sexta-feira, 24 de março de 2017

Netflix lançará cinebiografia do Mötley Crüe


A Netflix adquiriu os direitos sobre a obra autobiográfica "The Dirt: Confessions of the World's Most Notorious Rock Band", escrita pelo autor Neil Strauss e pelos próprios membros do Mötley Crüe: Tommy Lee, Vince Neil, Mick Mars e Nikki Sixx. para a produção de um registo cinematográfico da mesma.

A direção ficará por conta de Jeff Tremaine (Jackass) e o roteiro será de Rich Wilkes e Tom Kapinos.

Tal qual o livro, o filme deve relatar a odisseia do grupo oitentista rumo ao estrelato e toda a porra-louquice que se seguira, com mergulho nas orgias regadas a drogas, excessos muitas girls, girls, girls e os consequentes problemas com as autoridades.

Morreu Pete Shotton, melhor amigo de infância de John Lennon


Morreu aos 75 anos o empresário inglês Pete Shotton. Menos conhecedores das obras dos Beatles não o reconhecerão, porém, ele teve um papel importante. Melhor amigo de John Lennon na infância, tocou tábua de lavar roupa (não riam, era muito utilizado no skiffle como instrumento percussivo) no The Quarrymen, grupo que começou a desenhar o que se tornaria o Fab Four. Apesar de ter se retirado da música, Pete continuou muito próximo ao grupo, tendo até mesmo ajudado na letra de “I Am The Walrus”, gravada no álbum The Magical Mystery Tour. Sua esposa, Beth, é a enfermeira citada em “Penny Lane”. Shotton foi o criador da rede de restaurantes Fatty Arbuckle, que vendeu em 2000. Em 1983, lançou o livro John Lennon: In My Life.

Fonte: VAN DO HALEN


Sweden Rock Symphony Orchestra se apresentará em festival com ícones do meio


A Sweden Rock Symphony Orchestra começará seus trabalhos em casa, no Sweden Rock Festival 2017.

A orquestra será regida pelo maestro Ulf Wadenbrandt e será acrescida da banda Freak Kitchen, do tecladista Mark Stanway (Magnum) e dos seguintes cantores: Tarja Turunen, Joacim Cans (Hammerfall), John Lawton (Lucifer’s Friend, Uriah Heep), Joe Lynn Turner (Rainbow, Deep Purple), Peter Tägtgren (Pain, Hypocrisy) e Dan McCafferty (Nazareth).

O evento ocorrerá entre 7 e 10 de junho na cidade de Sölvesborg.

Shows imperdíveis: O Grande Encontro


Para quem mora ou estiver hoje na Cidade Maravilhosa eu sugiro que todos os caminhos te levem para a Fundição Progresso, onde rolará hoje e amanhã o show da trinca Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo, lançando seu DVD comemorativo pelos 20 anos do show original no Canecão, àquela ocasião juntamente com Zé Ramalho.

A abertura ficará por conta do cantor pernambucano Almério, que está lançando seu segundo álbum com participação da própria Elba.

No repertório, além das músicas pertinentes ao repertório dos três, eles interpretam clássicos da MPB de outros artistas, como Gonzaguinha.

“A gente está compartilhando músicas brasileiras da MPB que são eternas”, diz Alceu.

Os músicos Marcos Arcanjo, Paulo Rafael (violões e guitarras), Ney Conceição (baixo), Meninão (sanfona), César Michiles (flauta), Anjo Caldas (percussão) e Cássio Cunha (bateria) acompanham o trio nas duas noites.

INFORMAÇÕES:

O Grande Encontro 20 anos - Lançamento do DVD

Atrações: Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo
Datas: 24 de março, sexta-feira (data extra) e 25 de março, sábado
Local: Fundição Progresso (Rua dos Arcos, 24 - Lapa - Rio de Janeiro)
Informações e venda de ingressos: www.fundicaoprogresso.com.br
Abertura da casa: 22h / Início do show: 0h
Contatos: (21) 3212-0800 e contato@fundicaoprogresso.com.br
Classificação etária: 18 anos
Preços (sexta): de R$ 70 a R$ 180 / Frisa: de R$ 150 a R$ 400
Preços (sábado): de R$ 50 a R$ 180 / Frisa de R$ 150 a R$ 400
*Meia entrada para estudantes, idosos, menores de 21 anos, funcionários da Light ou mediante doação de 1kg de alimento não perecível (ingresso solidário).
Pontos de Venda: bilheterias da Fundição Progresso (de segunda a sexta, das 11h às 20h ou sábados - em dias de show - a partir das 12h, sem taxa de conveniência/administrativa. Forma de pagamento: dinheiro.
Vendas online para sexta: www.eventim.com.br
Vendas online para sábado: www.ingressocerto.com
Acesso para pessoas portadoras de necessidades especiais e cadeirantes.
Estacionamento próximo: Catedral - acesso pela Avenida Paraguai sentido Zona Sul.


PARA COMPRAR: DVD


Ouça a nova música do Liv Sin


"Immortal Sin" integra o vindouro álbum "Follow Me" do Liv Sin, a nova banda da cantora Liv Jagrell, que chegará no dia 28 de abril próximo.


Anteriormente foram disponibilizadas mais duas canções deste mesmo trabalho: "Killing Ourself To Live" e "Let me Out".

Tracklist:

01. The Fall
02. Hypocrite
03. Let Me Out
04. Black Souls
05. Godless Utopia
06. Endless Roads
07. Killing Ourself To Live
08. I'm Your Sin
09. Emperor Of Chaos
10. Immortal Sin (FIGHT cover)
11. The Beast Inside

Discografia dos anos 90 do Iron Maiden será relançada em vinil


Os discos lançados pela Velha Donzela nos anos 90 serão lançados em bolachão paulatinamente na seguinte escala:

19/05: "No Prayer For The Dying", "Fear Of The Dark", "The X-Factor", "Virtual XI"

23/06: "Brave New World", "Rock In Rio", "Dance Of Death", "A Matter Of Life And Death"

21/07: "Death On The Road", "Flight 666", "The Final Frontier", "En Vivo!"

A caixa ainda trará um espaço vazio para o comprador que quiser encaixar o último álbum da banda, "The Book of Souls"

Elton John faz 70 anos prestes a vir ao Brasil


Ainda não lhe parece, e ele mesmo evita o assunto, mas os 70 anos chegaram. Mais precisamente neste sábado, 25, o garoto londrino Reginald Kenneth Dwight, que começou a tocar piano aos 3 anos de idade ouvindo Elvis Presley e Bill Halley antes de deixar de ser Reginaldo para se tornar Elton, chega ao tempo da serenidade. Sir John, por menos que sua história combine com tal status, é um homem de família. Explosivo com os mais próximos, solidário com quem não conhece, seu senso humanitário pode esbravejar na injustiça e evaporar-se na ira. É quando a boca chama os inimigos. “Quem dubla no palco, diante de pessoas que pagaram 75 libras por um ingresso, merece levar um tiro”, disparou contra Madonna. “Ele é patético, coitadinho. Parece um macaco com artrite tentando subir no palco e parecer jovem”, falou de Keith Richards.

O ano que pode ser de balanços espirituais e revisão de carreira inclui também alguns shows no Brasil. Por menos que pareça sensível ao fechamento de ciclos, este pode ser um fator emocionalmente diferencial das outras apresentações recentes que fez por aqui. Elton se apresenta primeiro, dia 31 de março, em Curitiba (Pedreira Paulo Leminski), seguindo depois para Rio de Janeiro, em 1º de abril (Praça da Apoteose); Porto Alegre (4 de abril, Anfiteatro Beira-Rio); e São Paulo (6 de abril, Allianz Parque). Vai dividir uma noite generosa com James Taylor, espécie de seu heterônimo norte-americano ao violão, detentor da mesma habilidade de entender o que pode fazer multidões cantarem juntas, resignadamente apaixonadas.

Aniversários de Elton John sempre foram tão espalhafatosos quanto as fantasias de Pato Donald ou Mozart com as quais ele subiu ao palco nos anos 80.

Os 70 anos serão acolhidos de forma mais discreta e humanitariamente consciente. Sua festa será em Los Angeles, no Hammer Museum, e terá o envolvimento da Elton’s Aids Foundation, mantida pelo artista, que oferece assistência a portadores do vírus HIV. Além dos 70 anos de Elton, serão lembrados os 50 da parceria com Taupin. A intenção da noite, organizada por Rob Lowe, será de arrecadar dinheiro entre convidados milionários como Lady Gaga, madrinha dos dois filhos do pianista, para o tratamento da doença. Sinal de que a farra ainda existe, desde que tenha um razão social.

Leia mais no ESTADÃO

Novo box-set da Allman Brothers Band


"The Fox Box" chegará no dia 28 de abril próximo, trazendo oito discos contendo três apresentações da banda no The Fox Theatre entre 24 e 26 de setembro de 2004.

Eis o tracklist:

Disc 1
24/09/04

“Mountain Jam”
“Trouble No More”
“Midnight Rider”
“Wasted Words”
“Worried Down With the Blues”
“You Don’t Love Me”
“Ain’t Wastin’ Time No More”

Disc 2

“Rockin’ Horse”
“Hot ‘Lanta”
“Melissa”
“Come and Go Blues”
“Can’t Love What You Never Had”
“Why Does Love Got To Be So Bad?’
“Franklin’s Tower”

Disc 3

“Black Hearted Woman”
“Dreams” (with Jack Pearson)
“Mountain Jam (reprise)” (with Jack Pearson)
“Southbound” (with Jack Pearson)

Disc 1
25/09/04

“Les Brers (Intro)”
“Don’t Want You No More / It’s Not My Cross to Bear”
“Statesboro Blues”
“Stand Back”
“Who’s Been Talking”
“Soulshine”
“Good Clean Fun”
“Old Before My Time”
“Woman Across the River”
“Instrumental Illness”

Disc 2

“The Night They Drove Old Dixie Down”
“Leave My Blues at Home”
“Key to the Highway”
“Don’t Think Twice, It’s Alright” (with Susan Tedeschi)
“One Way Out” (with Valor Trucks)
“Blue Sky”
“Dreams”
“Les Brers in A Minor”
“Layla”

Disc 1
26/09/04

“Revival”
“Every Hungry Woman”
“Done Somebody Wrong”
“Hoochie Coochie Man”
“Desdemona”
“High Cost of Low Living”
“44 Blues”
“End of the Line”

Disc 2

“Dreams”
“I Walk on Gilded Splinters”
“Stormy Monday”
“The Same Thing” (with Rob Baracco)
“In Memory of Elizabeth Reed” (with Rob Baracco)

Disc 3

“In Memory of Elizabeth Reed” (cont’d, with Rob Baracco)
“Don’t Keep Me Wonderin’”
“No One to Run With”
“Whippin’ Post”

Bandas gravam tributo a Pink Floyd The Wall em disco


Viabilizado via crowdfunding, o disco conta com as seguintes bandas interpretando as faixas do clássico álbum "The Wall" do Pink Floyd:

Side One:

01 – Melvins – “In The Flesh”
02 – Low Flying Hawks – “The Thin Ice”
03 – Ghastly Sound – “Another Brick In the Wall (Part I)”
04 – Seargeant Thunerhoof – “The Happiest Days Of Our Lives”
05 – Sasquatch – “Another Brick In The Wall (Part II)”
06 – ASG – “Mother”

Side Two:

07 – Mos Generator – “Goodbye Blue Sky”
08 – Domkraft – “Empty Spaces”
09 – Slim Kings – “Young Lust”
10 – Worshipper – “One Of My Turns”
11 – Ironweed – “Don’t Leave Me Now”
12 – Greenleaf – “Another Brick In The Wall (Part III)”
13 – Greenleaf – “Goodbye Cruel World”

Side Three:

14 – Summoner – “Hey You”
15 – Noveller – “Is There Anybody Out There?”
16 – Mark Lanegan – “Nobody Home”
17 – Ruby The Hatchet – “Vera”
18 – Sunflo’er – “Bring The Boys Back Home”
19 – Mars Red Sky – “Comfortably Numb”

Side Four:

20 – Open Hand – “The Show Must Go On”
21 – Solace – “In The Flesh”
22 – Pallbearer – “Run Like Hell”
23 – WhiteNails – “Waiting For The Worms”
24 – Blue Heron – “Stop”
25 – Church Of The Cosmic Skull – “The Trial”
26 – Yawning Man – “Outside The Wall”

Bonus:

27 – Year Of The Cobra – “When The Tigers Broke Free”

quinta-feira, 23 de março de 2017

Bob Dylan: "Amy Winehouse foi a última artista original"


Bob Dylan elogiou Amy Winehouse, classificando-a como a última grande artista com estilo próprio, durante uma entrevista incomum publicada nesta quinta-feira no site do lendário músico americano. Em uma longa conversa com o escritor e jornalista Bill Flanagan, o último vencedor do Prêmio Nobel de Literatura fez elogios à cantora britânica de soul que faleceu em 2011, aos 27 anos. "Ela foi a última grande personalidade que viveu por aqui", considerou.

Bob Dylan, de 75 anos, também elogiou duas cantoras vivas influenciadas pelo blues e folk, Valerie June e Imelda May. E, inesperadamente, disse gostar do trabalho da banda galesa de rock Stereophonics.

Leia mais no Correio do Povo

Pink Floyd: Qual álbum você prefere, Piper ou Saucerful?

Após eu perceber a boa participação dos leitores no post 34 anos do epílogo "maldito" The Final Cut. O que você acha deste álbum do Pink Floyd? resolvi aproveitar o ganho e desenvolver aqui uma série bem-humorada, leve e sem maiores profundidades, colocando para você leitor opinar entre álbuns do Floyd que selecionarei post a post, tendo como base uma certa afinidade sonoro-estética ou temporal entre eles.

Detalhe: a princípio deixarei de fora o quadrado mágico (Dark Side, Wish You Were Here, Animals e The Wall), além do próprio The Final Cut, que inspirou essa brincadeira toda.

Primeiro embate:

"The Piper at Gates of Dawn" x "A Saucerful of Secrets"




"The Piper at Gates of Dawn"

Lançado em agosto de 1967, foi amplamente concebido pelo então líder e idealizador do próprio Pink Floyd, Syd Barrett, que assinou 90% das composições, recheado de experimentalismos musicais e letras leves e/ou quase lúdicas. Marco do rock psicodélico bretão, chegando a ocupar a sexta posição na parada do país.

Tracklist:

"Astronomy Domine"
"Lucifer Sam"

"Matilda Mother"
"Flaming"
"Pow R. Toc H."
"Take Up Thy Stethoscope and Walk"
"Interstellar Overdrive"
"The Gnome"
"Chapter 24"
"The Scarecrow"
"Bike"


PARA COMPRAR: CD e LP



"A Saucerful of Secrets"

Lançado em junho de 1968, sequenciando o aclamado "The Piper at Gates of Dawn", o segundo álbum do Pink Floyd foi gravado entre 67 e 68, justamente quando o grupo passava pela fase de transição entre seus guitarristas, Barrett-Gilmour, único período em que os cinco floyds gravaram juntos, mas precisamente na faixa composta por Roger Waters "Set The Controls of the Heart of The Sun. Histórico por ser o epílogo de Syd Barrett nos estúdios da Abbey Road com seus colegas floydianos, sendo a canção "Jugband Blues" a última composição barrettiana a integrar um disco de estúdio do Pink Floyd.

Tracklist:

"Let There Be More Light"
"Remember A Day"
"Set The Controls For The Heart Of The Sun"
"Corporal Clegg"
"A Saucerful Of Secrets"
"See-Saw"
"Jugband Blues"

OUÇA AQUI

PARA COMPRAR: CD e LP

Então. Começamos com dois clássicos da fase inicial, a psicodélica do Pink Floyd dos anos 60, quando eram do undreground londrino.

E aí, qual dos dois você prefere?

Adele presta homenagem às vítimas de Londres


Adele fez um tributo pessoal e emocionante às vítimas do ataque terrorista de Londres durante seu show na Nova Zelândia na noite de quinta-feira (23 de março).

A vencedora do Grammy estava emocionalmente abalada com o evento que ocorreu no prédio do Parlamento de Londres, que deixou quatro pessoas mortas e outras 40 feridas.

"Hoje houve um ataque terrorista na minha cidade natal de Londres. Estou literalmente do outro lado do mundo, e quero que vejam nossas luzes e nos ouçam.
Todo mundo [eu sei] está bem, mas há quatro pessoas que não estão bem.
Sinto-me muito longe e muito estranha por não estar em casa.
Tudo o que eu quero fazer hoje é apenas estar em casa e estar com meus amigos e família."

Adele então executou sua versão de "Make You Feel My Love" para as vítimas, entregando uma performance emocionante.

ASSISTA AQUI

Ar respirado por Adele está à venda no eBay


Mais essa agora...

Em sua turnê na Austrália, Adele encantou seus fãs! Aproveitando a emoção de alguns em ter a cantora no país, um homem colocou à venda no eBay um saco de ar da cantora. Sim, é isso mesmo, um saco hermético que contém o ar que Adele respirou no dia 13 de março.

No saco, o vendedor colou uma etiqueta com a descrição do produto. "Saco hermético de ar. Data: 13/3/2017. Conteúdo: Adele".

Os lances chegaram a 155 dólares e, depois que o primeiro teve a ideia, outras pessoas copiaram. Resultado: no site de vendas, há vários sacos de ar respirados pela cantora. Então, quem estiver interessado pode fazer ofertas pelo oxigênio respirado pela cantora em diversos momentos.

Fonte: ESTADÃO


Novo álbum de Olivia e Francis Hime homenageia o poeta Vinícius de Moraes


A união de Francis Hime e Olivia Hime já contabilizava 46 anos quando o casal lançou o primeiro álbum em dupla, Almamúsica (2011), disco de vozes & piano que soou como relicário afetivo dos parceiros de música e vida. Decorridos seis anos, o casal apresenta um segundo álbum em duo no mesmo formato, Sem mais adeus – Uma homenagem a Vinicius (Biscoito Fino), registro de estúdio do show que percorreu alguns países em 2013 – ano do centenário de nascimento do poeta, diplomata e compositor carioca Vinicius de Moraes (1913 – 1980) – e que vem sendo apresentado pelo Brasil desde janeiro de 2014. O disco chega amanhã, 24 de março, às plataformas digitais. Já a edição em CD estará nas lojas a partir de 30 de março.

Assim como Almamúsica, Sem mais adeus soa como outro relicário afetivo do casal Hime, que recolhe canções e afetos da memória dos encontros com Vinicius. Entre breves falas de Olivia e Francis sobre o artista homenageado, o álbum – gravado e arranjado sob a direção musical de Francis – alinha 25 títulos do cancioneiro de Vinicius em 27 faixas que duram cerca de 70 minutos. As exceções são Nature boy (Eden Ahbez, 1948) – canção que o poeta adorava cantar, como conta Olivia em texto (endereçado a Maria de Moraes, filha de Vinicius) e reproduzido na edição em CD do álbum – e o Samba pra Vinicius (1974), homenagem dos parceiros Toquinho e Chico Buarque ao poeta, prestada em vida.

Leia mais no G1

The Beatles: Liverpool irá parar para celebrar "Sgt Pepper's"


Por três semanas a cidade bretã Liverpool irá parar para celebrar os cinquenta anos da grande obra de seus filhos mais ilustres: o álbum dos Beatles "Sgt. Pepper’s Lonely Heartts Club Band", um marco cultural do século XX.

A Sgt. Pepper At 50: Heading For Home acontecerá entre 25 de maio e 16 de junho próximo, nesse meio tempo, no dia primeiro de junho o disco homenageado completará seus 50 anos.

O acontecimento receberá músicos, bailarinos, artistas plásticos, poetas e atores para recriar cada uma das faixas do disco.

Morreu Sib Hashian, ex-baterista do Boston


John Thomas "Sib" Hashian, o baterista que tocou nos dois primeiros álbuns do Boston, morreu aos 67 anos, segundo a TMZ.
A informação da morte de Hashian chegou de uma variedade de fontes dentro do cruzeiro Legends of Rock, no qual ele tocava hits do Boston ao lado do ex-membro da banda Barry Goudreau, e parte de uma lista de artistas que incluíam Lou Gramm, o ex-Beach Boy David Marks e Ex-cantor de Kansas John Elefante.
Segundo relatos, Hashian entrou em colapso enquanto se apresentava no navio. O filho de Hashian confirmou esses detalhes com TMZ. Medicos que a bordo, administraram CPR e tentaram ressuscitar Hashian com um desfibrilador, mas os seus esforços foram mal sucedidos.

Em raro momento, Bob Dylan concede uma grande entrevista


Prestes a lançar seu 38º álbum de estúdio, "Triplicate" triplo que aglomera grandes stardards americanos e chegará no dia 31 próximo, o mestre falou ao escritor Bill Flanagan sobre alguns temas em entrevista.

Veja alguns trechos:

Sobre as canções de "Triplicate":

"Essas canções" são algumas das coisas mais dolorosas já gravadas e eu quis fazer-lhes justiça. Agora que eu vivi e sobrevivi a elas, as entendo melhor. Elas te levam para fora do mainstream opressor onde você está preso entre diferenças que podem parecer diversas, mas são essencialmente o mesmo. A música moderna é tão institucionalizada que você não percebe isso. Essas canções são frias e perspicazes, há um realismo direto nelas, fé na vida ordinária, exatamente como no rock and roll do início."

Sobre Nostalgia:

"Não há razão para olhar para trás com tristeza. De 1970 até agora foram quase 50 anos, parecem 50 milhões. Há uma parede de tempo que separa o velho do novo e muito pode se perder nesse período. Indústrias inteiras se vão, estilos de vida mudam, corporações matam cidades, novas leis substituem as velhas, pessoas se tornam commodities. Influências musicais também - elas são engolidas, absorvidas por coisas mais novas."

Sobre Frank Sinatra:

"Eu acho que ele conhecia The Times They Are A-Changin' e Blowin' in the Wind. Eu sei que ele gostava de Forever Young, ele me disse isso. Ele era divertido, nós estávamos [um dia na sua casa] no pátio à noite e ele me disse, 'Eu e você, companheiro, temos olhos azuis, nós somos lá de cima', apontando para as estrelas. 'Esses outros mendigos são daqui de baixo.' Eu me lembro de pensar que ele poderia estar certo."

Sobre Joan Baez:

"Ela era diferente, quase demais para mim. Sua voz era como a sirene de uma ilha grega. Apenas o som poderia te enfeitiçar. Ela era uma feiticeira. Você teria que se amarrar no mastro e tapar as orelhas como Ulisses para não escutá-la. Ela te faria esquecer quem você é."

Sobre o Rock and Roll:

"O Rock and roll era uma arma perigosa, prateada, ele explodiu na velocidade da luz, refletia os tempos, especialmente na presença da bomba atômica que lhe precedeu por alguns anos. Naquele tempo, as pessoas temiam o fim do mundo. O grande embate entre capitalismo e comunismo estava no horizonte. Nós víviamos sob uma nuvem de morte; o ar era radioativo. Não havia amanhã, a qualquer dia tudo poderia acabar, a vida era barata. Esse era o sentimento da época e eu não estou exagerando. O rock and roll te fazia esquecer o medo.".

Leia a matéria na íntegra no ESTADÃO

PARA COMPRAR: CD e VINIL



Evanescence: estamos trabalhando em projeto complexo e único, diz Amy Lee


A frontwoman do Evanescence, Amy Lee diz que ela e a banda estão trabalhando em um novo projeto: "único".

Ela revelou em dezembro que eles estavam com a "mentalidade criativa" e apesar de não detalhar mais sobre o que exatamente ela, o baixista Tim McCord, o baterista Will Hunt e os guitarristas Troy McLawhorn e Jen Majura estão atualmente planejando, ela confirma que o Evanescence se arriscará em um "novo território".

"Estamos trabalhando em algo novo e as informações virão em breve. Em um curto espaço de tempo eu vou explicar exatamente o que é...
...Mas estamos no estúdio, estamos trabalhando em um novo projeto, e é algo diferente - não é apenas um próximo álbum do Evanescence...
...É algo único, algo complexo, algo um pouco além disso - e é definitivamente um novo território para todos nós...
...É muito emocionante, e estamos trabalhando muito duro. Mal posso esperar para lhe dizer o que é, mas vamos lançá-lo este ano."

O Evanescence caiu na estrada em 2017, e chegará ao Brasil no mês que vem.

Veja a lista completa das datas dos shows do Evanescence:

Apr 20: Brasilia Net Live, Brazil
Apr 22: Rio De Janeiro Vivo Rio, Brazil
Apr 23: Sao Paulo Espaco Das Americas, Brazil
Apr 27: Quito Agora Casa De La Cultura, Ecuador
Apr 29: Lima Festival Vivo El Rock, Peru
May 02: Buenos Aires Tecnopolis, Argentina
May 04: Santiago Movistar Arena, Chile
Jun 07:Crans Pres Celigny Caribana Festival, France
Jun 10: Vantaa Rockfest, Finland
Jun 13: London Eventim Apollo, UK
Jun 14: London Eventim Apollo, UK
Jun 17: Tilburg o13, Netherlands
Jun 18: Dessel Graspop, Belgium
Jun 20: Warsaw Torwar, Poland
Jun 21: Trakai Island Castle Summer Festival, Lithuania
Jun 23: St Petersburg Club A2, Russia
Jun 24: Moscow Stadium Live, Russia
Jun 26: Kiev Stereo Plaza, Ukraine
Jun 29: Bucharest Arenele Romane, Romania
Jun 30: Plovdiv Music Festival, Bulgaria
Jul 02: Athens Rockwave Festival, Greece
Jul 04: Milan Summer Festival, Italy
Jul 06: Hradec Kralove Rock For People, Czech Republic
Jul 08: Pratteln Z7 Summer Nights Open Air, Switzerland
Jul 09: Colgne Palladium, Germany

"Sad Wings of Destiny" - Judas Priest


Hoje no espaço Rememorando, leia abaixo o meu texto para a ocasião do quadragésimo aniversário do álbum "Sad Wings of Destiny", de 23 de março de 1976, que hoje completa mais um ano de lançamento.

Os 40 anos de "Sad Wings Of Destiny"!

Após um debut tímido com o álbum "Rocka Rolla", de 1974, mais enbluesado e com uma atmosfera maior do vocalista Al Atkins, que embora não o tenha gravado, deixou suas marcas em várias das composições do disco de estreia do Judas Priest, se fazia mister que no álbum seguinte as arestas fossem aparadas, o som enxugado e a voz do Metal God, Rob Halford aparecesse. E apareceu, digna de um "Bravo, Bravíssimo".
"Sad Wings Of Destiny' é o segundo álbum da carreira do Judas Priest, mas o primeiro do JUDAS, sim, do velho, bom e único Judas que conhecemos, pois introduz a sonoridade que lhe é peculiar, com a voz supersônica de Rob Halford e as famosas, estridentes e brilhantes guitarras gêmeas dos espetaculares Glenn Tipton e K.K. Downing. Como o próprio Rob Halford os definira: "pegamos o som dos nossos ídolos do Black Sabbath e o aceleramos um pouco".
A canção inicial, "Victim Of Changes", é o próprio resumo de todo o som do Judas Priest intrínseco. Ela reúne os riffs de Tipton e Downing, brados enfeitiçantes do frontman Halford, clima sombrio e enebriante, erupção sonora catártica, com grito seguido de solo de guitarra vigoroso, um orgasmo musical.
O serial Killer, Jack, o Estripador, ganha vida na segunda faixa, "The Ripper". Um heavy metal seco e direto, mas com bela linha e refrãees melódicos.
Agora, apaguem as luzes, se sirvam uma dose de whisky, uma lata de cerveja ou o que preferirem, aumentem bem o volume, encostem no sofá e contemplem "Dreamer Deceiver", em termos de beleza, talvez uma das mais belas da carreira do Judas, rivalizando talvez com "Epitaph", uma Ode à morte com lindo piano e canto, deste mesmo álbum e "Before The Dawn", do álbum "Killing Machine", de 1978.
Para despertar, voltemos ao rock and roll de "Deceiver", com uma levada rítmica que pelo riff nos remete ao andamento de "Symptom Of The Universe", canção da banda co-irmã e conterrânea, Black Sabbath.
O lado B do vinil começa com "Prelude", uma composição de Glenn Tipton, mas basicamente tocada ao piano, nos climatizando para a próxima "Tyrant", novamente uma pauleira seca e direta, heavy metal clássico, no formato riff, gritos refrão pegajoso e solos.
"Genocide" é a segunda grande canção do álbum, porém ela é mais agressiva no tempo geral do que a faixa inicial "Victim Of Changes", tratando da matança da Segunda Grande Guerra. Aqui ouvimos as guitarras gêmeas esbanjando vigor e Halford cantando esplendidamente, sempre em tom alto.
Depois da já comentada e elogiada, a supracitada "Epitaph", o trabalho se fecha nos brindando com a sensacional "Island of Domination", canção cadenciadamente pesada, onde novamente sentimos um tom sábatico pairando no ar.
Para se ter uma ideia da excelência de "Sad Wings Of Destiny", basta constatar que praticamente a metade dele (4 faixas) fora tocado ao vivo três anos depois, no registro "Unleashed In The East", constituindo também praticamente a metade deste, mesmo o grupo já tendo lançado quatro álbuns.
Um álbum que certamente costa na galeria sagrada do rock and roll, por sua excelência maior: a música.

OUÇAM AQUI

PARA COMPRAR: CD e LP

Tracklist:

1. Victim of Changes
2. The Ripper
3. Dream Deceiver
4. Deceiver
5. Prelude
6. Tyrant
7. Genocide
8. Epitaph
9. Island of Domination

Epica: Mark Jansen fala sobre o ontem e o hoje na venda de discos


O líder da banda neerlandesa Epica comentou sobre o fato de muitas bandas, sobretudo as de longa estrada, estarem jogando a toalha no tocante à gravação e lançamento de novos álbuns:

“Sim, notei que essas bandas velhas estão putas com isso. Às vezes, dou risada deles. Antigamente, vendiam milhões e podiam comprar casas com grandes piscinas. Somos de uma fase onde isso não acontecia mais, então, estamos acostumados a não sermos milionários. Acho que isso facilita. Prefiro ver pelo lado positivo. Conseguimos excursionar e viver do nosso trabalho, mesmo não alcançando fortunas”.

Metallica: a maturidade de Jason Newsted


Diferentemente do muito usual beicinho que muitos ex-integrantes fazem quando analisam os trabalhos posteriores a sua saída da banda, o ex-baixista do Metallica, Jason Newsted mostrou extrema maturidade e elegância ao comentar sobre o último álbum lançado pelo grupo, "Hardwired… To Self-Destruct", especialmente quando se referiu ao seu sucessor no posto das quatro cordas, Robert Trujillo:

“É um pouco diferente dos antecessores diretos. Robert Trujillo é um grande baixista, sempre foi. Conheço ele há 25 anos. Usava camisetas do Infectious Grooves, ele roubava a cena nos álbuns daquela banda. Sempre o respeitei. Toda força a ele! Sinto que voltaram aos trilhos, há muito conteúdo neste trabalho”.

Scorpions oficializa turnê com Megadeth


Como divulguei aqui anteriormente, o Scorpions e o Megadeth partirão em uma empreitada musical conjunta a partir de setembro próximo.

A Crazy World Tour, segundo o vocalista do Scorpions, Klaus Meine tem seu nome inspirado no álbum "Crazy World" do grupo germânico, embora não signifique que este será tocado integralmente nos shows.

Veja as datas:

Sep. 14 – Reading, PA – Santander Arena
Sep. 16 – New York, NY – Madison Square Garden
Sep. 19 – Laval, QC – Place Bell (No MEGADETH)
Sep. 22 – Toronto, ONT – Budweiser Stage Amphitheater
Sep. 23 – Chicago, IL – All State Arena (No MEGADETH)
Sep. 26 – Denver, CO – 1st Bank Center
Sep. 29 – Spokane, WA – Spokane Veterans Memorial Arena
Sep. 30 – Seattle, WA – Tacoma Dome
Oct. 03 – Reno, NV – Grand Sierra Resort
Oct. 04 – Oakland, CA – Oracle Arena
Oct. 07 – Los Angeles – The Forum
Oct. 08 – Phoenix, AZ – Talking Stick Arena
Oct. 11 – San Antonio, TX – Freeman Coliseum
Oct. 12 – Dallas, TX – Pavilion at The Music Factory
Oct. 14 – Ft. Lauderdale, FL – BB&T Center
Oct. 15 – Tampa, FL – Amalie Arena

quarta-feira, 22 de março de 2017

O dia em que Frank Zappa encontrou o Pink Floyd


O "The Actuel Rock Festival", promovido pela revista parisiense Actuel (junto com a gravadora BYG), seria o primeiro festival de rock da França e foi anunciado como a resposta da Europa a Woodstock. As autoridades francesas, ainda irritadas com os distúrbios de maio de 1968, proibiram-no, e o festival, que originalmente aconteceria em Paris ou perto desta, fora realizado a poucos quilômetros da fronteira francesa, em Amougies, na Bélgica.

O festival ocorreu ao longo de cinco dias de frio de congelante no final de outubro (24-27) de 1969. O público se contava entre 15 a 20.000 pessoas que presenciaram performances de Pink Floyd, Ten Years After, Coliseu, Aynsley Dunbar (onde supostamente Zappa encontrou seu baterista futuro), Renaissance, o grupo novo do ex-Yardbirds, Keith Relf, a lenda do blues Alexis Korner, Don Cherry, The Nice, Caravann, Blossom Toes, Archie Shepp, Yes, The Pretty Things, Pharoah Sanders, Capitain Beefheart e muitos mais.

Frank Zappa esteve presente no festival em dose dupla. Primeiro, como manager do Captain Beefheart; Em segundo lugar, como M.C., auxiliando Pierre Lattes, um famoso apresentador de rádio / TV na época (e o editor de música pop da revista Atuel). A última tarefa revelou-se problemática dada a limitação do francês de Zappa, a língua prevalecente entre o público, que não parecia entender muito o inglês. Então, Frank renunciou sua função de M.C, trabalho que ficou para um guitarrista ocasional do convidado.

Zappa tocou com quase todo mundo, especialmente com o Pink Floyd, Blossom Toes, Archie Shepp e Aynsley Dunbar, um baterista fabuloso que ele vai contratar logo depois. Ele apresentou seu amigo Captain Beefheart e fornece um poderoso estimulante para todos os outros músicos. O grande momento, é claro, foi a jam de Frank Zappa com Pink Floyd na gigante psicodélica "Interstellar Overdrive".

O festival foi filmado por Jerome Laperrousaz, e o filme deveria ser chamado Music Power, mas devido a objeções de várias bandas (principalmente o Pink Floyd) cuja permissão não tinha sido devidamente dada, o filme nunca foi oficialmente lançado. "

Frank Zappa:

Eu fui para ser Mestre Cerimonia do primeiro grande festival de rock na França, numa época em que o governo francês era muito de direita, e eles não queriam ter rock and roll em grande escala no país. E assim, no último minuto, este festival foi transferido da França para a Bélgica, do outro lado da fronteira, em um campo de nabo. Eles construíram uma tenda, que foi sustentada por essas enormes vigas. Eles tinham 15.000 pessoas em uma grande tenda de circo. Isso foi em novembro, eu acho. O clima foi realmente não muito agradável. Estava frio, úmido e estava no meio de um campo de nabo. Quero dizer nabos mondo. E todos os atos, e todas as pessoas que desejavam ver esses atos, foram convidados a encontrar esta localização no campo de nabo, e mostrar-se para este festival. E eles tinham contratado-me para ser o MC e também para trazer o Capitain Beefheart. Era sua primeira aparição ali. E era um pesadelo, porque ninguém podia falar inglês, e eu não podia falar de ffench, ou qualquer outra coisa para essa matéria. Então minha função foi realmente bastante limitada. Eu me senti um pouco como Linda McCartney. Eu ficaria lá e iria levando, levando, levando. Sentei-me com alguns dos grupos durante os três dias do festival. Mas era tão miserável porque todos esses hippies europeus trouxeram seus sacos de dormir, e eles tinham as sacolas dispostas no chão nesta tenda, que basicamente congelou e dormiram durante todo o festival, que foi 24 horas por dia. Um dos destaques do evento foi o Art Ensemble de Chicago, que aconteceu às 5:00 da manhã para um público de euro-hippies adormecidos.

Perguntado sobre a jam com Zappa, o baterista floydiano Nick Mason disse em 1973:

Frank Zappa é realmente um daqueles músicos raros que podem brincar conosco. O pouco que ele fez em Amougies foi terrivelmente correto. Mas ele é a exceção. Nossa música e a maneira como nos comportamos no palco, torna muito difícil improvisar conosco. "

A coisa realmente frustrante sobre tudo isso é que a documentação visual (bem como gravações de som superior) desta colaboração deve existir. O Pink Floyd proibiu Jerome Laperrous de usar sua filmagem do Festival de Actuel para o seu documentário Power Music, mas que ainda não o impediu de escapar para o YouTube (ver abaixo), então onde está a filmagem Zappa?

ASSISTA AQUI

A cantora britânica Blossom Toes, que lançou um CD em 2009, Love Bomb: Live 1967-69, incluiu a participação de Zappa em seu setlist de Amougies.

Depeche Mode no Brasil e demais países da América Latina


O Depeche Mode, depois de avisar que faria um show no Brasil, confirmou nessa quarta-feira (22) que vem ao país com a turnê de seu recém-lançado disco, "Spirit". A notícia foi divulgada por um fã (durante esse ano os fãs irão tomar conta das redes sociais da banda), por meio do Twitter oficial da banda - veja vídeo abaixo.


O show em São Paulo acontece no dia 27 de março de 2018, no Allianz Parque, - 24 anos depois da única vez que o grupo esteve no país - depois de passar pela Cidade do México, Bogotá, Lima, Santiago e Buenos Aires. Veja as datas abaixo.

11 de março, 2018 – Mexico City, Mexico – Foro Sol
16 de março, 2018 – Bogota, Colombia – Simon Bolivar Park
18 de março, 2018 – Lima, Peru – Estadio Nacional
21 de março, 2018 – Santiago, Chile – Estadio Nacional
24 de março, 2018 – Buenos Aires, Argentina – Estadio Unico de la Plata
27 de março, 2018 – Sao Paulo, Brazil – Allianz Parque

Informações sobre ingressos e início das vendas ainda não foram divulgadas.

Spirit, 14º álbum a carreira do grupo, saiu no último dia 17.

Fonte: OMELETE

Assista ao novo clipe do Lacuna Coil


'Blood, Tears, Dust' integra o último álbum "Delirium"

Vindouro álbum do Adrenaline Mob


"We The People" chegará em 2 de junho próximo, marcando a entrada do baterista Jordan Cannata no lugar do saudoso A. J. Pero.

Tracklist:

01. King Of The Ring
02. We The People
03. The Killer’s Inside
04. Bleeding Hands
05. Chasing Dragons
06. Til The Head Explodes
07. What You’re Made Of
08. Raise ‘Em Up
09. Ignorance & Greed
10. Blind Leading The Blind
11. Violent State Of Mind
12. Lords Of Thunder
13. Rebel Yell

Iron Maiden: os 35 anos do número da besta


Pelo confrade Guto Oliveira.

No dia 22 de março de 1982, o Iron Maiden lançou um de seus mais aclamados discos, obtendo enorme sucesso comercial internacionalmente. A banda britânica alcançou o topo das paradas locais com o disco, que vendeu mais de 16 milhões de cópias, até hoje o melhor resultado da banda.


O ano marcou também a entrada de Bruce Dickinson, vocalista do Samson, substituindo Dianno, que foi demitido por não ter o carisma e a energia no palco que a banda desejava. Dickinson chegou causando furor, pois exigiu manter o cabelo cumprido e que usaria as roupas que ele queria, impondo sua atitude peculiar. Ele estreou justamente no disco em questão.


Dickinson mostrou uma diferente interpretação das canções da banda, dando-lhes um tom mais melódico em The Number of the Beast, que trouxe canções conhecidas como "The Number of the Beast", "Hallowed Be Thy Name" e "Run to the Hills", além da polêmica "The Number of the Beast", marcada por acusações de alguns grupos religiosos, que diziam que a banda tinha um cunho satânico, afirmando que as letras do Maiden estavam repletas de cantos demoníacos, invocando o demônio e vandalizando a mente da juventude.


Toda essa polêmica surgiu por causa da canção, pois foi justamente a alusão explícita ao número da besta (666) que fez a trilha fazer sucesso. E a explicação é bem mais fácil de entender do que a polêmica, pois a canção foi feita a partir de um pesadelo que o baixista Steve Harris teve após ver um filme de terror, “A profecia 2”.

As curiosas ocorrências na gravação do disco deixaram muitos de cabelos em pé: A imprensa musical afirmou que durante a gravação nos estúdios Battery houveram acontecimentos inexplicáveis, como no caso de luzes que acendiam e apagavam sem motivo aparente e o equipamento de gravação que quebrou misteriosamente. Estes incidentes chegaram a seu clímax quando o produtor Martin Birch bateu seu automóvel contra um ônibus cheio de freiras! O custo do conserto de seu carro foi de exatamente 666 libras esterlinas.


Amaldiçoado ou não, o disco é vigoroso e um verdadeiro divisor de águas na carreira do Maiden, tendo sido construída ali a sua reputação de grande banda do metal, graças ao impressionante timbre de Dickinson. O produtor do álbum, Martin Birch, chegou a dizer que não acreditava que Dianno (o vocalista demitido) seria capaz de dar o peso esperado para o disco, concebido em conjunto, mas com a condução de Steve Harris. Ele disse que com a chegada de Bruce, abriram-se inúmeras possibilidades para o novo álbum.


O disco original foi lançado com 8 faixas. Mais tarde, foi relançado incluindo “Total Eclipse”, inserida como a penúltima música do disco.


Não bastasse a surpreendente energia das músicas do Maiden, calcadas na maestria de suas guitarras, na bateria densa e poderosa e na linha segura do baixo, o Maiden ainda tem como trunfo letras igualmente impactantes, polêmicas ou não, são verdadeiros poemas, demonstrando que além de força, há muita inteligência por trás das composições, como por exemplo “Children of the damned”, onde Steve Harris buscou inspiração no clássico “A profecia”, de David Seltzer.


É um disco imperdível para amantes do rock pesado, e pelo menos três sucessos são dignos de entrar para qualquer relação de melhores músicas do heavy metal: a impressionante “Hallowed thy name”, a polêmica “The Number of the beast” e também “Run to the hills”. Todos os fãs do Maiden reconhecem estas músicas já nos primeiros acordes, pois são marcos indeléveis da banda.

OUÇA AQUI

PARA COMPRAR: CD e LP


Tracklist:

1. Invaders
2. Children Of The Damned
3. The Prisoner
4. 22 Acacia Avenue
5. The Number Of The Beast
6. Run To The Hills
7. Gangland
8. Total Eclipse
9. Hallowed Be Thy Name


Veja a programação completa do Lollapalooza Chicago

Clique na foto para ampliar

O festival ocorrerá entre os dias 3 e 6 de agosto próximo, encabeçado pelas bandas Muse, Arcade Fire, The Killers, a cantora Lorde, entre outros.

E neste fim de semana teremos o Lolla por aqui no Brasil, no autódromo de Interlagos em Sampa.

Saiba mais AQUI e AQUI

Álbum póstumo de Chuck Berry será lançado em junho, ouça single


O esperado disco de inéditas de Chuck Berry, batizado "Chuck", será lançado no dia 16 de junho. A revista "Rolling Stone" traz um detalhamento do que vem por aí: são dez faixas (veja os nomes no fim deste texto), entre elas a que foi lançada como single na terça-feira — "Big boys".

OUÇA AQUI

"Chuck" é o primeiro álbum do ícone da música americana, que morreu no último sábado, em quase 40 anos — o último, "Rock it", é de 1979. Traz material gravado entre 1991 e 2014, com músicas compostas em sua maioria nos anos 1950, mas algumas também da década de 80. Entre elas, "Lady B. Goode", uma espécie de sequência de "Johnny B. Goode", e "Jamaica Moon", uma versão de "Havana moon" — em 2001, Berry comentou que relançaria a canção adapatada porque sentia que ela não virou hit por causa de "Fidel Castro e toda essa coisa de Cuba-comunista".

Ano passado, o compositor divulgou um comunicado em que dedicava o disco a sua mulher, Themetta "Toddy" Berry. "Meu amor, estou ficando velho! Trabalhei neste disco por muito tempo, agora posso pendurar as chuteiras!" Uma das faixas, aliás, chama-se "Darlin'", e levou Thametta às lágrimas ao dizer à filha do casal, Ingrid, o que esperar da velhice.

Tracklist:

1 - "Wonderful Woman"
2 - "Big Boys"
3 - "You Go To My Head"
4 - "3/4 Time (Enchiladas)"
5 - "Darlin'"
6 - "Lady B. Goode"
7 - "She Still Loves You"
8 - "Jamaica Moon"
9 - "Dutchman"
10 - "Eyes Of Man"


Fonte: O GLOBO

Veja o Green Day tocando música do novo álbum


"Still Breathing" integra o último álbum "Revolution Radio".

A performance se deu ontem no programa The Late Show de Stephen Colbert.

ASSISTA AQUI

Em novembro o grupo se apresentará no Brasil. LEIA AQUI

King Diamond: "Meu cantor favorito é o David Byron"


O eterno frontman do Mercyful fate, King Diamond é para mim um dos grandes mestres da voz.

E David Byron, icônico vocalista do Uriah Heep foi outro.

Então imagine a minha surpreendente satisfação ao ler a entrevista do blog FuteRock com King Diamond publicada abaixo, em que ele fala que David Byron é seu cantor favorito, além de falara de sua saúde, ele que passou por recente cirurgia, e sua vindoura passagem pelo Brasil.

Leia abaixo um trecho da entrevista:

FuteRock – Pra começar esta entrevista gostaria de saber o que você faz para manter a voz tão em forma, cantando alto mesmo após tantos anos na estrada.

King Diamond – Em 2010 eu tive um grave problema de saúde e foi então que decidi parar de fumar, eu e minha esposa paramos de fumar. Eu nem fazia ideia que o cigarro poderia atrapalhar na minha voz, já que eu sempre fumei. Mas parar de fumar fez uma enorme diferença! Estou mais saudável agora, comendo melhor e caminhando uma média 2 quilômetros 5 dias por semana. São ordens médicas que sigo para melhorar o meu coração, que hoje está muito bem. Com isso tudo minha voz melhorou! E claro, tem também o meu pacto com o Demônio… rs

FuteRock – Mas você aquece sua voz antes dos shows?

King Diamond – Na verdade não, só um pouco. Antes de subirmos ao palco tocamos uma música como aquecimento e não fazemos nada mais. É uma música do Uriah Heep, meu cantor favorito é o David Byron (vocalista do Uriah Heep entre 1967 e 1976). Tocamos esta música minutos antes da nossa intro rolar no palco, é o único aquecimento que eu faço. Checo minha voz nesse momento, não preciso de aquecimento.

FuteRock – Há planos para um novo álbum?

King Diamond – Sim, estamos fazendo agora esta tour que inclui México, São Paulo e um show em Las Vegas, são 3 shows comemorativos, serão únicos! Estamos trabalhando em um DVD , que trará dois shows completos, um gravado em 2015, nos Estados Unidos, e outro gravado ano passado na Europa, no Graspop. Devemos lançar este DVD esse ano e assim que finalizarmos o DVD vamos começar a escrever as músicas do próximo álbum. Tenho meu próprio estúdio em casa e isso facilita todo o processo de composição, já que tenho um equipamento incrível e posso cantar e gravar a hora que eu quiser! Então é certo que estaremos escrevendo e gravando algumas músicas este ano, mas álbum novo só em 2018.

FuteRock – E o que você pode nos contar mais sobre este grande show em São Paulo?

King Diamond – É o “Abigail Tour”, é o melhor set que já tivemos, algo grandioso e tudo muito bem calculado e ensaiado, sei exatamente onde devo estar em cada parte do show, em cada música. Será grandioso e inesquecível!

Leia a entrevista na íntegra no FuteRock

Resenha: "Apostrophe" - Frank Zappa


Há 43 anos...

Com apenas oito anos de iniciação no mercado fonográfico,o maestro Frank Zappa, como gosto de chamá-lo, já lançava seu décimo-quarto álbum, o curto, todavia excelente "Apostrophe".

O disco é a cara de Zappa. Digo isto pois ele apresenta uma característica das mas marcantes de Frank: a surpresa, a arte de indicar seguir por um caminho e nos remeter a outro.


Isso fica claro nas quatro primeiras canções do álbum, que nos insere a uma história, fazendo-nos pensar que estamos a ouvir um trabalho conceitual. Ledo engano.


Coisa de gênio. Em "Don't Eat The Yellow Snow", "Nanook Rubs It", "St. Alphonzo's Pancake Breakfast" e "Father O'Blivion", temos mesmo uma histórinha embebida em bom humor zappiano e rebuscada pelo seu jazz fusion embluesado.


Essa parte reflete um sonho que o autor teve, em que nele era um esquimó chamado Nanook e sua mãe o alertava para não comer a never amarela, pois essa continha o mijo dos huskies siberianos. O grande barato da música que abre o disco é seu tempo ser quebrado, em 7/4.


Na curtinha, mas interessantíssima "St. Alphonzo's Pancake Breakfast", o grande destaque vai para o xilofone da percussionista Ruth Underwood.


Findada a historinha, eis que ouvimos uma das mais famosas canções da carreira de Zappa, a também lançada em single e largamente executada ao vivo, "Cosmik Debris, marcante pelas vozes femininas e o fusion requintado por efeitos percussivos.


Mais adiante chegamos à faixa-título, uma parceria com o baixista do Cream, Jack Bruce, que dá o seu ar da graça na gravação. Uma verdadeira aula de música instrumental e sobretudo de distorções, enorme categoria do maestro.


Podemos pensar que "Apostrophe" é o auge do trabalho, mas este ainda nos reserva duas maravilhas: o blues repleto de groove jazzístico "Uncle Remus", canção anti-racismo, que conta com o piano introdutório do grande George Duke; e um final tipicamente zappiano, com uma canção sobre o chulé e outras coisas as quais apenas artistas desse naipe poderiam retratar numa música, música está com excelente levada de blues e show percussivo.


Concluindo: um primor!


Salve maestro!


E como diria (ou bradaria) John Lennon:

"ZAPPAAA!"


OUÇA AQUI

PARA COMPRAR: CD LP

Eis o tracklist:

1. Don't Eat The Yellow Snow
2. Nanook Rubs It
3. St. Alphonzo's Pancake Breakfast
4. Father O'Blivion
5. Cosmik Debris
6. Excentrifugal Forz
7. Apostrophe
8. Uncle Remus
9. Stink-Foot.

A banda:

Frank Zappa - voz, guitarra, baixo e bouzouki
Lynn – voz, backing vocals
Kerry McNabb – backing vocals
Ian Underwood - saxofone
Ruth Underwood - percussão
Sal Marquez – trompete
Sue Glover – backing vocals
Jim Gordon – bateria
Aynsley Dunbar – bateria
Tom Fowler – baixo
Napoleon Murphy Brock – saxofone, backing vocals
Robert “Frog” Camarena – voz, backing vocals
Ruben Ladron de Guevara – voz, backing vocals
Debbie – voz, backing vocals
Tony Duran – guitarra
Erroneous – baixo
Johnny Guerin – bateria
Don “Sugarcane” Harris – violino
Ralph Humphrey – bateria
Jack Bruce – baixo em “Apostrophe”
George Duke – teclado, backing vocals
Bruce Fowler – trombone
Jean-Luc Ponty – violino

terça-feira, 21 de março de 2017

Há 40 anos o AC/DC dava mais Rock à Austrália


Pois no dia 21 de março de 1977 a banda da Oceania lançou somente naquelas bandas seu quarto e ótimo álbum de estúdio, "Let There Be Rock", carregado de um som blues-hard-rock.

A obra somente chegaria ao resto do mundo em julho daquele ano e marcou por ser o último álbum gravado com o baixista Mark Evans, que devido a desentendimentos como o guitarrista Angus Young, deixou o grupo para dar lugar a Cliff Williams, que assumiu o posto em definitivo até a sua recém-anunciada aposentadoria.

Era o começo do aquecimento para um estouro absoluto que na década seguinte, infelizmente já sem o saudoso frontman Bon Scott.

Mas "Let There Be Rock", o AC/DC começa a se embalar numa ascendente de ótimos discos a começar por este com uma canção melhor que a outra.

Aqui temos as ótimas "Go Down", que abre o trabalho, além das clássicas " Dog Eat Dog, a faixa-título, "Problem Child" que substituiu "Crabsody In Blue", que só viria na versão internacional de julho, e a apoteótica "Whole Lotta Rosie" que virou hino efusivo absoluto nos grandes concertos da banda até hoje.

OUÇA AQUI

Tracklist:

1. "Go Down" (5:20 para vinil) 5:33
2. "Dog Eat Dog" 3:35
3. "Let There Be Rock" 6:07
4. "Bad Boy Boogie" 4:28
5. "Overdose" 6:09
6. "Crabsody in Blue" 4:45
7. "Hell Ain't a Bad Place to Be" 4:15
8. "Whole Lotta Rosie"

A BANDA:

Bon Scott - vocal
Angus Young - guitarra solo
Malcolm Young - guitarra base, voz
Mark Evans - baixo, voz
Phil Rudd - bateria

Assista ao novo clipe de Richie Kotzen


“End Of Earth”integra o vindouro álbum "Salting Earth", a ser lançado no dia 14 de abril próximo.

DSL - um Dire Straits sem Knopfler virá ao Brasil


No próximo mês de maio o projeto DSL - Dire Straits Legacy se apresentará no Brasil, passando por São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Vitória, Curitiba e Fortaleza. 

Trata-se de uma reunião dos antigos membros da banda inglesa capitaneada pelo singular Mark Knopfler.

Tão singular que este é o único que não integra a perpetuação do legado da banda nas apresentações que eles vêm fazendo desde 2013 mundo afora.

Estarão nos palcos brasileiros os músicos do DS: John Illsley baixista e membro fundador, Alan Clark, tecladista desde 1980, Pick Withers, baterista e membro fundador, além de Chris White, Mel Collins, Phil Palmer, Jack Sonni e Danny Cummings.


Internado por um AVC, Arlindo Cruz abre os olhos após menor sedação


O cantor Arlindo Cruz, internado em estado grave na UTI desde sexta-­feira (17) e mantido em coma induzido desde então, teve a sua sedação reduzida e apresentou sinais de consciência, como abrir os olhos ao ser chamado. A informação foi divulgada em um boletim médico da Casa de Saúde São José, no Humaitá, no Rio de Janeiro, onde o artista está internado.

Os médicos informaram ainda que o quadro de saúde continua grave, porém estável, e que esse processo de redução da sedação ocorre de forma cautelosa e de acordo com o planejamento terapêutico.

O cantor passou mal em sua casa na última sexta-­feira e foi resgatado pela ambulância dos bombeiros. No hospital, o cantor foi diagnosticado com um AVC (Acidente Vascular Cerebral) hemorrágico. No mesmo dia, Arlindo foi submetido a uma cirurgia onde foi instalado um catéter cerebral para monitorar sua pressão intracraniana.

Arlindo Cruz se preparava para viajar para São Paulo, onde faria show, quando sofreu o AVC. Ele foi encontrado inconsciente pela mulher, Babi Cruz.

Nas redes sociais, o filho do cantor, Arlindo Neto, afirmou que o músico está "reagindo como esperado". "Hoje eu vi o quanto a nossa família é amada. Impossível ler tudo, mas faço o possível. Continuem rezando, vai dar tudo certo!", escreveu o filho. Os amigos do cantor também estão na torcida pela sua recuperação e criaram a campanha "Força, Arlindo Cruz" para mandarem pensamentos positivos para ele.

Fonte: UOL MÚSICA

Scorpions e Megadeth juntos e ao vivo


Foram anunciados apresentações do Scorpions e Megadeth em turnê conjunta pelos Estados Unidos, a Crazy World Tour no mês de outubro próximo.

Maiores informações em breve.

Aguardemos...

Metallica: James Hetfield não queria gravar "Nothing Else Mathers". "Era para mim."


O frontman revelou em recente entrevista que a sua canção "Noyhing Else Matters" não deveria ser gravada por sua banda uma vez que ele a fizera apenas para sua própria audição a fim de fazê-lo sentir-se bem.

"Era uma música escrita em quartos de hotel durante a turnê do ... And Justice For All, sobre sentir falta dos amigos em casa, estar longe por tanto tempo", afirma. E continua, "Era uma música que não era para ser tocada por outras pessoas, era pra mim. E eu acho isso importante - escrever músicas que te façam sentir bem, eu tenho algumas músicas que são como essa..."

Porém o restante da banda ouviu e adorou...

"...Eles acharam incrível... Para mim era só uma "baladinha que me faz sentir bem, uma faixa vulnerável pra mim, e um risco real naquele momento, estar onde eu estava e deixar aquela música surgir e ser ouvida...
..."Eu acho que é uma faixa vulnerável que todo mundo pode se relacionar. Não significa uma única coisa, não é somente sobre relacionamento, eu já a ouvi sendo utilizada por times esportivos... É uma música de afinidade, de sensação de pertencimento".

Álbum póstumo de Chuck Berry será lançado! Algumas músicas serão liberadas em breve


Como era de conhecimento dos fãs, Chuck Berry estava trabalhando em um álbum de inéditas nos últimos meses de vida. A família confirmou que os planos de lançamento do trabalho, o primeiro em quarenta anos, serão mantidos. O disco, intitulado Chuck, ainda está sendo preparado para ser disponibilizado na íntegra. Não há uma data prevista. Porém, algumas músicas serão liberadas nos próximos dias. Berry faleceu no último sábado, aos 90 anos, de causas naturais.

Fonte: VAN DO HALEN

34 anos do epílogo "maldito" The Final Cut. O que você acha deste álbum do Pink Floyd?


Em 21 de março de 1983 o Pink Floyd praticamente decretava seu primeiro fim ao lançar o seu corte final, o tão polêmico álbum "The Final Cut", tido para muitos como um disco solo de Roger Waters, tendo os outros dois membros do grupo como coadjuvantes de luxo ( o terceiro, o tecladista Richard Wright já tinha sido expulso por Waters).

Particularmente opinando, cito trecho de um texto meu:

...Pois Roger Waters precisava fazer "The Final"Cut". Foi trabalho onde ele definitivamente estabeleceu a sua assinatura, que começara a se formar em "Animals", ganhou força em "The Wall", mas no "Corte Final", mostrou um modo peculiar de compor e cantar, que o acompanharia na sequência de sua carreira solo e o identificaria com seus fãs."The Final Cut" é emocionante. Ele flui denso e ansioso, como uma montanha russa de canto e acordes.

OUÇA AQUI

E você? Que acha de "The Final Cut", o disco amado e demonizado do Pink Floyd?

LEIA TAMBÉM: Pink Floyd The Wall: como os governantes gostam de manter a obra viva
                         Alguém aqui se lembra de Vera Lynn?