maio próximo trazendo os CDs:

FIGHT

* K5: The War Of Words Demos (recorded 1992, released 2007)
* War Of Words (1993)
* Mutations (1994)
* A Small Deadly Space (1995)

2WO

* Voyeurs (1998)

HALFORD

* Resurrection (2000)
* Live Insurrection (2 CDs, 2001)
* Crucible (2002)
* Live In Anaheim (2 CDs; recorded 2003, released 2010)
* Halford III: Winter Songs (2009)
* Halford IV: Made Of Metal (2010)
* Live At Saitama Super Arena (2011)

Enfim Bob Dylan receberá o seu Nobel de Literatura


Será nesse fim de semana próximo.

Sara Denius, secretária pemanente da Academia sueca informou que o mestre Dylan será enfim agraciado com o premio Nobel de Literatura, recebendo a medalha e o diploma.

“A boa notícia é que a Academia Sueca e Bob Dylan concordaram em reunir-se no fim de semana em Estocolmo”, publicou ela.

E prosseguiu... “A reunião será pequena e íntima e nenhum meio de comunicação estará presente, apenas Bob Dylan e membros da Academia, de acordo com os desejos de Dylan”.

A princípio, Dylan parecia não fazer a menor questão de ir receber a honraria, mas o acordo acabou sendo facilitado pelo fato do cantor e compositor ir a Estocolmo onde se apresentará nos próximos dias 1 e 2 de abril.

Todavia, Bob Dylan não fará o conhecido discurso chamado "Conferência do Nobel", tido como um requisito para receber as 8 milhões de coroas ($870.000).

“Por favor, levem em consideração que não acontecerá a conferência do Nobel. A Academia tem razões para pensar que enviará uma versão gravada posteriormente”,
explicou Danius.

QUE TODA HONRARIA SEJA FEITA AO MESTRE!

Metallica: músicos esbanjam simpatia em bar dar Urca no Rio


Tinha gente em dúvida se eram eles mesmo. Sim, eram os músicos do Metallica que estavam traçando vistosos filés de peixe com molho de camarão anteontem à noite, no Bar Urca (nem tudo é picanha sangrenta no mundo do heavy metal). Duas simpatias, o baterista Lars Ulrich e o baixista Robert Trujillo deixaram paletas de recordação para os funcionários e ainda escreveram uma dedicatória fofa, cheia de elogios à casa

Fonte: O Globo

Def Leppard no Rock in Rio


Os bretões do Def Leppard foram confirmados pelo feestival carioca para se apresentarem na noite do dia 21 de setembro no Palco Mundo, ocasião em que também se apresentarão Aerosmith, Billy Idol e Alice Cooper com Arthur Brown.

terça-feira, 28 de março de 2017

Pink Floyd: console de gravação de "Dark Side of the Moon" é vendido por mais do dobro do preço esperado


O console de gravação do Abbey Road Studios usado na criação do Dark Side of the Moon de Pink Floyd e vários outros álbuns vendidos foi a leilão por US $ 1,8 milhão.

Pelo console de gravação EMI TG12345 MK IV era esperado arrecadar US $ 700.000 no Bonhams 'TCM Presents ... Rock and Roll.

A identidade do comprador não foi anunciada.

Junto com o console, o lote vem com letras de proveniência, incluindo um do ex-gerente do estúdio ,Ken Townsend , um manual de instruções, uma história documentada da mesa e uma cópia de "The Dark Side of The Moon".

Juntamente com Pink Floyd, três Beatles - Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr - gravaram projetos solo no console, assim como Kate Bush e The Cure. Apenas dois consoles TG12345 MK IV foram criados como parte de uma colaboração entre a Abbey Road e os engenheiros da EMI. O outro foi anteriormente alojado no estúdio Abbey Road 3 antes de se mudar para o estúdio 1; Agora está alojado em Prime Studios da Áustria.

O vendedor e produtor Mike Hedges, comprou inicialmente o console Studio 2 da Abbey Road em 1983, quando o estúdio atualizou seu equipamento. Hedges manteve o console em seu próprio estúdio e disse que ainda estava em "excelente condição de trabalho" após a venda.

Vem aí o primeiro DVD dos Novos Baianos


Feita no dia 17 deste mês de março de 2017, em apresentação na casa Metropolitan na cidade do Rio de Janeiro (RJ), a gravação ao vivo da turnê do show Acabou chorare – Os Novos Baianos se encontram vai ser lançada no mercado fonográfico no começo do segundo semestre do ano. Para viabilizar o lançamento do DVD (o primeiro registro audiovisual de show do grupo formado em fins dos anos 1960), os Novos Baianos assinaram contrato com a Som Livre, gravadora pela qual o grupo lançou há 45 anos o histórico álbum Acabou chorare (1972), cultuado com fervor ao longo desse tempo.


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The Police: Andy Summers inicia turnê em São Paulo


Inglês da fria Lancashire, Estado que fica no noroeste da Inglaterra, Summers deixou a ilha britânica e se mudou em busca dos ares mais quentes da Califórnia. Mesmo calor que ele busca em suas visitas ao Rio de Janeiro. O número exato de vezes em que esteve na cidade, ele mesmo não sabe. Calcula ter vindo de 35 a 40 vezes. E lá está, mais uma vez. Desta vez, ele circulará ainda por São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio e Teresópolis com a turnê Call the Police, um manifesto em homenagem à banda que Summers integrou de 1977 a 1986 – e reencontrou outras vezes em tours de reunião e despedida.

A apresentação em São Paulo é a primeira delas. O show será realizado no Tom Brasil, localizado na zona sul da cidade, a partir das 22h desta sexta-feira, 31. Para acompanhá-lo no palco, Summers terá o Barão Vermelho Rodrigo Santos no baixo e voz, o posto de Sting, e João Barone, do Paralamas do Sucesso, que fará as vezes de Stewart Copeland no comando das baquetas.

São, ambos, Santos e Barone, fãs de The Police. E, invariavelmente, as duas bandas deles, Barão e Paralamas, beberam da fonte de Sting, Summer e Copeland, às vezes de maneira discreta, noutras, escancarando a influência do reggae rock sem qualquer restrição. As duas bandas brasileiras são fruto do BRock, movimento do rock brasileiro que estourou a bolha dos inferninhos e chegou às rádios de todo o País depois do Rock in Rio de 1985. São de uma geração criada diretamente na sequência do estouro do The Police, que, em 1983, já tinha ganho seis gramofones do Grammy e não saíam das rádios com Every Breath You Take, Don’t Stand So Close to Me, entre outras tocadas à exaustão. Summers conhece Santos por intermédio do empresário que agencia os dois, brasileiro e inglês.

“Não deixa de ser lisonjeiro saber que a banda influenciou outras bandas. Que a influência atravessou o (oceano) Atlântico. Eles (Santos e Barone) são ótimos músicos e pessoas incríveis”, elogiou o guitarrista. No domingo, 26, Summers chegou ao Rio de Janeiro. Na segunda, 27, ele se reuniu com o restante do trio para dar início aos ensaios em um estúdio no Jardim Botânico. Barone e Santos já vinham ensaiando antes da chegada do ex-The Police. Summers, bom, não precisa praticar tanto assim o repertório que ele mesmo ajudou a criar. Os três, juntos, terão somente três tardes de ensaio até a estreia da turnê, que passa também por Ciudad del Este, no Paraguai.

CALL THE POLICE

Tom Brasil. Rua Bragança Paulista, 1.281, telefone 4003-1212.

6ª (31/3), às 22h. R$ 100 a R$ 200

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Aerosmith adia shows para priorizar novo álbum


Mas calma! As datas europeias e sul-americanas estão mantidas.

Somente a perna norte-americana da turnê de despedida da banda no segundo semestre será afetada pela decisão.

“Precisamos nos conceder este tempo. Acredito que ainda tenhamos um trabalho de inéditas em nós, talvez até dois”, disse o guitarrista Joe Perry.

Metal eslavo: conheça a banda sérvia Jenner


As imagens em vídeo da banda sérvia de metal Jenner que se apresentaram no sábado último, 25 de março no Rock Club Shadows em Skopje, na Macedônia, podem ser vistas abaixo.

Formada somente por mulheres, a banda lançou seu álbum de estréia, "To Live Is To Suffer", em 20 de fevereiro último via Infernö Records.

Nascida em dezembro de 2013, o grupo é considerado o único de garotas da área de Belgrado.

"To Live Is To Suffer" foi disponibilizado como um CD e fita cassete, com ambos os formatos limitados a 1.000 cópias cada.

A faixa "How Deep Is Your Greed" pode ser ouvida abaixo. Também está disponível um teaser de álbum.

Tracklist:

01. Factory Of Death
02. Hear The Thunder Roar
03. Demon's Call
04. The Heath Is Coming Again
05. On The Judgement Day
06. How Deep Is Your Greed
07. Silent Killer
08. Opened (On The Table)