segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Confira o trailer de "Jogador Nº 1" ao som de Van Halen


Felizmente agora virou moda em Hollywood sonorizar trailers de grandes produções do cinema e tv com grandes clássicos do rock.

Dessa vez o aguardado próximo filme de Steven Spielberg, "Jogador Nº 1" ganhou seu trailer ao som da canção "Jump", clássico do Van Halen.

A película estreará no Brasil no dia 29 de março de 2018.

Assista ao trailer embalado por Van Halen no player abaixo:

Queens Of The Stone Age: vocalista agride e fere fotógrafa em show, assista!


Josh Homme, frontman do grupo Queens of The Stone Age protagonizou uma cena extremamente infeliz e babaca ao chutar a fotógrafa Chelsea Lauren durante apresentação da banda no festival anual da Rádio KROQ, em Los Angeles.

Chelsea Lauren teve que ser levada ao hospital devido aos ferimentos, sentindo dores no pescoço, náuseas e ficando com um hematoma no olho.

De lá ela se manifestou nas redes sociais:

"Uma agressão de qualquer forma não é OK, não importa o motivo...Eu estava onde era permitido estar, não estava quebrando nenhuma regra. Eu estava simplesmente tentando fazer meu trabalho", completou a fotógrafa, que especulou que Homme poderia estar sob o efeito de drogas ou bebidas. "Álcool e drogas não podem ser usados como desculpa". Ela também publicou uma foto do vocalista com a testa ensanguentada durante o show, por conta de um corte que ele próprio teria feito com uma faca."
O cantor tentou se justificar no Twitter

"Estava no meio da performance", disse, antes de recordar que também chutou equipamentos. "Eu nunca provocaria dano intencional a alguém trabalhando ou assistindo um de nossos shows e espero que Chelsea aceite minha desculpa sincera."

Posteriormente ele publicou um vídeo onde soa mais confessional:

"Na noite passada, eu chutei a câmera de uma fotógrafa e a câmera a atingiu no rosto. O nome dela é Chelsea Lauren. Eu gostaria de me desculpar com Chelsea Lauren. Eu não tenho desculpas ou uma razão para justificar. Eu fui um total idiota, e estou lamento de coração e espero que você esteja bem. Fiz muitos erros na minha vida, e na última noite definitivamente cometi mais um. Peço desculpas por isso. Eu quero ser um cara bom, mas na última noite falhei nisso. Peço desculpas aos meus companheiros de banda, à minha mãe, meu pai, minha mulher, meu irmão, meus filhos. É, acho que vou ter que pensar nisso tudo. Rock 'n roll é uma coisa poderosa, é feito para salvar e ajudar pessoas, não causar uma bagunça dessas."

Clique no player da imagem abaixo para ver a cena:

sábado, 9 de dezembro de 2017

Epica: escolhida a canção que será gravada com a Orquestra Metropole


A Metropole Orkest (Orquestra Metrópole), vencedora de três Grammys e mais 17 indicações na bagagem, organizou uma votação em seu site desde o dia 31 de janeiro último, querendo saber dos internautas qual banda e/ou artista eles gostariam de ver a orquestra gravar uma música conjuntamente.

Os votantes poderiam escolher entre uma lista pré-estabelecida ou até mesmo votar em um artista que julgasse melhor, fora da lista. Mais de 650 mil artistas entre cantores, rappers, bandas e instrumentistas foram votados, tendo a maior banda holandesa de metal sinfônico, Epica, conseguido mais de 67 mil votos.

O multi-instrumentista neerlandês Arjen Lucassen, líder do Ayreon, ficou em segundo lugar.

Portanto, em breve a banda vencedora entrará em estúdio com a Orquestra Metropole para gravar uma música e a escolhido foi "Beyond The Matrix", que integra "The Holographic Principle", último full-lenght do grupo, lançado em setembro de 2016.

Todo esse processo será mostrado pelo site da orquestra - https://www.mo.nl/met/ .

Acompanhemos.


Assista à entrevista de Roger Waters no Jornal Hoje deste sábado (9/12/17)


Roger Waters concedera entrevista coletiva ontem em São Paulo para falar da recém anunciada vinda ao Brasil com sua "Us + Them Tour", que chegará em outubro de 2018, em plena época de eleições presidenciais no país.

DETALHES COMPLETOS E INGRESSOS PARA ROGER WATERS NO BRASIL

"Devo usar uma foto do Temer nos shows no Brasil?", falou ele ao Jornal Hoje, da Rede Globo, entrevista que irá ao ar hoje, às 13h:20min (horário de Brasília).

Assista à entrevista no vídeo, clicando na imagem abaixo:


LEIA TAMBÉM: Roger Waters concede entrevista coletiva em São Paulo : "não ficaria surpreso se Israel tentasse me matar em shows na Europa"

Roger Waters concede entrevista coletiva em São Paulo : "não ficaria surpreso se Israel tentasse me matar em shows na Europa"

(Foto: Divulgação / Time For Fun / MRossi)


O eterno líder floydiano está em São Paulo para divulgar sua turnê "Us + Them Tour", que chegará ao Brasil em outubro de 2018, em pleno contexto de eleições presidenciais no país.

DETALHES COMPLETOS E INGRESSOS PARA ROGER WATERS NO BRASIL

Ele concedera entrevista coletiva, que você pode ler abaixo:

A divisão entre as pessoas é o tema central de sua música. Essa turnê fala muito disso. Ao contrário do que muita gente previa, hoje estas divisões estão crescendo e ficando mais violentas. Por que isso acontece? Acha que o rock e a música pop podem ajudar nisso?

Roger Waters - Isso acontece porque os poderosos sempre roubaram dos sem poder. Esperávamos que isso diminuísse depois da Primeira Guerra depois da formação da Liga das Nações. E depois da Segunda, com a formação das Nações Unidas e a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Há um fórum para expressar os sentimentos dos povos. Mas nada muda. Por quê? Todo mundo continua corrupto. Por que isso acontece? Todos vivemos, especialmente vocês aqui no Brasil, as consequências de séculos de colonização. Oprimiram não só os povos indígenas brasileiros, mas todos os escravos que trouxeram.

Há um motivo para isso. Velhos hábitos demoram a morrer. Algumas pessoas acham que são especiais e que têm o direito de mandar no mundo e roubar tudo. É difícil para elas acharem que há algo errado com isso. Talvez todos os seres humanos devessem ter direitos iguais. Mas eles não acreditam nisso.

A turnê passou 2017 pelos EUA, com várias referências ao presidente deles. Você vai adaptar isso em 2018, em shows no resto do mundo?

Eu já editei uma nova versão [do vídeo] da música "Money", agora não é só sobre Trump e Putin. Vou adicionar Theresa May, Macron e líderes da Europa, porque vamos tocar lá. Eu adoraria fazer um show diferente para cada lugar, sobre cada problema local, político, discriminação e etc, mas é impossível. Confesso que não tinha pensado na América do Sul ainda. Estou pensando na Europa.

Sei que vou enfrentar uma grande batalha na Europa. Porque os israelenses vão tentar me matar. Não literalmente, provavelmente, embora eles possam fazer isso também. Eu não ficaria surpreso. Eles são bem estranhos. Mas eles vão me atacar com a toda a voracidade deles para me descreditar.

Mas esse é um problema lateral em relação à ideia dessa turnê, que é: nós somos todos seres humanos. Provavelmente todos temos origens africanas, o mesmo DNA. Temos que aceitar a ideia de que somos todos irmãos e irmãs. E que temos uma responsabilidade de ajudar irmãos e irmãs nessa família.

Todas essas fronteiras desaparecem se pensarmos que estamos destruindo o planeta em que nossas crianças vão viver pelos próximos anos. Por isso o governo Trump entra em qualquer conversa: eles estão determinados em acelerar a destruição da Terra. Seja numa guerra nuclear ou na catástrofe de não prestar atenção nas mudanças climáticas. Não importa, os dois são fatais.

Esse governo é inacreditável. A secretária de Educação Betsy DeVos e o vice-presidente Mike Pence, os dois são da direita sionista cristã raivosa. Eles estão esperando pelo arrebatamento [a volta dos cristãos para o céu, com a segunda vinda de Jesus Cristo, acontecimento que alguns evangélicos acreditam estar ligado ao estabelecimento do povo judeu].

Eles acreditam porque seus avós leram sobre isso na Bíblia. Eles creem que isso está chegando, e querem que chegue. Eles estão encorajando isso de todas as maneiras que podem. Betsy DeVos disse claramente que vai instituir o ensino religioso da criação do mundo como ciência nas escolas públicas. Como assim?

Você já veio para cá nas turnês de 'Dark side of the moon' e 'The wall'. E agora toca essas músicas junto com um disco novo. Como conectar estes discos com essa nova mensagem?

Desde 2001 os EUA já mataram 4 milhões de pessoas no Oriente Médio. É um começo. Quantos muçulmanos há no mundo? Três ou quatro bilhões. Eu estou certo de que se eles mantiverem a fábrica funcionando... Quanto tempo pode levar para matar alguns bilhões de pessoas?

Você sabe que uma versão de 'Another brick in the wall' é um jeito de xingar pessoas em estádios e protestos políticos pelo Brasil? Trocamos 'teacher' pelo nome do inimigo. O que acha dessa apropriação?

Amei isso. Não tinha ideia. Fico feliz com isso. "Finalmente!" (diz em português).

LEIA TAMBÉM: Não perca a entrevista de Roger Waters no Jornal Hoje deste sábado (9/12/17)

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Pink Floyd: assista a esta linda versão acústica de Shine On You Crazy Diamond


O músico italiano Luca Accogli me enviou o vídeo abaixo contendo sua fascinante versão acústica ao violão para o clássico floydiano "Shine On You Crazy Diamond", que integra o álbum "Wish You Were Here", todo ele dedicado ao criador do Pink Floyd, Syd Barrett.

Confira no player abaixo. Eu adorei e você?


Quer ver sua banda ou você artista quer ser divulgado aqui na confraria?
Mande seu material para confrariafloydstock@gmail.com 

A série "As onze músicas compostas por Gilmour e Waters no Pink Floyd' traz a canção "Fearless"


Sequenciando a série das "Onze músicas compostas por Gilmour e Waters no Pink Floyd", lhes trago agora a canção "Fearless", uma das grandes canções do Pink Floyd.

As interpretações pululam, pois é quase irresistível associar a estória do idiota destemido que encara sorridente a multidão enquanto o magistrado vira-lhe as costas com a Paixão de Cristo.

O mais provável, contudo, é que se trate de Syd Barrett.

Seria o idiota puro de coração ou alienado? Não há como não se deixar manchar sem também se alienar.
A mensagem é, de qualquer forma, otimista, pois a canção é introduzida e finalizada pelo hino da torcida do time de futebol Liverpool*, "You´ll Never Walk Alone" ('Você Nunca Estará Sozinho'), e a  espiral crescente que marca a cadência da música funciona como um mantra de superação.

Terceira faixa do álbum "Meddle", "Fearless" é também o lado B do compacto de "One Of These Days" (1ª faixa do álbum), lançado em 1971.
Enquanto "One Of These Days" é considerada uma farpa endereçada a um DJ que a banda não apreciava, "Fearless" seria um agradecimento ao DJ da BBC1, John Peel, por seu contínuo apoio à banda desde o início.

*Originalmente, a canção foi composta por Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II para o musical Carousel, apresentado na Broadway em 1945.

Pelo confrade Renato Azambuja, o nosso "Dali".


CONHEÇA TODAS AS CANÇÕES DA SÉRIE:
"Pink Floyd: as onze músicas compostas por Gilmour e Waters"

LEIA TAMBÉM:

Nos 38 anos de The Wall, a série "Onze músicas compostas por Gilmour e Waters no Pink Floyd" traz a canção Comfortably Numb

A série "As onze músicas compostas por Gilmour e Waters no Pink Floyd' traz a canção "On the Run"

A série "As onze músicas compostas por Gilmour e Waters no Pink Floyd' traz a canção "Young Lust"

A série "As onze músicas compostas por Gilmour e Waters no Pink Floyd' traz a canção "Pillow of Winds"

A série "As onze músicas compostas por Gilmour e Waters no Pink Floyd' traz a canção "Wot's... Uh The Deal"

Maestro Antonio Brasileiro, nosso eterno Jobim


Como fazer um álbum soar tão jazz e tão samba?

O maestro Antonio Carlos Jobim não encontrou a menor dificuldade em fazer isso no seu sensacional disco de despedida, "Antonio Brasileiro", lançado em 1994, que foi inclusive, agraciado com o Grammy de melhor álbum de jazz latino.

A sonoridade do samba e a jazzística caminham lado a lado durante a maior parte do tabalho, sendo que em algumas faixas como a inicial, "Só Danço Samba", a seguinte , "Piano Na Mangueira", "Surfboard" e até mesmo "Maracangalha", clássico de Dorival Caymmi, é possível sentir ambas as sonoridades juntas, harmoniosa e naturalmente, sob a genialidade do maestro.

Destacam-se as participações de "Sting", cantando a versão em inglês de "Insensatez" (aqui como "How Insensitive"), Dorival Caymmi, cantando a sua "Maricotinha" e a graciosidade de Maria Luiza Jobim, neta de Tom, em "Samba de Maria Luiza".

É samba, é jazz, é bossa nova, é música de extremo bom gosto. O maestro partiu fechando sua carreira com chave de ouro.

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Tracklist:

"Só Danço Samba"
"Piano Na Mangueira"
"How Insensitive (Insensatez)"
"Querida"
"Surfboard"
"Samba de Maria Luiza"
"Forever Green"
"Maracangalha"
"Maricotinha"
"Pato Preto"
"Meu Amigo Radamés"
"Blue Train (Trem Azul)"
"Radamés Y Pelé"
"Chora Coração"
"Trem de Ferro".

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Novas bolas de Natal estilizadas do Epica


Nesta época do ano várias bandas, inclusive as mais pesadas lançam em suas web stores produtos natalinos com suas marcas, logos, etc.

A banda neerlandesa de symphonic metal já disponibilizou as bolas de árvore de natal com o logo da banda grafado.

Para comprar basta entrar na loja oficial do grupo NESTE LINK.

Jimi Hendrix pelas tenras palavras de Eric Clapton


A amizade e admiração musical entre o rei e o deus da guitarra infelizmente durara muito pouco, devido ao falecimento precoce de Jimi Hendrix.

Leia abaixo as palavras de Eric Clapton sobre este período com Jimi:

Embora Jimi fosse canhoto, sempre tocou com guitarras destras de cabeça para baixo, uma tradição que não era o único. Albert King e Steve Ray Vaughan usavam esse estilo, assim como Doyle Bramhall II, que toca em minha banda atual. Certa tarde estava percorrendo as lojas de instrumentos musicais do West End quando vi uma pequena Stratocaster branca canhota, e comprei em um impulso para dar para Jimi. A cena era tão pequena que eu sabia que iria vê-lo naquela noite, pois iria a um concerto de Sly and the Family Stone no Lyceum, e era certo que o Jimi estaria lá. Levei a guitarra ao show comigo para dar a ele depois, mas Jimi não apareceu. No dia seguinte fiquei sabendo que havia morrido. Ele apagou, detonado com uma mistura de birita e drogas, e sufocou-se no próprio vômito. Foi a primeira vez que a morte de outro músico realmente me afetou”.

Assista ao vídeo do U2 fazendo show surpresa no metrô de Berlim


Repetindo o que outrora fizeram no metrô de Nova Iorque, Bono e The Edge subitamente agraciaram 120 fãs sorteados via promoção de uma estação de rádio germânica, saindo da estação "U2", (isso mesmo, a estação leva o nome da banda irlandesa) e seguindo no trem até a estação Deutsche Oper.

Ali a dupla executara as canções "Get out of your own way", que integra o recém-lançado álbum "Songs of experience"e as clássicas "Sunday bloody sunday" e "One".

Confira no player abaixo:

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Tarja comemora centenário do Dia da Declaração da Independência da Finlândia com imagem estilizada


Em 6 de dezembro de 1917 a Finlândia era oficialmente declarada independente da Suécia.

Hoje, no dia das celebrações do centenário, a soprano finlandesa Tarja Turunen, ex-Nightwish postou em sua conta oficial no Twitter a imagem bem legal acima.

LEIA TAMBÉM: Assista ao novo clipe da Tarja

Rock And Roll Hall of Fame: Confira o resultado da votação popular para as induções em 2018

Apesar de não garantir conclusivamente os artistas escolhidos, a votação popular reflete o desejo do público que votou no site da instituição em seus artistas favoritos para a calçada da fama do rock.

Dia 13 de dezembro próximo o resultado oficial com os cinco futuros induzidos e celebrados na cerimonia do ano que vem será divulgado.

Confira o resultado da votação popular na tabela abaixo (clique para ampliar):


Pelo visto no ano que vem teremos outro texto desse aqui na Confraria:
Rock And Roll Hall of Fame corrige duas de suas n injustiças

Novo álbum de Al Di Meola será lançado em breve


"Opus" chegará em 23 de fevereiro próximo via earMUSIC.

Eis o tracklist:

 1 Milonga Noctiva: Wandering in the Dark (feat. Kemuel Roig)
 2 Broken Heart
 3 Ava’s Dream Sequence Lullaby
 4 Cerreto Sannita (feat. Kemuel Roig)
 5 Notorious
 6 Frozen In Time
 7 Escapado
 8 Pomp
 9 Left Unsaid
 10 Insieme
 11 Rebels (feat. Kemuel Roig)

Roger Waters no Brasil: Informações completas sobre ingressos - COMPRE O SEU


O eterno líder floydiano virá ao Brasil com sua "Us And Them Tour" com sete apresentações em outubro de 2018. São elas:

09/10 - São Paulo (Alliaz Parque)
13/10 - Brasília (Estádio Mané Garrincha)
17/10 - Salvador (Estádio da Fonte Nova)
21/10 - Belo Horizonte (Estádio Mineirão)
24/10 - Rio de Janeiro (Maracanã)
27/10 - Curitiba (Estádio Couto Pereira)
30/10 - Porto Alegre (Beira-Rio)

INGRESSOS: COMPRE ONLINE OU NOS PONTOS DE VENDA

Pré-venda para usuários de Cartão ELO: 11 e 13 DE DEZEMBRO (com possibilidade de parcelamento em até 8 vezes até 31 de dezembro e em 3 vezes depois de 1º de janeiro)

Paro o público geral o parcelamento será em até 6 vezes até o dia 31 de dezembro e em 2 vezes após 1º de janeiro.

São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro: início das vendas em 14 de dezembro às 00:01 horas.

Brasília, Salvador, Curitiba e Porto Alegre: início das vendas em 15 de dezembro às 00:01 horas.

Meia-entrada com documento comprobatório nos pontos de venda e na hora do evento se comprado via internet.

São Paulo

Data: Terça-feira, 09 de outubro de 2018.
Local: Allianz Parque – Rua Turiassú, 1840 – Perdizes – São Paulo – SP
Abertura dos Portões: 17h
Horário do show: 21h
Capacidade: 45.500 pessoas
Ingressos: de R$ 165 a R$ 810 (ver tabela completa)
Classificação etária: De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16
anos é permitida a entrada desacompanhada.

Ingressos

Valores de Ingressos - Roger Waters em São Paulo



Brasília

Data: Sábado, 13 de outubro de 2018.
Abertura de portões: 17h
Horário: 21h30
Local: Estádio Nacional Mané Garrincha – Asa Norte, Brasília – DF
Capacidade: 54.390 pessoas
Ingressos: de R$ 120 a R$ 720 (ver tabela completa)
Classificação etária: De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16
anos é permitida a entrada desacompanhada.

Ingressos

Valores de Ingressos - Roger Waters em Brasília




Salvador

Data: Quarta-feira, 17 de outubro de 2018
Local: Itaipava Arena Fonte Nova – Ladeira da Fonte das Pedras, s/n – Nazaré, Salvador
Abertura dos Portões: 17h
Horário do show: 21h
Capacidade: 56.000 pessoas
Ingressos: de R$ 90 a R$ 710 (ver tabela completa)
Classificação etária: De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16
anos é permitida a entrada desacompanhada.

Ingressos

Valores de Ingressos - Roger Waters em Salvador




Belo Horizonte

Data: Domingo, 21 de outubro de 2018
Local: Estádio do Mineirão – Av. Antônio Abrahão Caram, 1001 – Pampulha, Belo Horizonte
Abertura dos Portões: 17h
Horário do show: 21h
Capacidade: 51.000 pessoas
Ingressos: de R$ 150 a R$ 720 (ver tabela completa)
Classificação etária: De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16
anos é permitida a entrada desacompanhada.

Ingressos

Valores de Ingressos - Roger Waters em Belo Horizonte




Rio de Janeiro

Data: Quarta-feira, 24 de outubro de 2018
Local: Estádio do Maracanã – Rua Professor Eurico Rabelo, Maracanã, Rio de Janeiro – RJ
Abertura dos Portões: 17h
Horário: 21h
Capacidade: 66.400 pessoas
Ingressos: de R$ 110 a R$ 720 (ver tabela completa)
Classificação etária: De 10 a 15 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir
de 16 anos é permitida a entrada desacompanhado.

Ingressos

Valores de Ingressos - Roger Waters no Rio de Janeiro




Curitiba

Data: Sábado, 27 de outubro de 2018
Abertura dos Portões: 17h
Apresentação: 21h30
Local: Estádio Couto Pereira – R. Ubaldino do Amaral, 37 – Alto da Glória, Curitiba – PR
Capacidade: 41.480 pessoas
Ingressos: de R$ 110 a R$ 720 (ver tabela completa)
Classificação etária: De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16
anos é permitida a entrada desacompanhada.

Ingressos

Valores de Ingressos - Roger Waters em Curitiba




Porto Alegre

Data: Quarta-feira, 30 de outubro de 2018.
Local: Estádio Beira-Rio – Av. Padre Cacique, 891 – Praia de Belas – Porto Alegre -RS
Abertura dos Portões: 17h
Horário do show: 21h

Capacidade: 48.517 pessoas
Ingressos: de R$ 110 a R$ 720 (ver tabela completa)
Classificação etária: De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16
anos é permitida a entrada desacompanhada.

Ingressos


Valores de Ingressos - Roger Waters em Porto Alegre



Setlist e vídeo de apresentação da referida turnê:

Breathe (Pink Floyd)
One of These Days (Pink Floyd)
Time (Pink Floyd)
Breathe (Reprise) (Pink Floyd)
The Great Gig in the Sky (Pink Floyd)
Welcome to the Machine (Pink Floyd)
Déjà Vu
The Last Refugee
Picture That
Wish You Were Here (Pink Floyd)
The Happiest Days of Our Lives (Pink Floyd)
Another Brick in the Wall Part 2 (Pink Floyd)
Another Brick in the Wall Part 3 (Pink Floyd)

Set 2

Dogs (Pink Floyd)
Pigs (Three Different Ones) (Pink Floyd)
Money (Pink Floyd)
Us and Them (Pink Floyd)
Smell the Roses
Brain Damage (Pink Floyd)
Eclipse (Pink Floyd)
Wait for Her (Live Premiere)
Oceans Apart (Live Premiere)
Part of Me Died (Live Premiere)

Comfortably Numb (Pink Floyd)

SITE OFICIAL DE ROGER WATERS


Morreu Johnny Hallyday, o "Elvis francês"


Faleceu em sua casa aos 74 anos de idade devido às complicações de câncer de pulmão o cantor e ator francês Johnny Hallyday, conforme informou sua esposa Laeticia, hoje pela madrugada:

"Johnny Hallyday partiu. Escrevo estas palavras incrédula, mas foi assim. Meu marido já não está mais aqui. Nos deixou esta noite como viveu sua vida: com valentia e dignidade"

Apelidado de "Elvis Francês", Hallyday vendeu impressionantes cem milhões de discos, sendo o álbum "Rester Vivant Tour", seu derradeiro trabalho.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Roger Waters no Brasil em sete shows: confira locais, datas e informações


O eterno líder floydiano virá ao Brasil com sua "Us And Them Tour" com sete apresentações em outubro de 2018. São elas:

09/10 - São Paulo (Alliaz Parque)
13/10 - Brasília (Estádio Mané Garrincha)
17/10 - Salvador (Estádio da Fonte Nova)
21/10 - Belo Horizonte (Estádio Mineirão)
24/10 - Rio de Janeiro (Maracanã)
27/10 - Curitiba (Estádio Couto Pereira)
30/10 - Porto Alegre (Beira-Rio)

INGRESSOS E INFORMAÇÕES AQUI


“Do They Know it’s Christmas”: Quando Bob Geldof reuniu um batalhão de artistas em prol da caridade


Em 1984 , Sir Bob Geldof, irlandês, líder do grupo Boomtown Rats, idealizou fazer um single para ajudar a minimizar os problemas da fome na Etiópia, que ele vira numa reportagem da BBC de Londres.

Apesar de não ser muito conhecido mundialmente por sua banda, Bob Geldof é o protagonista do filme “The Wall”, da banda Pink Floyd, apesar do próprio Geldof já ter declarado não gostar das músicas do grupo inglês.

Em baixa popularidade do seu grupo, o Boomtown Rats, Geldof resolveu usar o espaço oferecido por uma rádio, que marcou uma entrevista com o DJ Richard Skinner, da BBC Radio 1, para falar sobre o disco da banda, ao invés disso, Geldof lançou a ideia de fazer um single de caridade, em prol da África. Com esta divulgação, quando ele começou a recrutar músicos para a gravação, já havia muito interesse pelo evento.

Sabendo que dificilmente conseguiria êxito sozinho, Geldof pediu ajuda a Midge Ure, líder da banda inglesa Ultravox e juntos escreveram a música “Do they know it’s christmas”, que contou com a parceria de Bono Vox e The Edge (U2), Boy George (Culture Club), Paul Mccartney, a turma do Duran Duran, entre outros.

Bob Geldof e Midge Ure fizeram o recrutamento dos artistas e foi montado um supergrupo intitulado “Band Aid”, para a gravação do single “Do they know it’s christmas”, que seria lançado na época do natal. Produzido por Trevor Horn (músico, produtor e compositor britânico, aclamado com o Grammy pela produção do disco do cantor Seal, em 1996), a música foi gravada em 25 de novembro de 1984, em um único dia. O compacto foi lançado 20 dias depois no Reino Unido, em 15 de dezembro. O compacto alcançou rapidamente primeiro lugar entre os mais vendidos.

A fundação de caridade montada para arrecadar o dinheiro foi chamada de "Band Aid Trust". Não satisfeito com o enorme sucesso do single dos Band Aid, Geldof propôs-se organizar (e tocar junto com sua banda Boomtown Rats) o concerto de caridade live aid, que angariou fundos sem precedentes para a causa e viajou por todo o mundo com o objetivo de fazer mais dinheiro, mas isso será tema de outra matéria aqui na Confraria Floydstock.

o grupo foi reformulado em quatro ocasiões, sempre apresentando os mais famosos artistas britânicos e irlandeses de canção pop de sua época.

Além do compacto original de "Do they know it's christmas?", em 1989 uma nova formação foi reunida depois de outra onda de fome na Etiópia. A Band Aid II regravou a canção e foi novamente a primeira colocada nas paradas britânicas.

Em 2004, para comemorar os 20 anos do projeto original outra formação, chamada de Band Aid 20, gravou mais uma vez a música, com uma pequena mudança no estilo, porém alcançando sucesso, chegando ao topo das paradas musicais no ano.

Em 2009 a banda Air Supply, composta basicamente pelo inglês Graham Russell e o australiano Russell Hitchcock, regravou a música "Do they know it's christmas?".

Em 2014, uma banda denominada Band Aid 30, regravou mais uma vez a canção, sendo que as contribuições arrecadadas com a comercialização foram revertidas para ajudar no combate contra a epidemia do vírus Ebola na África Ocidental. Foi gravada no Sarm West Studios em Notting Hill, Londres, o mesmo estúdio usado para a trilha original.

Filmagens da gravação da sessão foram transmitidas ao vivo em um aplicativo oficial, formando a base para o vídeo da música. O disco foi produzido por Paul Epworth, que já trabalhou com nomes como Adele e One Direction.

[[[ Band Aid original ]]]

- Adam Clayton (U2)
- Andy Taylor (Duran Duran)
- Bob Geldof (Boomtown Rats)
- Bono Vox (U2)
- Boy George (Culture Club)
- Bruce Watson (Big Country)
- Chris Cross (Ultravox)
- David Bowie
- Dennis J. T. Thomas (Kool & the Gang)
- Francis Rossi (Status Quo)
- Gary Kemp (Spandau Ballet)
- George Michael (ex-integrante do Wham!)
- Glen Gregory (Heaven 17)
- Holly Johnson (Frankie Goes to Hollywood)
- James Taylor
- Jody Watley (Shalamar)
- John Keeble (Spandau Ballet)
- John Taylor (Duran Duran)
- Johnny Fingers (Boomtown Rats)
- Jon Moss (Culture Club)
- Keren Woodward (Bananarama)
- Marilyn (cantor inglês)
- Mark Brzezicki (Big Country)
- Martin Kemp (Spandau Ballet)
- Martyn Ware (Heaven 17)
- Midge Ure (Ultravox)
- Nick Rhodes (Duran Duran)
- Nik Kershaw
- Paul Mccartney (ex-Beatles)
- Paul Weller (Style Cuncil & the Jam)
- Paul Young
- Pete Briquette (Boomtown Rats)
- Phil Collins
- Rick Parfitt (Status Quo)
- Robert 'Kool' Bell (Kool & the Gang)
- Roger Taylor (Duran Duran)
- Sarah Dallin (Bananarama)
- Simon Crowe (Boomtown Rats)
- Simon Le Bon (Duran Duran)
- Siobhan Fahey (Bananarama)
- Steve Norman (Spandau Ballet)
- Sting (ex-integrante do Police)
- Stuart Adamson (Big Country)
- Tony Butler (Big Country)
- Tony Hadley (Spandau Ballet)

[[[ Band Aid II ]]]

- Bananarama
- Big Fun
- Bros
- Cathy Dennis
- Chris Rea
- Cliff Richard
- D Mob
- Glen Goldsmith
- Jason Donovan
- Jimmy Somerville
- Kevin Godley
- Kylie Minogue
- Lisa Stansfield
- Pasadenas
- Sonia
- Technotronic
- Wet Wet Wet

[[[ Band Aid 20 ]]]

Organizadores e Produtores

- Bob Geldof
- Damon Albarn (Blur; Gorillaz)
- Midge Ure
- Nigel Godrich (Radiohead, Travis)

Instrumentistas

- Charlie Simpson (Busted) – Guitarra
- Dan Hawkins (The Darkness) – Guitarra
- Danny Goffey (Supergrass) – (Bateria)
- Francis Healy, Andy Dunlop & Dougie Payne (Travis) – Baixo, Guitarra
- Justin Hawkins (The Darkness) – Guitarra
- Paul Mccartney, Sir - Guitarra Baixo
- Thom Yorke – (Piano) E Jonny Greenwood – (Guitarra) – (Radiohead)

Vocais

- Beverley Knight
- Bono (U2)
- Busted
- Chris Martin (Coldplay)
- Daniel Bedingfield
- Dido – Cantou separadamente em um estúdio em Melbourne
- Dizzee Rascal – O único artista que incluiu letras
- Estelle
- Feeder
- Francis Healy (Travis)
- Jamelia
- Joss Stone
- Justin Hawkins (The Darkness)
- Katie Melua
- Lemar
- Ms Dynamite
- Natasha Bedingfield
- Neil Hannon (The Divine Comedy)
- Rachel Stevens
- Robbie Williams – Cantou separadamente em um estúdio em Los Angeles
- Róisín Murphy (Moloko)
- Shaznay Lewis (ex-integrante das All Saints)
- Skye Edwards (Morcheeba)
- Snow Patrol
- Sugababes
- Thrills
- Tim Rice-Oxley (Keane)
- Tom Chaplin (Keane)
- Turin Brakes
- Vishal Das
- Will Young

[[[ Band Aid 30 ]]]

Organizadores e Produtores

- Bob Geldof – Organizador
- Midge Ure – Organizador
- Paul Epworth – Produtor

Instrumentistas

- Roger Taylor (Queen) – Bateria, Teclados
- Milan Neil Amin-Smith (Clean Bandit) – Violino
- Grace Chatto (Clean Bandit) – Violoncelo

Vocais

- Bono (U2)
- Clean Bandit
- Disclosure
- Paloma Faith
- Guy Garvey (Elbow)
- Ellie Goulding
- Angélique Kidjo
- Chris Martin (Coldplay)
- Olly Murs
- Sinéad O'connor
- One Direction
- Rita Ora
- Emeli Sandé
- Seal
- Ed Sheeran
- Dan Smith (Bastille)
- Sam Smith
- Underworld
- Jessie Ware
- Alfie Deyes
- Joe Sugg

Pelo confrade Guto Oliveira.

Assista nos players abaixo aos vídeos de todas as gravações:


1984

1989

2004

2009

2014

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Glenn Hughes no Brasil para oito shows


De acordo com o jornalista José Norberto Flesch, do Destak Jornal, a voz do rock, Glenn Hughes, o baixista e atualmente melhor ex-vocalista do Deep Purple e atual voz do Black Country Communion, desembarcará no Brasil para oito apresentações a seguir:

17/4 Brasília (Centro de Convenções)
19/4 Belo Horizonte (Cine Theatro Brasil)
21/4 São Paulo (Tropical)
22/4 Limeira (Studio Mirage)
24/4 Curitiba (Ópera de Arame)
26/4 Manaus (Porão do Alemão)
28/4 Porto Alegre (Opinião)
29/4 Rio (Circo Voador)

The Voice of Rock se apresentará anteriormente em cidades de países vizinhos, sendo:

12/4 Valparaiso, Chile
14/4 Santigo, Chile
15/4 Buenos Aires, Argentina

INGRESSOS AQUI

Vídeo: mulher acorda gritando durante concerto de orquestra, assista

Esse vídeo é para chorar de rir e já viralizou na internet.

Durante a apresentação da Orquestra Sinfônica North State no Cascade Theatre, na Califórnia no  dia 12 de novembro último, uma mulher que dormia levou um baita susto no momento da interpretação de "O Pássaro de Fogo", balé de Ígor Stravinski, auge do show, e soltou um baita grito, desencadeando risos entre os circustantes, inclusive nos músicos.

Assista clicando na imagem abaixo:


Roger Waters no Brasil: datas para o Rio, São Paulo e Curitiba

Recentemente venho anunciando shows do eterno líder floydiano no Estádio do Maracanã (RJ), Estádio Mané Garrincha (Brasília-DF), na Fonte Nova ( Salvador-BA), e em São Paulo (SP), no Mineirão (BH) e no estádio do Couto Pereira em Curitiba (PR), todos em outubro de 2018 integrando a US + Them Tour.

No sábado informei que o show em Curitiba seria no dia 27 de outubro de 2018.

Agora saíram as datas:

São Paulo - 9 e 10 de Outubro
Rio de Janeiro - 24 de Outubro
Em breve confirmarei as demais datas e locais.

A "Presença" do Led Zeppelin superando as adversidades


Massacrado pelos críticos, mas adorado pelos fãs, o Led Zeppelin levava o sexo, drogas e rock n’ roll a patamares épicos na década, até que a "presença" deste trabalho iria dividir as águas do grupo.

Lançado em 31 de março de 1976, "Presence" é o sétimo álbum da banda “balão de chumbo”. O Álbum é um intenso grito de dor, arrastado e registrado como uma fase conturbada da banda. “Foi agarrado pelas bolas, sabe” “Foi um grito bem do fundo....a única coisa que poderíamos fazer...”disse Plant.

Plant, Page, Jones e Bonham tinham motivos para tanta frustração. Depois do acidente de carro em agosto de 1975 que confinou Robert Plant a uma cadeira de rodas durante meses, a banda cancelou uma turnê norte-americana.

Impossibilitados de voltar à Inglaterra por motivos fiscais, desenvolveram "Presence" com ensaios na Alemanha para gravar no estúdio MusicLand, que ficava no porão do hotel. Desde o início eles sabiam que não teriam muito tempo (os Rolling Stones tinham reservado o mesmo estúdio para gravação de "Black and Blue") então, completaram o processo de gravação em 18 dias, com Plant cantando sentado quase o tempo todo.

Jimmy Page pediu aos Rolling Stones “uma prorrogação” mais tempo para concluir os overdubs de sua poderosa guitarra. Segundo informações, dizem que ele não dormiu por dois dias até terminar o trabalho, fazendo “Achiles Last Stand” no primeiro dia e as outras seis faixas no segundo dia.

A capa e o encarte apresentam várias imagens de pessoas interagindo com um objeto negro na forma de um obelisco, ora chamado simplesmente de "The Object" e representa a força e presença do Led Zeppelin. Page afirma que a capa é muito irônica. Meio que uma brincadeira com o filme 2001. Em 1977 o álbum foi nomeado para um Grammy Award na categoria de melhor capa.

Embora não tenha nenhum hit, Page o chamou de “o álbum mais importante do Zeppelin”.

Presence é o disco mais focado do Led! De todas as sete faixas, nenhuma delas é acústica, nem possui o uso de teclados. Apenas o uso da potência, tocada de forma sombria, ferida e furiosamente elétrica.

Tracklist:

1. Achiles Last Stand
2. For Your Life
3. Royal Orleans
4. Nobody’s Fault But Mine
5. Candy Store Rock
6. Hots On For Nowhere
7. Tea For One

Pelo confrade Leonardo Malta.

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Iron Maiden: Empresa lança novos bonecos de Eddie


A Super 7 está lançando novíssimos bonecos action figures de Eddie, o emblemático mascote da Velha Donzela, inspirando-se nos álbuns "Killers" (1981), "Piece of Mind" (1983) e "Powerslave" (1984).

Confira as informações completas no site da SUPER 7

Abaixo veja cada um deles no detalhe:




Phil Collins no Brasil: Pretenders abrirá o show em São Paulo


Conforme anunciei AQUI, após dez anos sem se apresentar ao vivo, o ex-frontman e baterista do Genesis voltará aos palcos em 2018 em turnê que chegará à América Latina, incluindo o Brasil em fevereiro próximo.

Na capital paulista a banda ícone dos anos 80, The Pretenders, abrirá a noite.

Confira as datas:

The Legendary Phil Collins Live – América Latina

22 Fevereiro 2018 – Rio de Janeiro, Brasil - Maracanã
24 Fevereiro 2018 – São Paulo, Brasil – Allianz Parque
27 Fevereiro 2018 – Porto Alegre, Brasil – Beira-Rio
6 Março 2018 – Monterrei, México – Auditório Citibanamex
7 Março 2018 – Guadalajara, México –Arena VFG
9 Março 2018 – Cidade do México, México – Palacio de Los Deportes
13 Marco 2018 –Lima, Peru –Jockey Club del Peru
15 Março 2018 – Santiago, Chile – Estádio Nacional
17 Março 2018 – Montevidéu, Uruguai –Estádio Centenário
20 Março 2018 – Buenos Aires, Argentina – Campo Argentino de Polo
23 Março 2018 – San Juan, Porto Rico – Coliseu de Porto Rico

INGRESSOS À VENDA AQUI A PARTIR DE 7 DE DEZEMBRO PRÓXIMO.


Queen: FOX cancela as filmagens de cinebiografia sobre a banda


Segundo o Hollywood Reporter, o estúdio Fox suspendera as filmagens do filme "Bohemian Rhapsody", a princípio devido ao fato de que seu diretor "Bryan Singer ter sofrido do que o próprio estúdo declarou como ser uma "inesperada indisposição" e não ter retornado às funções desde o Dia de Ação de Graças (25/11) .

Sem maiores detalhes, um representante do diretor informou à BBC que este se ausentara por "questão pessoal de saúde que preocupou a Bryan e à sua família".

Tendo os próprios integrantes do Queen, Brian May e Roger Taylor como produtores executivos, a película estrearia no Natal de 2018 e contaria com as participações de Rami Malek (Freddie Mercury), Gwilym Lee (Brian May), Joseph Mazzello (John Deacon) e Ben Hardy (Roger Taylor).

sábado, 2 de dezembro de 2017

U2: 'Songs of Experience' é o mais novo trabalho solo de Bono


Desde 'All That You Can´t Leave Behind' o U2 não funciona mais como banda, mas tão somente como uma marca.

Não são mais os quatro evangelistas reescrevendo a história do rock, apenas Bono e seus três coroinhas numa ladainha sem fim.

Não dá pra ser diferente. Quando os outros membros da banda tentam colocar-se em pé de igualdade as frases curtas e rimas pobres sacrificam a composição.

Eis a letra de 'Get Out of Your Own Way':

I could sing it to you all night, all night
If I could, I'd make it alright, alright
Nothing's stopping you except what's inside
I can help you, but it's your fight, your fight


...que me faz recordar a de 'Elevation', logo abaixo:

A mole, digging in a hole
Digging up my soul
Now going down, excavation
I and I in the sky
You make me feel like I can fly
So high, elevation

Uma porralouquice sem fim. Nada remotamente parecido com 'Some Days Are Better Than Others' ou 'The First Time', só pra citar alguns exemplos.

Na década de oitenta U2 era o arauto da Palavra, espalhando a Boa Nova pelos quatro cantos do mundo.

Nos anos 90 a banda se reinventou mais ou menos como uma antítese de si mesma. A voz de Bono soava lasciva e a banda entrou de cabeça na experimentação musical com fôlego de sobra pra lançar 3 álbuns formidáveis: 'Achtung Baby', 'Zooropa' e 'Pop'.

A partir de 2000 a coisa degringolou. Bono tornou-se onipresente. Não havia mais um conceito que justificasse a permanência dos demais. Basta comparar a muralha sonora de 'I Still Haven´t Found What I´m Lookink For' com aquela banda em segundo plano de 'The Little Things That Give You Away', do novo álbum.

Ainda foi possível lançar mais 4 álbuns além de 'All That You Can´t Leave...', que abriu aquela década, mas na falta de um objetivo comum, a banda notória pelo lançamento de álbuns definitivos passou a atirar pra todo lado. A maior prova disso está em 'No Line On The Horizon', onde ao contrário do título há sim uma linha bem marcada separando um dos melhores (meio) álbuns da banda de outra sequência de rimas ruins, tal como a seguir em 'Get On Your Boots':

The future needs a big kiss
Winds blows with a twist
Never seen a moon like this
Can you see it too?

Night is falling everywhere
Rockets at the fun fair
Satan loves a bomb scare
But he won’t scare you

Se a banda não funciona mais a partir do consenso e tesão de tocar junto mas de pesquisas de opinião, seu nome deveria voltar a ser Feedback.
Você pode até perguntar, "Mas não têm funcionado?". Claro que sim! Neil Sedaka fez fortuna com uma versão domesticada de rock no período de entressafra após a morte de Buddy Holly, a prisão de Chuck Berry e o alistamento militar de Elvis, sendo soterrado em seguida pelo advento da Invasão Britânica.
E não seria o caso de dizer que o U2 não faz mais boas músicas. É claro que faz. 'Ordinary Love' e 'Book of Your Heart' são lindas. A diferença é que eles não têm mais nada de novo pra mostrar, só isso.
"Mas vende, não vende?". Com certeza! Se a banda tornou-se uma instituição, com sede e tudo (a U2 Tower, ainda encalhada em Dublin), todos nós somos os pequenos mecanismos que a mantém funcionando a todo vapor.
Não é minha intenção estragar a diversão de ninguém, mas me recuso a pedir desculpas pelas minhas opiniões. Meus altos padrões foram moldados por bandas únicas, e uma delas é o U2, cujos membros infelizmente perderam mais uma vez a oportunidade de seguir caminhos próprios e fazer a diferença em nome da estabilidade financeira.
Vida que segue!
Enquanto isso vou ficar esperando pelo próximo 'Achtung Baby' que irá me arrancar desse tédio. A única coisa que sei, porém, é que ele não virá do U2....

Por Renato Azambuja, o nosso "Dali".

Edenbridge lança novo disco ao vivo com edição limitada e libera vídeo, assista!


Os austríacos da banda de metal sinfônico Edenbridge, capitaneada pelo guitarrista e tecladista Lanvall e pela frontwoman Sabine Edelsbacher, lançaram na quarta-feira última (29/11) o novo álbum ao vivo do grupo "Live Momentum", da turnê de divulgação de seu último disco de estúdio "The Great Momentum".

O registro ao vivo chegou em tiragem limitada com apenas mil unidades em CD, CD Deluxe e Boxset, encontrados apenas na Web Store do grupo.

Assista nos players abaixo o vídeo da canção "The Die is Not Cast" e na sequência ao trailer do álbum:



Tracklist:

1. THE FORCE WITHIN (INTRO)
2. MYSTIC RIVER
3. ALIGHT A NEW TOMORROW
4. SKYLINE'S END
5. SHIANTARA
6. THE MOMENT IS NOW
7. RETURN TO GRACE
8. STAR-CROSSED DREAMER
9. THE DIE IS NOT CAST
10.REMEMBER ME
11.THE INVISIBLE FORCE
12.SOLITAIRE
13.THE GREATEST GIFT OF ALL/THE BONDING
14.HIGHER


Roger Waters em Curitiba


Recentemente venho anunciando shows do eterno líder floydiano no Estádio do Maracanã (RJ)Estádio Mané Garrincha (Brasília-DF), na Fonte Nova ( Salvador-BA), e em São Paulo (SP) e no Mineirão (BH) todos em outubro de 2018 integrando a US + Them Tour.

Agora é a vez da capital paranaense saber que Waters tocará no Estádio do Couto Pereira também em 27 de outubro próximo.


Deep Purple: In Rock - muito além de ser apenas hard rock, mas uma obra-prima do mesmo


Leia nas linhas abaixo a felicíssima resenha do nosso leitor Tiago Vtr sobre o álbum púrpuro "In Rock", que marcou  entrada do Deep Purple no universo do rock pesado.

Por Tiago Vtr:

Acho que todos nós já brincamos com a ideia de ficarmos isolados em uma ilha deserta onde só poderíamos ter como companhia dez discos pra ouvir. Costumo pensar que pra uma ocasião desta eu deva tentar ser o mais eclético possível, passeando por ao menos três ou quatro gêneros dentro das minhas preferências. Pois bem, no que diz respeito ao hard rock (embora ele não seja apenas isso) sem dúvida alguma que "In Rock" é o primeiro nome que pensaria em levar comigo.

Lançado em 1970, o disco foi um marco para história do rock e apresentou de fato para o mundo um time incrível de músicos. Ian Gillan e seus vocais estratosféricos, uma cozinha de ritmos sólidos formada pelo baterista Ian Paice e o baixista Roger Glover, a habilidade magistral e influência clássica do tecladista Jon Lord e a guitarra imensamente influente, elegante e poderosa de Ritchie Blackmore (vale lembrar que Ian Gillan e Roger Glover estavam estreando na banda em "In Rock", montando a MKII, que viria a se transformar na formação clássica). Ainda que os próximos anos mostrassem o quanto volátil era essa reunião, conseguiram antes disso lançar mais outros discos que também hoje são vistos como essenciais para o que foi o desenvolvimento do hard rock.

Mas por que exatamente uma mudança no som tão impactante? Será que apenas a entrada dos novos membros substituindo Rod Evans (vocal) e Nick Simper (baixo) foi o suficiente pra isso? Na verdade não, as coisas podem ser vistas de maneira mais pensada do que simplesmente como um acontecimento casual. O quinteto na verdade se dedicou durante a segunda metade de 1969 a se familiarizar mais com seus talentos individuais em meio aos ensaios antes de se entregarem às ambições clássicas de Jon Lord no projeto "Concerto for Group and Orchestra". Porém esse concerto único e que gerou um LP, parece que foi uma espécie de tática diversionista destinada a desarmar os ouvintes antes de lançarem um disco que iria redefinir a carreira do grupo.

O disco tem início com “Speed King” através de uma cacofonia insana de todos os instrumentos embaralhados, mas que logo é desbotada suavemente pelo órgão hammond antes que o riff inicial da música apareça. As primeiras frases de Gillan já mostra um vocal maravilhoso, rasgado e potente. Guitarra matadora, linhas de baixo pulsante e bateria enérgica. No meio a um pequeno, porém brilhante “duelo” entre guitarra e órgão antes da volta de Gillan e seus gritos de longo alcance. Algo que vale destacar também todas as referências afetuosas encontradas na música a clássicos dos anos 50, como, “Tutti Frutti”, “Lucille”, “Let's have a Party”, “Saturday Night”, “Hard Headed Woman” e”'House of Blue Light”, esta última inclusive também acabou mais tarde se tornando o nome de um disco da banda. “Speed King” é um verdadeiro petardo.

Em “Bloodsucker” a banda apresenta uma excelente melodia do mais puro hard rock e Gillan mostrando o porquê ser um dos mais influentes vocalistas da história do rock pesado. Sendo sem dúvida alguma o destaque e tendo um domínio fácil da música. Tudo isso sobre linhas de baixo evidentes e bastante ativas, bateria excelente, guitarras com quebras brilhantes e um solo de órgão com marca registrada de Jon Lord.

Não é nenhum exagero dizer que eu me arrepio em simplesmente pensar em “Child in Time”. Se a banda tivesse que ser lembrada por apenas uma música sem dúvida deveria que ser esta, esqueça “Smoke on the Water”. Lembro até hoje a primeira vez que a ouvi e no quanto fiquei impressionado, inclusive a repetindo algumas vezes sem parar. A música começa com um órgão bonito e calmo retirado da introdução de “Bombay Calling” da banda It's A Beautiful Day's, mas antes que as pessoas já queiram utilizar-se deste ocorrido pra chamar de plágio, Ian Gillan mesmo já disse que “Child in Time” havia sido influenciada por “Bombay Calling”. Inclusive em troca, a It's A Beautiful Day's compôs “Don and Dewey", baseado em "Wring That Neck" do Purple. Voltando a música, junto do órgão, Roger e Paice dão um ótimo ritmo com marcações suaves e que se encaixam perfeitamente na canção. Gillan então começa com os vocais que transcendem a excelência em termos de elogios merecidos. Versos derramados de forma apaixonada e poderosa. Então que a música entra em sua marca registrada, os famosos gritos de Gillan, que se você não ouviu, o faça, pois só assim pra compreendê-los. Eles começam serenos e de maneira progressiva vai se tornando mais alto e agressivo. Após as acrobacias vocais de Gillan é a hora de Ritchie Blackmore entrar na cena. Também de maneira gradativa, seu solo vai ganhando corpo, começa lento e com o tempo ficando mais rápido, sendo executado incrivelmente. Sei que Blackmore tem muitos solos maravilhosos na carreira, mas depois de “Child in Time” pra mim ele nunca conseguiu se superar. Destaque também para o tapete musical estendido pela banda para que o guitarrista pudesse caminhar com toda a sua genialidade e virtuosismo. Então que de maneira súbita a música volta ao ritmo suave do início, cadenciada pelo órgão e a cozinha. Gillan retorna com seus vocais até que novamente entram o seus gritos, começa calmamente como da primeira vez, mas a mudança agora é mais drástica. Enquanto ele continua, eu sempre me pergunto como que ele está conseguindo fazer isso. Termina de maneira caótica, com Gillan gritando em meio aos instrumentos que ficam cada vez mais rápido. Cada segundo de “Child in Time” é valioso. Considero a melhor música do álbum, melhor música do Deep Purple e uma das melhores músicas da história do rock.

Após uma aula que foi “Child in Time”, podemos dizer que "Flight of the Rat" tinha uma missão difícil no disco, ou seja, a de mantê-lo nivelado não apenas por cima, mas nas alturas. Sem arriscar muito a banda fez seu som tradicional, uma excelente linha vocal melódica sentada bem ao lado da sua típica ginástica instrumental. Mais uma linha de baixo maravilhosa e um solo de órgão de Jon Lord que nenhuma outra pessoa poderia fazer com a mesma pegada. O riff e solos de guitarra são excelentes, assim como o trabalho de bateria que inclui um solo final arrebatador.

Costumo dizer que com “Into the Fire" o Deep Purple entrou no território do Black Sabbath. Basta imaginar essa música com os vocais do Ozzy e perceber que ela poderia figurar em qualquer álbum da banda gravado pelo Madman. Apresenta uma sonoridade bastante pesada e agressiva com vocais furiosos. Tem um ritmo mais lento e não impressiona quanto às demais músicas até agora, mas ainda assim, instrumentalmente impecável e de vocal como sempre, arrasador.

Em "Living Wreck" sem dúvida que as teclas de Jon Lord são o que dá o maior caráter a música e que inclui um excelente solo no seu final. Blackmore mostra um estilo que foge um pouco dos seus padrões da época, ou seja, um riff mais melodioso. Os vocais de Gillan não são gritados e impressionantes, porém, ótimos. Como eu adoro o baixo deste álbum, sempre nítido em linhas excelentes. O groove de Paice aparece maravilhosamente nesta faixa.

O disco chega ao fim com “Hard Lovin' Man", uma verdadeira maravilha. A introdução já é destruidora, riff de guitarra cavalar , órgão ultrajante, vocal selvagem e uma cozinha pungente. A banda toda brilha durante a faixa. As improvisações de Lord e Blackmore mais parecem performances de shows com solos avassaladores de ambos. Os vocais de Gillan aqui certamente estão entre um dos seus melhores.

Com In Rock a banda se elevou artisticamente e fez com que os ouvintes se elevassem também. Testemunhando e reverenciando um disco que consegue ser hard rock, heavy metal, ter linhas progressivas e até mesmo reminiscências jazzísticas. Um passo ousado através de uma música dramática e poderosa. Rico demais pra ser classificado em somente um gênero, mas sem dúvida, uma obra-prima de categoria própria.

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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Pink Floyd: Roger Waters é vetado em TVs na Alemanha


Cerca de cinco canais na Alemnha não querem expor os concertos de Roger Waters , ex-baixista do Pink Floyd, devido sua posição em favor ao Boycott, Desinvestimento e Sanções (BDS), movimento pró-Palestina.  Ele se juntou ao movimento em 2011. A televisão alemã está considerando o cantor o apoio do cantor como um gesto de  “antissemitismo”  e o baniu de suas transmissões.

Uma dessas emissoras, a RBB (Rundfunk Berlin Brandenburg) se pronunciou sobre o caso relacionado aos shows de  Roger Waters . “É importante tomar uma posição clara com a comunidade judaica frente às acusações de antissemitismo contra ele”, disse Patricia Schlesinge, diretora do canal.

O Conselho central de Judeus na Alemanha também se manifestou sobre o assunto. "A rápida e decisiva reação dos radiodifusores ... é um sinal importante de que o antissemitismo desenfreado contra Israel não tem lugar na Alemanha", disse Josef Schuster,  presidente do Conselho.

De acordo com Marek Lieberberg, diretor da turnê de Waters, os judeus alemães podem estar certos em se preocupar com "um antissemitismo" na Alemanha, mas a decisão dos radiodifusores de não exibir nenhum concerto era "absolutamente ridícula", disse Marek.

O cantor Nick Cave também havia se pronunciado sobre as atitudes nas terras alemãs referentes ao BDS. "De repente, tornou-se muito importante fazer uma posição contra as pessoas que estão tentando desligar músicos, intimidar músicos, censurar músicos e silenciar músicos ... “, disse Cave.
O ex-Pink Floyd estará no Brasil em outubro de 2018 com sua nova turnê “Us & Them”.

O movimento:

O BDS acontece desde 2005 como uma campanha não-violenta para pressionar Israel a prestar atenção ao direito internacional e acabar com a ocupação de território palestino, e é visto por muitos como uma tentativa de boicotar Israel.

Roger Waters é um membro bem presente no movimento, sendo assim, a Alemanha não quer a transmissão de seus shows . O país tem procurado distanciar-se do Holocausto nazista e se tornar um dos aliados mais próximos de Israel.

VIA GENTE IG CULTURA

Música nova e detalhes do novo álbum do Visions of Atlantis

"Return to Lemuria" integra "The Dark & ​​The Deep", sexto álbum de estúdio da banda austríaca de metal sinfônico Visions of Atlantis chegará no dia 16 de fevereiro próximo via Napalm Records em CD, CD Deluxe e Digipak.

Confira o vídeo de "Return to Lemuria" no player abaixo:


Tracklist:

1. The Deep & The Dark
2. Return to Lemuria
3. Ritual Night
4. The Silent Mutiny
5. Book Of Nature
6. The Last Home
7. The Grand Illusion
8. Dead Reckoning
9. Words Of War
10. Prayer To The Lost


Ouça a última gravação de Lemmy Kilmister


A canção "We Are The Ones" fora divulgada hoje pelo guitarrista Chris Declercq. Foi último registro deixado por Kilmister, fora de seu Mothörhead.

Lemmy faleceu em 29 de dezembro de 2015, aos 70 anos de idade.

Ouça no player abaixo: