quinta-feira, 4 de maio de 2017

Rememorando: As dez cantoras de symphonic metal, mais influentes e/ou impressionantes. (Incluindo Mea Culpa)


Hoje no espaço Rememorando, exponho abaixo um de meus textos mais polêmicos dentre os publicados no Whiplash.net e no fim deste, acrescento uma atualização em forma de Mea Culpa com dois acréscimos.

As dez cantoras de symphonic metal, mais influentes e/ou impressionantes.

Como muitos seguidores da Confraria Floydstock podem ter notado, há algum tempo, introduzi na minha rotina musical, a pesquisa pelo metal sinfônico.
Passado mais de um ano ouvindo outras bandas além do tripé Nightwish, Epica e Tarja, absorvi, me surpreendi e me encantei com muita coisa, sobretudo com vozes e cantos até então por mim desconhecidos.
Resolvi elencar dentro de alguns critérios, dez cantoras do estilo que me impressionaram e expô-las aqui, a seguir, com alguns breves comentários.

10 - Anette Olzon (ex-Nightwish):

O fato de Anette encarar a batata quente de substituir a já consagradíssima no meio, Tarja Turunen, e sendo ela advinda do canto pop não lírico, mas conseguindo excelentes performances tanto no estúdio, quanto ao vivo, como na ao meu ver e ouvir, melhor canção do grupo, "The Poet and The Pendulum", já lhe garante um lugar nesta lista;

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9 - Sharon den Adel (Within Temptation):

Outra que também sabe reinar duplamente, entre um canto mais acessível e algo mais lírico, Sharon vai da doce balada orquestrada até o rock acelerado, com total domínio do assunto.

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8 - Ailyn (ex-Sirenia):

O grupo nórdico Sirenia traz clara a proposta de coadunar o peso viking com o canto da sereia, e Aylin enquanto esteve no microfone da banda, fez seu papel com maestria, propagando seu belo canto macio.

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7 - Lisa Middelhauve (ex-Xandria)

Inicialmente por mim injustamente subestimada, Lisa Middelhauve calou minha boca após vê-la por mais tempo e atenção, numa apresentação ao vivo onde ela evoluiu toda sua versatilidade de alternar timbres, do mais mavioso, passando pelo anasalado e até mesmo um grave que primeiramente me pareceu ser até masculino.

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6 - Darkyra Black (ex-Darkyra):

Esta, infelizmente eu fui ouvir depois de ler a notícia que ela estava se desligando de sua banda por estar com um câncer aos 32 anos.
Ao ouvir o seu primeiro disco, "Dragon Tears", a canção "Cold Cold Stone" foi arrebatadora, sobretudo num dado momento onde o agudo dado pela vocalista arrepia até a alma.

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5 - Marcela Bovio (ex-Elfonia e ex-Stream Of Passion):

Tanto no Elfonia onde era mais progressiva, tanto no Stream Of Passion, a categoria e elegância vocal de Marcela Bovio é indescutível. Mas definitivamente, foi a canção "Lost" que me pegou de jeito.

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Sabine Edelsbacher (Edenbridge):

Uma das mais gratas surpresas musicais que tive de um ano para cá fora a estupenda banda austríaca Edenbridge e sua frontwoman Sabine Edelsbacher, que com extrema simplicidade, porém domínio absoluto de seus tons sopranos suaves, me fizera mergulhar na obra do grupo.

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3 - Tarja Turunen (ex-Nightwish, hoje solo):

A rainha pioneira de tudo isso, e certamente a inspiração para todas as outras. Seria óbvio e cômodo colocá-la no topo, porém, ainda que Tarja seja a Diva-mor, canta somente no tom lírico, uniformemente, sem muitas variações, o que não faz dela menos espetacular.

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2 - Floor Jansen - (ex-After Forever, ex-Revamp e Nightwish):

Floor Jansen já brilhava nas suas bandas anteriores, mas conseguiu se superar no Nightwish, sendo Tarja, Anette e ela própria numa só, conseguindo ser o que as canções precisam que ela seja, ora roqueira visceral, ora a primadonna lírica.

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1 - Simone Simons (Epica):

Minha medalha de ouro é Simone Simons. A bela ruiva é absoluta com microfone nas mãos, navegando entre os graves e agudos, algumas vezes num curto espaço de tempo, em versos sequenciados, um primor de mezzo-soprano.

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Mea Culpa:

Quando redigi o texto acima eu mal conhecia duas cantoras que, as ouvindo e vendo posteriormente lamentei delas não integrarem a lista acima.

Como a lista já foi feita e findada, não as colocarei posicionadas em nenhuma numeração da lista, mas sim farei abaixo uma menção honrosa a cada uma.

São elas:

Dianne van Giersbergen (Xandria):

Ao ouvir o último álbum da banda germãnica Xandria, Theater of Dimensions", o segundo com a neerlandesa Dianne ao microfone, logo me veio à mente que ela deveria estar na lista acima.
Uma frontwoman de metal e uma cantora lírica fundidas numa só.


Lori Lewis (Therion):

God saves Lori Lewis! Foi o que eu disse quando comecei a me aprofundar na obra da banda sueca Therion. Uma autêntica diva angelico-infernal, dotada de uma técnica irrepreensível.